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Porto em 48 Horas: Roteiro Completo com Preços e Horários

O que precisa saber:

  • O Porto é Património Mundial da UNESCO e pode ser explorado em 48 horas com o roteiro certo.
  • A Livraria Lello recebe 1,2 milhões de visitantes por ano. Bilhetes custam 8€ e devem ser comprados online.
  • Uma francesinha no Café Santiago custa entre 12-15€. O restaurante funciona desde 1959.
  • As caves de vinho do Porto em Vila Nova de Gaia oferecem visitas desde 14€ com degustação incluída.
  • O centro histórico é compacto. Todas as atrações principais ficam a menos de 20 minutos a pé.

Dia 1: Centro Histórico e Ribeira

Manhã

Comece às 08h30 na Manteigaria, perto do Mercado do Bolhão. A casa toca sinos quando uma nova fornada de pastéis de nata sai do forno. Um pastel com café custa cerca de 2€.

Às 09h30, siga para a Estação de São Bento. O átrio está decorado com mais de 20.000 azulejos pintados à mão que retratam a história de Portugal. A entrada é gratuita. Reserve 20 minutos.

Às 10h30, visite a Livraria Lello. O edifício neogótico de 1906 é considerado uma das livrarias mais bonitas do mundo. A escadaria em espiral terá inspirado J.K. Rowling para criar Hogwarts. O bilhete de 8€ é descontado na compra de um livro. Funciona das 9h às 19h.

Às 11h30, suba os 225 degraus da Torre dos Clérigos. A vista panorâmica de 360º compensa o esforço. Bilhete: 6€, inclui igreja e museu.

Almoço

O Café Santiago é considerado uma das melhores casas de francesinha do Porto. A sanduíche leva carnes variadas, queijo derretido e molho secreto levemente picante. Preço médio: 12-15€. Endereço: Rua de Passos Manuel, 226.

Alternativas: Brasão (várias localizações), Café O Afonso (aprovado por Anthony Bourdain) ou A Regaleira, onde a francesinha foi inventada em 1952.

Tarde

Às 14h30, desça até à Igreja de São Francisco. O interior está completamente revestido de talha dourada. A entrada inclui acesso às catacumbas.

Às 15h30, visite o Palácio da Bolsa ao lado. O Salão Árabe, inspirado no Alhambra, é o ponto alto da visita guiada de 45 minutos.

Às 16h30, passeie pelo Cais da Ribeira. As casas coloridas debruçadas sobre o Douro são a imagem de postal do Porto.

Às 17h30, atravesse a Ponte Dom Luís I pelo tabuleiro superior. A ponte foi desenhada por um discípulo de Gustave Eiffel. O Jardim do Morro, em Vila Nova de Gaia, oferece a melhor vista para o pôr do sol.

Noite

Jante na Ribeira com vista para o rio. Pratos típicos incluem tripas à moda do Porto e bacalhau à Gomes de Sá. Termine com um espetáculo de fado numa casa típica.

Dia 2: Vila Nova de Gaia e Foz do Douro

Manhã

Às 09h30, visite as caves do vinho do Porto em Vila Nova de Gaia. As melhores opções:

Caves Cálem: Museu interativo moderno. Algumas visitas incluem fado. Desde 14€.

Graham’s: Sala de degustação com vista espetacular para o Porto. O restaurante Vinum serve almoços premium. Desde 23€.

Sandeman: Famosa pelo logótipo do homem de capa preta. Desde 15€.

Ferreira: Única grande casa de origem portuguesa. Caves renovadas recentemente.

Reserve online com antecedência.

Às 11h30, explore o World of Wine (WOW). O complexo tem seis museus dedicados ao vinho, chocolate e cortiça. Bilhete por museu: a partir de 14€.

Almoço

O Mercado Beira-Rio em Gaia oferece tábuas de queijos, pratos vegetarianos e cervejas artesanais num ambiente descontraído. Funciona das 11h às 22h.

