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7 Bairros com nomes indígenas para conhecer

A herança cultural indígena continua bem presente na realidade do Brasil contemporâneo. Podemos encontrar fortes evidências dessa herança em praticamente todos os aspetos do quotidiano brasileiro.

Esta realidade é tão proeminente que basta sairmos de casa para sermos facilmente confrontados pela mesma, uma vez que em praticamente todas as regiões do país é possível encontrar, sem qualquer tipo de dificuldade, bairros com nomes caracterizados por raízes indígenas. De seguida daremos a conhecer alguns dos bairros mais proeminentes do Brasil.

Ipanema

No que toca a bairros com nomes indígenas, Ipanema é, sem qualquer sombra de dúvida, um dos mais populares e emblemáticos de todos eles. Localizado na zona sul do Rio de Janeiro, Ipanema pode ter, no idioma “tupi”, uma destas três definições: “água ruim, rio sem peixes”; “água fedorenta” ou “rio amarelo”. O nome deste bairro é uma referência direta a São João do Ipanema, cujo nome foi inspirado no Rio Ipanema.

Cocotá

Cocotá é um bairro situado na zona norte do Rio Janeiro, e também ele de origem indígena.O nome pode ser literalmente traduzido para “roças” e faz referência aos primeiros cultivos realizados pelos habitantes da Ilha do Governador.

Cacuia

O bairro Cacuia fica localizado na área central da Ilha do Governador, pertencente ao estado do Rio de Janeiro. O seu nome, de origem indígena, pode traduzir-se como “mato que cai, que se desprende”.

Camorim

Situado no Bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, Camorim é uma palavra pertencente ao idioma tupi, que pode ser traduzida como “robalozinho”. Esta região costumava pertencer a Gonçalo Correia de Sá e foi outrora conhecida como “Pirapitingui”, que significa “peixe de escamas brancas”. 

Cachambi

Conhecido por ser bairro de classe média, Cachambi é um bairro de nome índigena localizado no norte do Rio de Janeiro. O seu nome tupi pode ter diversas definições, entre elas “laço que amarra o capim” e “mato trançado”. É um bairro bastante conhecido e apreciado pelo seu público alvo, que faz fronteira com tantos outros também de classe média, como é o caso de Méier, Todos os Santos, Del Castilho, Engenho de Dentro e Engenho Novo.

Leia também: Nome Indígenas de Cidades Brasileiras

Mooca

Mooca fica situado na zona oeste do município de São Paulo, e é considerado um bairro muito tradicional habitado maioritariamente por moradores de classe média. De acordo com a literatura existente proveniente de historiadores, a palavra “Mooca” pertence ao idioma tupi, podendo significar “fazer casa” ou “ares amenos”. Curiosamente, esta expressão começou por ser usada como referência aos primeiros habitantes caucasianos da região, que construíam as suas casas com recurso ao barro.

Pacaembu

Pacaembu localiza-se na zona oeste e central do município de São Paulo e é conhecido por ser um “bairro nobre”, muito popular entre os mais abastados. O seu nome, também de origem tupi, tem um significado muito simples: “terras alagadas”. Este nome é uma referência directa à geografia da região, caracterizada por imensos rios que durante as épocas de grandes chuvas costumavam alagar por completo os caminhos de terra dos indígenas, dificultando assim a sua passagem.

Quantas vezes o brasil é maior que Portugal?

O Brasil caracteriza-se por uma área territorial extremamente ampla, sendo mesmo um dos maiores países a nível mundial. Com uma área total de 8.525.989 km², apenas a Rússia, os E.U.A, a China e a Austrália conseguem ultrapassá-lo em termos de área total.

O Brasil é de tal forma vasto que tem quase o mesmo tamanho de toda a Europa, possuindo a dimensão de cerca de 80% da mesma. E ainda que não seja maior do que o continente europeu, o Brasil supera, a nível de área total, a União Europeia, que possui “apenas” 3,928,273 km². Ou seja, feitas as contas cabiam, facilmente, duas Uniões Europeias dentro do Brasil. 

Portugal, por outro lado, com apenas 92,212 km² de área total, pertence à lista dos 100 países mais pequenos de todo o mundo. Feitas as contas, o Brasil é 92 vezes maior do que Portugal. É uma diferença brutal entre dois países que apesar da sua extensa ligação histórica e cultural, são profundamente diferentes do ponto de vista geográfico, a praticamente todos os níveis.

Quase todos os estados do Brasil são muito maiores do que Portugal, havendo apenas umas poucas excepções a essa regra. Mato Grosso, por exemplo, é perto de 10 vezes maior do que Portugal. O Amazonas, por seu lado, que constitui o maior estado do Brasil, tem uma área cerca de 16 vezes superior à área Portuguesa, com os seus 1.559.167 km². Também a Bahia é muito maior do que Portugal, tendo uma área total de 564.760 km².  Ou seja, Portugal cabia 6 vezes dentro da Bahia.

O Estado do Brasil com uma área mais próxima da portuguesa é Santa Catarina, com 95.730 km². No que toca a estados brasileiros com uma área inferior à de Portugal, só existem sete: Paraíba(56.467), Rio Grande do Norte(52.809), Espírito Santo(46.074), Rio de Janeiro(43.750), Alagoas(27.843), Sergipe(21.925) e Distrito Federal(5.760).

Quantos quilômetros tem Portugal?

Brasil é um país enorme comparado com muitos outros, especialmente Portugal, com quem tem uma relação bem especial. Para quem pretende visitar ou até viver na Europa, faz parte da pesquisa saber quantos quilômetros tem Portugal e qual a sua área.

De acordo com a Direção Regional do Terreno, Portugal tem uma área total de 92 149 km². Se levarmos em conta apenas o território continental, que é o que realmente importa, então podemos dizer que Portugal é composto por 89 015 km².

Portugal Continental apresenta uma forma retangular, com um comprimento total de 561 km. Este valor é o resultado da distância entre Melgaço, no Minho, e o Cabo de Santa Maria, no Algarve que é bem famoso pelas suas praias. Ou seja, a distância total direta entre a extremidade sul e a extremidade norte.

Portugal possui 832 km de costa no lado do oceano Atlântico. Já do lado oposto, podemos contabilizar 1215 km de fronteira terrestre com Espanha. No que toca a largura, medindo da Foz do Neiva a Miranda do Douro, contamos com um total de 215 km.

Falando do arquipélago dos Açores, a sua área total é de 2 355 km², levando em conta todas as suas nove ilhas. Já o arquipélago da Madeira, consideravelmente mais pequeno, conta com uma área de 741 km², e encontra-se situado a 1000 km do continente e a 5000 km da costa africana.

No que toca a altitude, o ponto mais alto de Portugal é a montanha do Pico, localizada na Ilha do Pico, nos Açores, com 2351 metros de altitude. Logo a seguir temos a Torre da Serra da Estrela, que representa o ponto mais alto de Portugal Continental, com 1993 metros de altitude. Em terceiro lugar, com 1862 metros de altitude, tem o Pico Ruivo, localizado na Ilha da Madeira.

É importante notar que alguns destes valores poderão, nuns poucos casos, variar muito ligeiramente consoante as mais diversas fontes. Diferentes entidades responsáveis pelas medições poderão reportar valores que apresentem pequeníssimas discrepâncias entre si, mas a variação costuma ser pouca e segue sempre a hierarquia de valores reportada neste artigo.

Qual a aldeia mais alta de Portugal?

O Sabugueiro é, comumente, reconhecido como a aldeia mais alta de Portugal, o que tem feito com que se tornasse um ponto turístico muito atrativo. É uma aldeia muito pequena, com apenas 46,47 km² de área e 478 habitantes, localizada no município de Seia, na sub-região da Serra da Estrela.

Essa é uma aldeia muito antiga e pitoresca, com imensa história para contar. É caracterizada por uma beleza paisagística inconfundível, composta por magníficas quedas de água e uma belíssima vegetação tipicamente serrana, que em conjunto criam um cenário visual de tirar o fôlego.

Não é por acaso que esta localidade é hoje em dia tão requisitada por turistas de todo o mundo. Para além da fama de que goza pelos seus 1120 metros de máxima, esta é, genuinamente, uma das regiões mais belas de Portugal, que não deverá deixar de visitar caso tenha a oportunidade.

Considerado um centro turístico serrano, o Sabugueiro é composto, maioritariamente, por casas rurais graníticas, dotadas de uma arquitetura muito típica da região. Sendo uma localidade muito pequena, não há assim muito para fazer para além de contemplar a riqueza natural que a caracteriza. No entanto, poderá aqui encontrar um museu etnográfico que lhe dará a oportunidade de se familiarizar mais aprofundadamente com toda a história e tradição desta aldeia.

Ainda que o Sabugueiro goze da fama de ser a aldeia mais alta de Portugal, e muito beneficie turisticamente desse título, a realidade é que o mesmo tende a ser muito disputado, uma vez que há, de fato, localidades ainda mais altas em Portugal, se bem que muito menos conhecidas.

Sendim pode ser a aldeia mais alta de Portugal

A verdade é que qual a aldeia mais alta é uma curiosidade sobre Portugal bem contestada. Sendim, localizada no concelho de Montalegre, reclama para si o título pelo qual o Sabugueiro é conhecido, uma vez que se localiza a 1155 metros de altitude. O único problema é que Sendim deixou de ser uma aldeia em 1989, sendo hoje uma vila. Portanto, tecnicamente, não poderá roubar o título ao Sabugueiro.

A diferença é que se vê uma aldeia como uma localidade com poucos habitantes “que geralmente trabalham numa economia de cariz rural.” Uma vila é bem maior e já inclui “comércio e serviços e alguma economia de autossuficiência,” segundo o meio de comunicação do estado português RTP.

Ainda assim, mesmo com Sendim fora de jogo, existem outras localidades que se dizem dignas desse título. Temos, por exemplo, Pitões das Júnias, localizado também em Montalegre, a uma altitude de 1140 metros.

Dito isto, a povoação que se localiza realmente à maior altitude em Portugal é Penhas da Saúde, na Serra da Estrela, situado a 1500 metros de altitude no seu ponto mais alto. No entanto, não sabemos se será merecedor do título de aldeia mais alta de Portugal, uma vez que, tecnicamente, não tem habitantes permanentes suficientes para ser considerado verdadeiramente uma aldeia. O Sabugueiro continuará a gozar da fama de ser a aldeia mais alta de Portugal, mas o verdadeiro merecedor do galardão é Pitões das Júnias.

Seja como for, qualquer um destes aldeamentos é digno de sua visita, uma vez que todos eles têm algo de interessante a oferecer.

Conheça a Ilha Feia em Búzios

Búzios tem belas praias, uma incrível variedade de bons restaurantes e bares, passeios incríveis para se fazer, e ainda várias cidades vizinhas com muito para se fazer mesmo que esteja chuva. Algo que se fala pouco é a Ilha Feia em Búzios, que apesar do nome tem uma beleza incrível.

Essa ilha tem o nome de Ilha Feia, dizem, porque há muito tempo um raio cauí em cima da sua vegetação e queimou tudo, deixando um cenário bem destrutivo. Se tal aconteceu, a ilha já recuperou do trauma e tem agora um aspeto bem verdinho e vivo.