Tarde

Às 14h00, apanhe o elétrico histórico (Linha 1) no Cais da Ribeira até à Foz do Douro. O percurso cénico dura 30 minutos.

Às 15h00, passeie pelo Jardim do Passeio Alegre e continue até ao Farol de Felgueiras. Em dias de bom tempo, pode caminhar pelo molhe até ao farol.

Às 16h00, descanse na Pérgola da Foz. O miradouro oferece vista para a Praia do Molhe e o Atlântico. É o local perfeito para um Porto tónico.

Às 17h30, se tiver energia, visite a Fundação de Serralves. O museu foi projetado por Álvaro Siza Vieira. Os jardins têm 18 hectares. Bilhete: 20€.

Noite

Regresse ao centro pela Rua de Santa Catarina. Não perca a fachada de azulejos da Capela das Almas, especialmente bonita à noite. Termine num bar de vinhos da Baixa.

Informações Práticas

Como chegar: O Aeroporto Francisco Sá Carneiro fica a 15 km do centro. Metro (Linha E): 30 minutos, 2,60€.

Transporte: O centro histórico é compacto e faz-se a pé. Para distâncias maiores, use metro ou autocarros STCP. O cartão Andante Tour oferece viagens ilimitadas.

Melhor época: Primavera (abril a junho) e outono (setembro a novembro). Menos turistas e temperaturas agradáveis.

Orçamento diário: Económico: 50-70€. Médio: 100-150€. Confortável: 200€+.

Onde ficar: Ribeira/Baixa para o centro da ação. Cedofeita para ambiente artístico. Foz para tranquilidade junto à praia.

8 Monumentos históricos de Recife a visitar

Recife é uma cidade rica em história e cultura e possui uma série de monumentos históricos que refletem sua evolução e diversidade. Entre eles estão a Concatedral de São Pedro dos Clérigos, uma imponente estrutura construída no século XVII que combina elementos do estilo barroco e rococó.

Entre esses monumentos há também o Forte das Cinco Pontas, um forte militar construído no século XVII que protegia a cidade de ataques inimigos; e o Palácio do Campo das Princesas, uma impressionante estrutura construída no século XIX que abriga o Museu de Arte Moderna de Recife. Esses monumentos históricos são testemunhas da história da cidade e são uma parada obrigatória para qualquer visitante interessado em conhecer sua rica história e cultura.

Concatedral de São Pedro dos Clérigos

A catedral possui uma estrutura vertical incomum, com uma portada imponente de cantaria rica. No corpo central da catedral, além da portada, há uma janela em meio arco abatido com balaústres e adornos de cantaria que se unem à portada.

Acima da janela, há um frontispício ornamentado com volutas, pináculos e uma cruz, além da imagem de São Pedro no nicho do tímpano. As torres da catedral têm janelas que se abrem internamente para o coro, emolduradas por balaústres e ornamentação de cantaria.

Além de sua importância religiosa, a catedral também foi um importante centro de música sacra no passado, tendo tido como Mestre de Capela o pernambucano Luís Álvares Pinto (1719-1789), uma das grandes figuras da música colonial brasileira.

O interior da catedral é igualmente impressionante, com uma pintura ilusionista no teto feita por João de Deus Sepúlveda em 1764. A sacristia, com o altar de Nossa Senhora da Soledade, foi inaugurada em 1781. Inácio Melo Albuquerque foi o mestre-dourador das obras de talha, que foram concluídas em 1784.

O edifício faz parte de um conjunto arquitetônico de grande importância erigido em torno do Pátio de São Pedro, e foi declarado Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1982.

Forte das Cinco Pontas

O Forte das Cinco Pontas é construído em forma de pentágono irregular e tem cinco pontas, daí o seu nome. É cercado por muralhas de pedra e tem três portões de acesso, e o seu interior possui um pátio central com um poço no meio e edifícios militares nas bordas. Também possui um terraço com vista para a baía de Recife.