Outros afirmam que a ilha tem esse nome por conta de um paredão de rocha por todo um lado da ilha, que por vezes é chamado de “Paredão da Morte.”

A ilha tem atualmente uma boa diversidade de vida animal com coelhos, cabras, bodes, e outros animais bem visíveis para quem visita a ilha. A vegetação nessa ilha é bem densa, mas a beleza de quem entra nela faz com que valha a pena explorar, ainda que com cuidado e tendo em conta a vida selvagem na ilha.

O que fazer na Ilha Feia?

A beleza dessa ilha em Búzios é quase tudo o que se tem para aproveitar, bem como a praia que fica nela. Essa, a Praia das Moças, é ponto de parada de vários passeios de Escuna e Lanchas Privadas pela sua beleza e ponto estratégico.

A Praia das Moças, tal como toda a Ilha Feia, tem um cenário único e inóspito muito adorado pelos turistas. As suas águas são bem limpinhas e calmas, visto que a ilha não é assim muit grande.

Para apreciar a beleza da ilha é possível fazer passeios de barco que passam também por outras pequenas ilhas locais e outras praias. Esses passeios costumam ter serviço de bordo com bar, petiscos, e bebidas disponíveis. O ponto alto do passeio será mesmo a vida marítima que incluí cardumes de peixes e tartarugas verdes.

Outra atividade a aproveitar será o mergulho. A Ilha Feia tem um ponto de mergulho relativamente raso com no máximo 12 metros, que é ideal para ver peixes, tartarugas, e corais bem bonitos.

Ilhas Espanholas Mais Quentes: As Melhores para Férias de Sol o Ano Inteiro

Para quem vive em cidades onde o inverno toma conta por meses, o desejo de escapar para um lugar de calor constante é forte. Na Europa, poucas regiões atendem a esse desejo tão bem quanto as ilhas espanholas — especialmente as Canárias.

Entre vulcões, praias douradas e florestas exuberantes, essas ilhas oferecem mais do que cenário bonito: seu clima subtropical garante temperaturas agradáveis quase todos os dias do ano.

As 6 Ilhas Espanholas Mais Quentes

  1. Gran Canaria
  2. Fuerteventura
  3. Tenerife
  4. Lanzarote
  5. La Palma
  6. Ibiza (representando as Baleares)

Gran Canaria: Diversidade de Climas e Sol Garantido

Gran Canaria é conhecida como um continente em miniatura. Isso porque a ilha oferece desde montanhas úmidas até desertos ensolarados.

O sul da ilha — onde ficam Maspalomas e Puerto Rico — quase nunca vê nuvens, mesmo no inverno. As dunas de Maspalomas lembram um pequeno Saara à beira-mar e contrastam com a vida noturna movimentada de Playa del Inglés.

Trilhas na região de Tejeda e Roque Nublo atraem caminhantes, enquanto o clima seco e quente torna a ilha ideal para famílias, aposentados e qualquer pessoa fugindo do frio europeu. A temperatura média no inverno gira em torno de 22 a 24?°C, com menos de 30 dias de chuva por ano no sul.

Leia também: 13 praias de Espanha com água quente que você precisa conhecer

2. Fuerteventura: Praias Infinitas e Céu Limpo

Fuerteventura é a escolha ideal para quem quer praias longas, areia fina e poucas multidões. Também é a ilha mais ventosa, o que a torna um paraíso para esportes como kitesurf e windsurf. Corralejo, no norte, oferece dunas protegidas em um parque natural, e a ilhota de Lobos, a apenas 15 minutos de barco, convida para passeios rápidos.

As águas são cristalinas, perfeitas para snorkeling e mergulho, e a ilha também atrai quem busca retiros de yoga e bem-estar. Com temperaturas ao redor de 22?°C no inverno e chuva quase inexistente, o clima árido é um alívio para quem tem problemas respiratórios.

Tenerife: Clima Estável e Aventura

A maior das Canárias, Tenerife tem de tudo: praias, montanhas, parques temáticos e cultura. O Monte Teide, ponto mais alto da Espanha, divide a ilha em duas zonas climáticas.

O sul, incluindo Playa de las Américas e Costa Adeje, é ensolarado e turístico, enquanto o norte é mais verde e fresco. No topo da lista de atrações estão o Parque Nacional do Teide e o famoso Carnaval de Santa Cruz, considerado o segundo maior do mundo.

Os parques temáticos como Loro Parque e Siam Park atraem famílias, enquanto vilarejos como La Orotava oferecem charme colonial. No inverno, a temperatura média é de 21?°C, com seis a oito horas de sol por dia.

Lanzarote: Vulcões e Arte

Lanzarote parece um planeta à parte. Suas paisagens secas e vulcânicas foram aproveitadas pelo artista local César Manrique, que projetou mirantes, museus e centros culturais integrados à natureza.

O Parque Nacional de Timanfaya oferece vistas impressionantes de campos de lava e vulcões, enquanto Jameos del Agua mistura natureza com arquitetura em cavernas subterrâneas. Até o cultivo de uvas em solo vulcânico, na região de La Geria, é um atrativo inusitado para quem aprecia vinhos.

A ilha também é conhecida por boas ondas para o surfe e céu limpo para observação de estrelas. Com temperaturas entre 21 e 22?°C no inverno e mais de 300 dias de sol por ano, é uma das ilhas mais secas da Espanha.