O forte foi utilizado como base militar até o século XIX, quando foi desativado e passou a ser utilizado como prisão. Mais tarde, foi transformado em museu e hoje é um importante monumento histórico da cidade. O Forte das Cinco Pontas está aberto ao público e oferece visitas guiadas pelo seu interior e pelo seu terraço com vista para a baía.

O Forte das Cinco Pontas é um importante exemplo da arquitetura militar do período colonial no Brasil e um testemunho da história militar de Recife. Sua localização no meio da cidade também o torna uma atração turística popular, oferecendo aos visitantes uma visão única da cidade e da sua história militar.

Palácio dos Campos das Princesas

O Palácio dos Campos das Princesas é monumento histórico do Recife que foi construído no século XIX como residência oficial do governador do estado de Pernambuco e hoje abriga o Museu de Arte Moderna de Recife (MAM-Recife).

O palácio é um exemplo notável da arquitetura neoclássica do Brasil. Sua fachada principal é composta por uma colunata de seis colunas coríntias que sustentam um frontão triangular ornamentado com esculturas de grifos e uma imagem de Minerva. O interior do palácio é igualmente impressionante, com salões ornamentados com molduras douradas e tapeçarias francesas.

Museu de Arte Moderna de Recife

Museu de Arte Moderna de Recife já mencionado acima, o MAM-Recife, é sede de uma importante coleção de arte moderna e contemporânea do Brasil e do mundo, com foco em obras produzidas desde os anos 1950. A coleção do museu inclui pinturas, esculturas, instalações, fotografias e outras mídias, de artistas como Hélio Oiticica, Lygia Clark, Paulo Bruscky e Cildo Meireles, entre outros.

Um dos destaques do MAM-Recife é seu jardim de esculturas ao ar livre, onde os visitantes podem explorar uma série de obras em grande escala de artistas como Victor Brecheret, Lygia Pape e Rubem Valentim. O jardim proporciona um belo cenário para os visitantes apreciarem a arte e aproveitarem o ar livre.

Forte de São João Batista do Brum

Também conhecido como Forte de Brum, este é um histórico forte militar no início do século XVIII para defender a cidade de ataques de piratas e outras potências estrangeiras.

O forte é construído de pedra e tem forma pentagonal, com cinco bastiões que oferecem uma visão clara da área circundante. Ele está localizado no topo de uma colina, o que ajuda a proporcionar uma camada adicional de defesa. O forte foi originalmente equipado com canhões e outras artilharias, e suas paredes eram tão grossas que conseguiam suportar o fogo de canhão.

Ao longo dos anos, o Forte de Brum teve muitos usos. Ele foi usado como quartel militar, prisão e depósito. Hoje em dia, está aberto ao público como museu, mostrando a história do Recife e o papel que o forte desempenhou em sua defesa. Os visitantes podem explorar os túneis subterrâneos do forte, que eram usados para armazenar armas e suprimentos, e subir até o topo dos bastiões para desfrutar de vistas panorâmicas da cidade.

Instituto Ricardo Brennand

Esse instituto foi fundado em 1999 e é uma instituição cultural e educacional. O seu fundado, Ricardo Brennand, é dedicado à preservação e promoção da cultura e história brasileiras.

O Instituto Ricardo Brennand é lar de uma vasta coleção de arte, artefatos e documentos históricos, incluindo pinturas, esculturas, manuscritos e mapas. A coleção abrange uma ampla gama de períodos e inclui obras de alguns dos mais importantes artistas do Brasil, como Mestre Vitalino e Cícero Dias.

Além de sua impressionante coleção, o Instituto Ricardo Brennand também oferece uma variedade de programas educacionais e culturais, como palestras, concertos e exposições. Também atua como centro de pesquisa, fornecendo recursos e apoio a pesquisadores e estudantes que estudam a cultura e história brasileiras.