La Palma: Natureza e Céus Claros

Menos turística e mais montanhosa, La Palma oferece um equilíbrio entre calor, natureza e tranquilidade. A ilha é ideal para caminhantes e amantes de natureza, com atrações como o Parque Nacional da Caldera de Taburiente e mirantes como Roque de los Muchachos. A capital Santa Cruz de La Palma mantém um charme colonial e é um bom ponto de partida para explorar trilhas e áreas verdes. Com céu extremamente limpo, La Palma também abriga observatórios científicos e se destaca como destino de astroturismo. Embora mais úmida que outras ilhas canárias, ainda mantém clima quente e estável.

Ibiza: A Estrela das Baleares

Apesar de Ibiza não competir com as Canárias no inverno, ela reina absoluta no verão. A ilha combina praias de água azul-clara, festas icônicas e retiros de bem-estar.

Entre os destaques estão calas escondidas como Cala d’Hort e Cala Salada, festas em Sant Antoni e bares em Eivissa, trilhas com vista para o mar e a travessia até Formentera, conhecida por praias que lembram o Caribe. Durante o verão, as temperaturas frequentemente ultrapassam os 30?°C. Já no inverno, caem para entre 12 e 16?°C, com menos sol e mais umidade.

Por Que as Ilhas Canárias São Tão Quentes?

A localização próxima ao Trópico de Câncer e à costa africana garante um clima subtropical sem extremos. As correntes oceânicas frias ajudam a suavizar o calor, enquanto os ventos constantes evitam que as temperaturas fiquem sufocantes.

Além disso, os microclimas locais — influenciados por relevo e vento — fazem com que partes específicas de cada ilha sejam ainda mais secas e quentes, como o sul de Gran Canaria e Tenerife.

Baleares x Canárias: Quando Ir?

EstaçãoCanáriasBaleares
InvernoCalor e solFresco e úmido
PrimaveraClima estávelComeço da temporada
VerãoMuito quente, estávelPico de calor e turismo
OutonoAinda quenteTemperatura começa a cair

Se a sua prioridade é fugir do frio, vá para as Canárias entre novembro e março. Se quer festas, águas quentes e agito, as Baleares são perfeitas entre junho e setembro.

As ilhas espanholas mais quentes oferecem opções para todos os perfis — desde quem quer relaxar na praia até os mais aventureiros. As Canárias levam vantagem pelo clima estável e quente o ano todo, com destaque para Gran Canaria, Fuerteventura, Tenerife e Lanzarote. Já as Baleares brilham no verão e oferecem experiências únicas como festas em Ibiza e paisagens idílicas em Formentera.

Quer sol o ano todo? Vá para as Canárias. Quer o melhor do verão europeu? Espere junho e explore as Baleares.

Monumentos históricos de Espírito Santo guarda sua história em pedra e cal

No Espírito Santo, a história não está apenas nos livros. Ela aparece entre frestas de muros de pedra, na base corroída de uma torre esquecida, em vitrais que filtram o sol como se cada cor tivesse memória. A arquitetura colonial capixaba é, ao mesmo tempo, documento e metáfora: feita de cal, óleo de baleia, promessas não cumpridas e persistência.

Ao contrário dos grandes centros históricos como Salvador ou Ouro Preto, o Espírito Santo preserva seus marcos sem tanto alarde — e talvez por isso mesmo seja mais fácil esquecer o quanto eles dizem sobre o país. A seguir, sete lugares que contam essa história silenciosa, mas essencial.

1. No alto do morro, o convento que virou mirante de fé

Todo capixaba sabe apontar o Convento da Penha no horizonte. Suspenso a 154 metros do chão, ele é quase sempre a primeira construção visível ao chegar à baía de Vitória. Fundado em 1558, foi capela, refúgio, posto de vigia contra corsários, centro de romarias — e continua sendo tudo isso.

O Iphan tombou o conjunto em 1943, mas sua força simbólica não vem só do papel histórico. É também pela imagem de Nossa Senhora da Penha esculpida em cedro, pelos fiéis que sobem de joelhos, pelo vento que sopra de todos os lados. É um monumento vivo.

2. A igreja que resistiu ao esquecimento

Um pouco abaixo, na Prainha, fica a Igreja do Rosário. Construída em 1551, tem nave única, paredes de taipa de pilão e um sino solitário. Mas o que chama atenção não é o que ela tem — e sim o que ela representa.

Ali foram celebrados casamentos de pessoas negras, indígenas e libertas. Num tempo em que a religião era usada para submeter, a pequena igreja foi espaço de acolhimento e resistência. Ela sobreviveu às enchentes, às reformas e ao silêncio.

3. O palácio onde o passado se acumula em camadas

Do outro lado da baía, o Palácio Anchieta parece engolido pelo movimento da cidade. Mas dentro dele há uma calma antiga: paredes grossas, corredores que mudaram de função, um claustro que virou salão.

Construído entre 1570 e 1587 como colégio jesuíta, virou sede do governo em 1759. A tumba de José de Anchieta está ali — e também inscrições mouriscas encontradas em escavações recentes. O prédio é uma espécie de palimpsesto de pedra, onde cada camada conta uma versão do Espírito Santo.

4. Uma catedral em construção permanente

A Catedral de Vitória levou 50 anos para ficar pronta. Começou em 1920, parou por falta de verba, retomou nos anos 40 e só terminou em 1970. Hoje, ergue-se com torres de 51 metros, vitrais coloridos e um estilo neogótico que parece desafiar o calor tropical.

Por trás da imponência, há improviso: os vitrais foram feitos em São Paulo por um ateliê que usava vidro importado da Itália. A igreja é como a cidade — feita de revisões, adaptações e esperança acumulada.

5. Um forte, dez canhões e muita história

O Forte São Francisco Xavier da Barra, construído em 1702 na entrada do canal de Vitória, não tem a fama de outros fortes do país. Mas suas paredes de cantaria e terra vegetal protegeram a cidade de holandeses e corsários.

Hoje, pertence ao Exército e passa por um projeto de revitalização com apoio de uma empresa privada. A ideia é abrir ao público, instalar um centro de interpretação e mostrar que a defesa da memória também pode ser uma forma de proteção.

6. Um farol de ferro que ainda acende

O Farol de Santa Luzia veio desmontado da Escócia em 1871 e foi montado ali, de frente pro mar. Tem 14 metros de altura, formato octogonal e lente Fresnel. Hoje, com luz eletrificada, alcança até 62 km de distância.

Mais do que guiar navios, o farol passou a ser cenário: de fotos, de casamentos, de contemplação. Tornou-se ponto turístico, mas não perdeu sua função original. Como muitos marcos históricos, ele se adaptou para continuar relevante.

7. Uma ruína com paredes de promessas

No norte do estado, às margens do rio Cricaré, ficam as ruínas da Igreja Velha de São Mateus. Começada no século XIX por jesuítas, a obra foi interrompida em 1853 porque a Câmara local achou o gasto alto demais.

Só sobraram parte das paredes e da base da torre frontal. Mas o lugar virou ponto de visita, protegido por gradis, e hoje serve de sala de aula a céu aberto para professores, alunos e curiosos. Uma igreja que nunca foi concluída, mas que continua ensinando.

Preservar é mais que pintar fachada

A conservação desses monumentos não é só uma questão de aparência. É sobre o que deixamos para trás quando asfaltamos sem escavar, quando restauramos sem estudar. Em 2023, o Iphan embargou obras no Parque da Prainha porque o projeto ignorava normas de proteção.

Ao mesmo tempo, parcerias como a que revitaliza o Forte da Barra mostram que o setor privado pode ajudar — desde que com responsabilidade técnica e arqueológica. Patrimônio não se trata apenas de passado, mas de presente e futuro.

E o que isso tem a ver com você?

Se você nasceu no Espírito Santo, provavelmente já subiu ao Convento da Penha ou tirou foto no farol. Se não nasceu, talvez nem saiba que ali estão algumas das construções mais antigas do país ainda em uso.

Preservar esse conjunto é investir em turismo, identidade, educação. É permitir que crianças caminhem sobre os mesmos paralelepípedos dos colonos, dos jesuítas, dos soldados e dos que resistiram. É dar sentido a palavras como “memória coletiva” e “patrimônio vivo”.

A história do Espírito Santo não está só nos livros — está no chão, nas esquinas, nas igrejas de taipa e nos canhões enferrujados. E ainda tem muito a dizer.

Hotel de luxo em Santorini oferece refúgio só para adultos com piscina infinita icônica

Para quem busca silêncio com vista para o mar Egeu, o Perivolas, em Santorini, oferece um tipo raro de refúgio. Cravado nas falésias de Oia, o hotel transforma antigas moradias de pescadores em 22 suítes e vilas elegantes — cada uma marcada pela simplicidade, tranquilidade e arquitetura típica das Cíclades.

O espaço é exclusivo para adultos, uma escolha pensada para garantir sossego. Aqui, os dias começam com a luz do sol refletindo nas paredes brancas curvas, flores frescas na entrada e café da manhã — frutas, iogurte grego, pão caseiro — servido na beira da piscina privativa. A piscina infinita principal, que parece cair direto no mar, virou cartão-postal. As fotos rodam o mundo com uma legenda recorrente: “sonho”.

A menor acomodação, o Lifestyle Studio, tem 25 metros quadrados e oferece um abrigo minimalista para casais. No topo da escala está a Perivolas Villa, com 200 metros quadrados, duas suítes, cozinha completa, uma piscina infinita privativa de 16 metros e um terraço com vista total do mar. Para duas noites entre os dias 29 e 31 de maio, os preços variam entre €1.056 e €1.280, com café da manhã, champanhe de boas-vindas e transfer de ida e volta incluídos.

O restaurante é exclusivo para hóspedes e funciona dentro de uma antiga cave de vinhos. O menu traz pratos tradicionais da culinária grega com ingredientes locais e sazonais. Os jantares à luz de velas contam com menus degustação de cinco ou sete etapas. Nada extravagante — apenas comida feita com cuidado, inspirada na terra e no mar ao redor.

Para quem não abre mão de se manter ativo, o hotel oferece uma piscina coberta de 25 metros, uma academia de 120 metros quadrados com equipamentos modernos e uma área de bem-estar com sauna, banho turco, jacuzzi ao ar livre e massagens com mel, azeite e sal marinho.

Passeios de barco para enseadas escondidas, praias vulcânicas e a cratera do antigo vulcão também estão disponíveis. E se a vontade for apenas caminhar por Oia, o centro da vila fica a 500 metros — perto o suficiente para aproveitar o movimento, longe o bastante para só ouvir o som do vento.

A arquitetura é antiga, mas a experiência é eterna. No Perivolas, o tempo é medido apenas pelo nascer do sol, o pôr do sol e o mergulho seguinte.

Emirates Anuncia Novas Melhorias na Primeira Classe para Elevar a Experiência de Luxo

A Emirates está a redefinir o que significa voar em Primeira Classe.

Com 26.800 assentos premium por semana em rotas internacionais, a companhia aérea lançou uma série de atualizações para reforçar o seu conceito “Fly Better”. Entre as novidades estão menus redesenhados com vinhos raros e caviar servido em taças de cristal exclusivas, criadas por Robert Welch. A tábua de queijos, agora apresentada numa ardósia rústica, inclui chutneys artesanais, taças de mel e louça dedicada.