Teatro Municipal de Recife

O Teatro Municipal de Recife foi construído no início do século XX e é um exemplo da arquitetura neoclássica da época e é é frequentemente utilizado para apresentações de música, dança, teatro e outras formas de arte. Ele também é um local popular para eventos sociais, como casamentos e formaturas.

Além de ser um importante espaço cultural da cidade, o Teatro Municipal de Recife também é um destino turístico popular. Ele é aberto ao público e oferece visitas guiadas, que permitem que os visitantes conheçam mais sobre a história e a arquitetura do teatro.

Praça Rio Branco

Temos, para concluir essa lista de monumentos históricos em Recife, a Praça Rio Branco. Esse é um importante espaço localizado no centro da cidade e é conhecida pela sua beleza.

A praça foi criada no século XIX e foi originalmente chamada de Largo da Paciência. Em 1894, ela foi renomeada para homenagear o primeiro ministro do Brasil, José Maria da Silva Paranhos Jr., mais conhecido como Barão do Rio Branco.

Esta está cercada por importantes edifícios históricos, como o Palácio da Justiça e o Teatro Municipal de Recife. Ela também é o ponto de partida para a Avenida Rio Branco, uma das principais vias da cidade.

Qual a cidade mais quente de Portugal?

Portugal é conhecido por ter 300 dias de sol durante o ano. O clima é temperado e as estações são bem definidas. O verão é quente e seco especialmente na cidade mais quente de Portugal, enquanto o inverno é frio e úmido dependendo da região e pode ser bem difícil de passar. A primavera e o outono têm temperaturas mais amenas.

A temperatura mínima em janeiro, que é o mês mais frio, é de 8ºC com máxima de 15ºC. No entanto, durante o verão bem quente, as temperaturas chegam a ser bem altas, talvez até um pouco demais para se passar bem o tempo no dia-a-dia.

Cidade mais quente de Portugal

Lousã foi o local onde se registou a temperatura mais elevada em Portugal, com 46,3 ºC, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Santarém, Amareleja, Mora, Alvega e Reguengos foram os lugares seguintes, com temperaturas entre 46,2 ºC e 45,1 ºC.

O meteorologista do IPMA, Pedro Sousa, informou que mais de 50 estações meteorológicas registaram temperaturas entre 40 ºC e 45 ºC. As regiões mais quentes do país incluem Alcácer do Sal, Setúbal, Alentejo, Évora, Bragança, Lisboa e Santarém.

O mar é menos frio no sul do que no oeste. Em novembro, é a época ideal para assistir às ondas gigantes na praia de Nazaré. É também quando as luzes de Natal são acesas em algumas cidades.

Em contraste a zona mais fria é as Penhas Douradas, com temperatura negativa que chega a 7,1ºC. O inverno começa no fim de dezembro e termina no final de março. O verão, que é considerado por muitos a melhor época para visitar Portugal, acontece de junho a setembro, sendo julho e agosto os meses de alta temporada.

Nessa altura é bem difícil encontrar espaço nas zonas mais procuradas, logo é preciso sempre marcar a sua viagem com antecedência para se certificar de que tudo corre bem. Mesmo que encontre lugar em cima da hora, terá de pagar um extra devido à elevada procura.

Como é a temperatura em Portugal em Novembro?

Em novembro, o verão acaba e as temperaturas começam a cair em Portugal. As temperaturas médias em Porto e Lisboa são de 15°C e 17°C, respetivamente.

As temperaturas máximas são de 18°C e 19°C, e as temperaturas mínimas são de 13°C e 15°C. O clima pode ser adverso durante este mês, mas é possível visitar usando roupas adequadas. Pode chover em ambos os lugares durante este mês. É possível ver neve em algumas partes de Portugal, como nas Penhas Douradas.