No ar, os passageiros usufruem de suítes privadas com portas de chão ao teto, camas planas e janelas virtuais. Alguns modelos de aviões contam ainda com “modo gravidade zero” para o máximo conforto. Uma função de videochamada nas suítes Game Changer permite solicitar serviço de quartos em pleno voo.

Em terra, a área de check-in da Primeira Classe no Aeroporto Internacional do Dubai está a ser renovada com design inspirado em lounges, enquanto os passageiros continuam a beneficiar de transporte com motorista e acesso a 43 lounges exclusivos em todo o mundo.

O conforto prolonga-se com pijamas hidratantes, mantas de pele falsa e produtos de luxo da Byredo e Bulgari, disponíveis em kits personalizados. A seleção de bebidas inclui Dom Pérignon, vinhos Premier Cru de Borgonha e vinhos do Porto vintage. Para acompanhar, o serviço de refeições a pedido oferece desde sliders Wagyu a pratos vegan gourmet.

Os passageiros do A380 da Emirates também têm acesso a dois duches privados a bordo, além de um lounge com bar premium e ecrã de 55 polegadas — uma extensão do luxo a 40 mil pés de altitude.

Usar uma VPN Pode Reduzir os Custos de Viagem em Até 30%, Revela Estudo

O seu código postal pode estar a custar-lhe centenas em viagens.

Um estudo recente da NordVPN concluiu que reservar voos e hotéis a partir de certos países — com base na localização online — pode resultar em preços mais elevados. Muitos sites de viagens usam algoritmos de preços dinâmicos que ajustam os valores conforme o local e o histórico de navegação do utilizador.

Para testar o impacto, os investigadores compararam reservas idênticas feitas a partir de diferentes países, utilizando servidores VPN. As diferenças chegaram aos 30%. Num dos exemplos, uma família de quatro pessoas a reservar voos da Cidade do México para a Disneyland em Orlando poupou cerca de €700 ao usar um servidor VPN localizado na Moldávia. Sem a VPN, os bilhetes custavam €2.334; com a VPN, desceram para €1.644.

O mesmo fenómeno foi observado na Europa. Um quarto Deluxe no hotel The Herald by LuxUrban, em Nova Iorque, custava 1.289 francos suíços quando reservado a partir da Suíça. Com VPN na Croácia, o preço caiu para 1.187 francos, uma poupança superior a 100 francos suíços.

Plataformas como Booking.com, Airbnb e DiscoverCars.com apresentaram variações de preços consoante a localização digital do utilizador. Embora nem todos os preços mudem, o diretor de tecnologia da NordVPN, Marijus Briedis, recomenda experimentar diferentes servidores, limpar a cache do navegador e usar o modo anónimo para encontrar as melhores ofertas.

O estudo mostra como algo tão invisível como o seu endereço IP pode afetar o preço das férias — e como mudar de localização virtual pode ajudar a equilibrar o jogo.

Monumentos Históricos de Aracaju: Conheça os Símbolos da Memória Sergipana

Os monumentos históricos de Aracaju incluem uma variedade de construções e espaços urbanos que documentam o nascimento e o desenvolvimento da capital sergipana desde 1855. Diferente de outras cidades brasileiras que cresceram de forma orgânica, Aracaju foi planejada para ser funcional, administrativa e moderna — e seus marcos históricos refletem exatamente isso.

Espaços como a Praça Fausto Cardoso e o Casarão dos Rollemberg representam momentos distintos da formação urbana e política da cidade. Preservá-los é uma forma de manter vivo o diálogo entre tradição e modernidade.

Por que Aracaju investe na preservação?

A partir da década de 1980, cresceu o interesse institucional por tombar e restaurar bens culturais em Sergipe. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e o governo estadual passaram a reconhecer o valor desses locais para a educação, o turismo e a memória coletiva.

Isso levou à criação de museus e centros culturais dentro de prédios históricos, como no caso do Palácio Olímpio Campos, que foi transformado em museu em 2010. Hoje, ele é um dos pontos mais visitados de Aracaju, oferecendo exposições permanentes e itinerantes sobre a história sergipana.

Principais destaques do centro histórico

Palácio Olímpio Campos

Construído em estilo neoclássico, o palácio foi inaugurado em 1863 como sede do governo da Província de Sergipe. A restauração concluída em 2009 trouxe de volta detalhes como os pisos de madeira nobre, vitrais e mobiliário da época.

Hoje, funciona como museu e centro cultural, abrigando peças históricas, documentos oficiais e obras de arte. Além disso, há visitas guiadas gratuitas e eventos educativos voltados à história política de Sergipe.

Catedral Metropolitana de Aracaju

A catedral de Nossa Senhora da Conceição começou a ser construída em 1862 e foi concluída em 1875. Ela mistura arquitetura neoclássica com elementos góticos e é considerada um dos templos religiosos mais importantes do estado.

Além da função litúrgica, a catedral também é centro de patrimônio artístico, abrigando altares esculpidos, imagens sacras e vitrais importados. Ela foi tombada como patrimônio municipal em 1985.

Infraestrutura imperial que ainda impressiona

Ponte do Imperador

Construída especialmente para a visita de Dom Pedro II em 1860, a ponte é um marco do planejamento urbano da cidade. Embora tenha passado por diversas reformas, ainda preserva o traçado original e hoje integra o chamado Museu de Rua.

O local é também ponto turístico e espaço cultural, com painéis informativos sobre o período imperial e a fundação de Aracaju. É uma parada ideal para quem deseja fazer uma imersão rápida e gratuita na história da cidade.

Casarão dos Rollemberg

Construído em 1919, o casarão possui forte influência do Art Nouveau e foi residência de uma das famílias políticas mais influentes de Sergipe. O imóvel é tombado como patrimônio estadual e hoje abriga o Memorial da Advocacia Sergipana.

Com ambientes preservados, o casarão oferece exposições, palestras e visitas educativas que ajudam a contar a história da elite sergipana do século XX, além de mostrar como a arquitetura da época dialogava com padrões europeus.

Monumentos contemporâneos que projetam o futuro

Monumento aos Formadores da Nacionalidade

Inaugurado em 2006 na Orla de Atalaia, esse conjunto escultórico do artista Leo Santana homenageia figuras como Zumbi dos Palmares, Dom Pedro II e Juscelino Kubitschek. Com peças de bronze de até 7 metros de altura, é um dos pontos mais fotografados da cidade.

As esculturas são acompanhadas de placas informativas e integram projetos educacionais voltados ao ensino de história e cidadania. É também uma homenagem ao Brasil plural, refletido na escolha dos personagens retratados.

Largo da Gente Sergipana

Localizado às margens do rio Sergipe, o Largo da Gente Sergipana apresenta esculturas flutuantes que representam manifestações folclóricas como o Reisado e a Chegança. Foi inaugurado em 2018 e já se tornou um ícone da cultura popular da cidade.

Além de funcionar como ponto turístico, o espaço é usado para shows, exposições e atividades educativas. À noite, a iluminação transforma o local em uma instalação artística viva, valorizando o patrimônio imaterial do estado.

Como esses monumentos impactam você?

Para os moradores, esses monumentos representam orgulho e pertencimento. A presença de história nas ruas reforça o valor da cidadania e estimula o engajamento na preservação cultural. Para empreendedores, esses espaços movimentam o turismo e criam novas oportunidades de negócio.

Já para estudantes e pesquisadores, cada monumento é uma fonte primária de dados, permitindo estudar desde arquitetura até história política, social e urbana. Com acesso gratuito ou a preços simbólicos, eles se tornam laboratórios de educação patrimonial ao ar livre.

O que vem a seguir?

A prefeitura de Aracaju e o governo de Sergipe já anunciaram planos para digitalização 3D de monumentos e roteiros com realidade aumentada. Projetos como o do Museu da Gente Sergipana estão investindo em tecnologia para tornar a experiência ainda mais interativa.

Além disso, novas parcerias público-privadas estão sendo articuladas para restaurar fachadas de prédios antigos no centro e expandir a sinalização turística em inglês e espanhol.

Os monumentos históricos de Aracaju não são apenas belas estruturas — são testemunhos da construção da cidade e da identidade de seu povo. Ao visitar e valorizar esses espaços, cada cidadão contribui para manter viva a memória coletiva de Sergipe.

Assim como uma blockchain bem projetada preserva dados com segurança, Aracaju protege suas histórias em pedra, ferro e vidro. Se você ainda não conhece, esse é o momento de fazer parte dessa narrativa.

O que é o Grande Moinho Potiguar?

O Grande Moinho Potiguar é um prédio que chama muita atenção em Natal, no Rio Grande do Norte, mas que suscita também muito interesse. O prédio é bem moderno e muito movimentando, tendo muitas vezes caminhões em sua volta.

Esse moinho, localizado na Ribeira, fica dentro do porto de Natal e tem a mais completa e moderna infraestrutura da região. Todo o interesse em seu redor já levou a muitos rumores, mas a verdade é que esse prédio centraliza um moinho de trigo, uma fábrica de massas de alta capacidade de produção, um centro de distribuição, e um terminal para o recebimento de grãos.

Assim, o Grande Moinho Potiguar é um local onde se entrega e recebe trigo brasileiro em larga escala. O edifício foi criado no ano 2000, no mesmo ano em que a empresa que detém este moinho começou também a construção de outra unidade industrial, o Grande Moinho Aratu, em Bahia.

Quem detém o Grande Moinho Potiguar?

O Grande Moinho é propriedade da M. Dias Branco S.A., uma empresa de capital aberto fundada em 1936 em Ceará, por Manoel Dias Branco. Atualmente a empresa tem já 14,000 empregados e trata de biscoitos, farinha de trigo, gorduras vegetais, lanches, bolos e mais.

O grupo M. Dias Branco tem 14 fábricas e 25 distribuidoras no total e além de atuar em esses segmentos planeja entrar no mercado das barras de cereais e dos chocolates. É esse grupo que fabrica os macarrões Fortaleza, os famosos biscoitos Piraquê, e até os Trelloso da Vitarella.

A M. Dias Branco detém também 10 mil metros quadrados do porto natalense apenas com o Grande Moinho Potiguar. No Brasil é líder no que toca a massas alimentícias. Além deste tem o Grande Moinho Aratu, num terreno de 344 mil metros quadrados, e o Grande Moinho Tambaú, numa área de aproximadamente 40 mil metros quadrados.

Gigante de 2.492 Quilates: Descoberto um dos maiores diamantes do mundo no Botsuana

A mineradora canadense Lucara Diamond anunciou nesta quinta-feira a recuperação de um diamante bruto de 2.492 quilates em sua mina de Karowe, no Botsuana. A pedra, que mal cabe na palma da mão, se junta ao seleto grupo dos maiores diamantes já encontrados na história.

O Botsuana, já conhecido por suas ricas reservas de diamantes, consolida sua posição como um dos principais produtores mundiais com essa nova descoberta. A pedra, que superou o recorde anterior do país de 1.758 quilates, estabelece um novo marco para a nação africana.

CEO da Lucara, William Lamb, afirmou:

“Estamos em êxtase com a recuperação deste diamante extraordinário de 2.492 quilates”

A empresa ainda não divulgou uma estimativa de valor para a pedra, mas analistas do setor preveem que ela possa alcançar cifras astronômicas. A qualidade do diamante, que será revelada em uma apresentação à imprensa mais tarde hoje, também será um fator crucial na determinação de seu preço final.

A descoberta desse gigante das gemas gera expectativas não apenas no mercado de joias, mas também para a economia do Botsuana. Os diamantes são uma forte fonte de renda do país e os recursos gerados pela mineração são investidos em setores como educação, saúde e infraestrutura, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico da nação.

Ficar Conectado na América do Sul: Como Aceder à Internet Durante a Sua Viagem

Viajar fora da Europa pode muitas vezes ser complicado, especialmente quando se trata de encontrar Wi-Fi confiável ou planos de dados acessíveis, sem incorrer em altas tarifas de roaming.

Neste artigo, vamos explorar várias formas de se conectar à internet enquanto visita a América do Sul, quer seja um nómada digital ou um visitante ocasional.

Visão Geral da Conectividade à Internet na América do Sul

A conectividade à internet na América do Sul é geralmente boa, especialmente nas áreas densamente povoadas, embora possa ser mais fraca em regiões remotas—semelhante ao que acontece no resto do mundo. A qualidade do Wi-Fi em albergues ou cafés pode ser inconsistente, por isso é aconselhável verificar avaliações online antes de viajar para saber o que esperar.

Imagine chamadas de vídeo interrompidas, vídeos que demoram uma eternidade a carregar e a frustração de downloads lentos. Quando o Wi-Fi não é confiável, a melhor opção geralmente é obter um cartão SIM local.

Os cartões SIM locais na América do Sul dependem da sua localização. No entanto, os dados necessários para chamadas através de Skype e Zoom para reuniões de negócios podem ser caros, especialmente porque nem todas as áreas têm internet de alta velocidade. O acesso a jogos online, como casinos ou videojogos que requerem uma conexão estável, pode ser frequentemente interrompido.

Cobertura da Internet na América do Sul

Em 2024, o acesso à internet na América do Sul é generalizado, com taxas de penetração superiores a 70% em muitos países. No entanto, as velocidades da internet variam conforme a localização. Como visitante, pode achar que o acesso a redes 5G de alta velocidade não é sempre possível, uma vez que a tecnologia ainda não está totalmente implementada em todo o continente.

Em 2019, apenas Porto Rico e Uruguai tinham lançado o 5G. Hoje em dia, já se encontra o 5G em vários outros países, incluindo a República Dominicana, Chile, México e Brasil.

Se viajar para o Brasil, por exemplo, tenha em conta que cerca de 90% dos residentes urbanos têm acesso à internet, enquanto apenas cerca de 50% das pessoas nas áreas rurais desfrutam de conectividade.

Portanto, se viajar para áreas rurais da América do Sul, esteja ciente de que poderá não ter acesso à internet.

Tipos de Acesso à Internet Mais Comuns na América do Sul

A internet móvel é o tipo de acesso à internet mais comum em toda a América Latina. Mais de 60% da população possui uma conexão móvel à internet.

A velocidade da internet móvel varia conforme o país e a localidade. No entanto, deve ser suficiente para tarefas básicas como verificar e-mail, navegar na web ou utilizar as redes sociais.

Os viajantes de curto prazo podem usar a internet móvel, já que muitas operadoras móveis oferecem planos pré-pagos que podem ser mais confiáveis do que o Wi-Fi dos estabelecimentos, que geralmente é lento.

Para comprar cartões SIM para roaming, considere empresas como KnowRoaming, OneSimCard, Holafly e Airalo. Pode ainda considerar cartões SIM regionais, incluindo a Claro, Telcel do México e Movistar.

A Movistar está amplamente disponível nos países andinos com bons planos de dados. A Claro também está presente em muitos países da América do Sul, algo que pode ser particularmente útil mesmo quando estiver em trânsito entre vários países sul-americanos.

Internet Fixa

Esta é a melhor opção para quem deseja ficar por um período mais prolongado na América do Sul. Geralmente, a internet móvel tende a ser mais barata do que a internet fixa devido às taxas de instalação e assinatura associadas a esta última. No entanto, para quem trabalha online, a internet fixa torna-se uma opção mais económica a longo prazo em comparação com a compra de pacotes de dados.

Os utilizadores de internet fixa desfrutam de velocidades significativamente mais rápidas do que os utilizadores de internet móvel, especialmente se estiver localizado numa das principais cidades. Se gosta de assistir a vídeos em streaming, a internet fixa é a sua melhor escolha, pois oferece maior velocidade e uma conexão estável, além de economizar algum dinheiro.

Dicas Finais

Agora que já conhece o panorama da conexão à internet na América do Sul, confira as nossas últimas dicas:

  1. Viaje com um Telefone Desbloqueado: Isto proporcionará mais flexibilidade na escolha de uma operadora móvel na América do Sul—se viajar com um telefone bloqueado, não poderá utilizar um fornecedor diferente.
  2. Considere Adquirir um Cartão SIM Local: Esta é geralmente a forma mais rápida e barata de se conectar à internet. Se optar por utilizar o cartão SIM do seu país de origem, confira as tarifas de roaming e escolha a opção mais adequada para a sua viagem.
  3. Veja a Possibilidade de Adquirir um Plano de Seguro de Viagem com Cobertura de Dados: Isto pode ajudá-lo a evitar altas tarifas de roaming de dados.

Viajar para o exterior, especialmente para países da América do Sul, já é caro. Por esse motivo, estar a par do tipo de conectividade à internet mais adequado pode ajudar a tornar a sua estadia mais agradável e menos onerosa.

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