É recomendável comprar roupas de frio para os meses de inverno. É possível obter informações sobre o clima em Portugal online através do site do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

O luxuoso Palácio da Disney em Sintra

A Quinta da Felicidade é conhecida por alguns como a Disneylândia do Parque Natural de Sintra-Cascais, enquanto outros a chamam de Palácio da Disney. Alguns dizem que o local está abandonado, mas isso é falso.

De acordo com Carlos Manuel Maia Nogueira, o proprietário da Quinta da Felicidade, o lugar não está abandonado e ele está aberto ao público. A Quinta da Felicidade é um lugar cheio de histórias e lendas, e há muito para contar sobre esse local mítico.

O fundador do Palácio Disney de Sintra

Carlos Manuel Maia Nogueira foi o primeiro vendedor de computadores pessoais em Portugal. Ele também foi um dos fundadores da Solbi (Sociedade Lusobritânica de Informática), uma empresa que liderou a venda de computadores em Portugal e chegou a faturar cerca de 150 milhões de euros. A Solbi faliu em 2008, deixando dívidas na banca que ultrapassavam os 23 milhões de euros.

Ainda assim, Maia Nogueira investiu 10 milhões de euros na Quinta da Felicidade, um espaço de 9000 metros quadrados que ficou conhecido como Disneylândia ou Palácio da Disney. O nome foi inspirado pelo antigo proprietário do terreno, um inglês casado com uma espanhola chamada Felicity. A Solbi comprou o terreno por 70 mil contos, o equivalente a 349 mil euros na moeda de hoje.

A Quinta da Felicidade foi construída ilegalmente no local de uma antiga casa que foi demolida. O espaço, que foi construído entre 1986 e 2003/4, foi pensado e financiado fundador da Solbi, que investiu cerca de 10 milhões de euros no local.

O Palácio da Disney em Sintra conta com detalhes luxuosos, como uma piscina interior aquecida feita com mármore azul da Venezuela, um cadeirão chinês, estátuas italianas e um pássaro do Brasil. Além disso, a casa tem as maiores colunas de mármore construídas em Portugal e chão aquecido. A casa principal também tem um cofre escondido e um bunker para uso em caso de perigo.

O porquê de se chamar Palácio da Disney

Ao lado da casa principal da Quinta da Felicidade, há um pequeno palácio que foi inspirado no palácio existente na Disneyland Paris. O empresário Maia Nogueira obteve autorização da Disneyland Paris para construir o palácio e recebeu fotos para ajudá-lo no processo.

O palácio foi construído para a sua filha, que costumava brincar em um depósito no local quando era mais jovem. Além disso, a Quinta da Felicidade também possui duas casas independentes para os caseiros e várias obras de arte, incluindo esculturas de Rogério Timóteo e outras feitas com mármore preto chinês.

A Quinta da Felicidade era um espaço alugado pela empresa Solbi, que utilizava o local para realizar diversas formações, festas e eventos de marcas internacionais. O fundador da empresa, Nogueira, recorda a apresentação de um processador pela Intel naquele que ele próprio chamou de “Palácio da Disney”.

Ele também recordou uma festa com 700 pessoas sentadas na sala e no exterior da casa principal, bem como as noites de fim de ano no que era o salão de jogos. A garagem da Quinta da Felicidade foi utilizada por vários carros notáveis, incluindo a primeira limusine importada legalmente em Portugal, que foi comprada em Los Angeles por cerca de 20 mil euros.

No entanto, o elevado custo da manutenção da Quinta da Felicidade levou Nogueira a sair do local. Hoje, o espaço está com o banco e será leiloado eletronicamente por 3 milhões de euros.

Em tempos, houve uma oferta de 3,4 milhões de euros (a maior recebida), mas um juiz não autorizou a venda por considerar o valor baixo em relação à avaliação real. Nogueira acredita que agora o local deverá ser vendido sem problemas. No interior da propriedade e da casa, é possível notar os danos causados pelo vandalismo, incluindo furtos de obras de arte e outros bens da casa.

6 Monumentos históricos de Fortaleza que vai querer conhecer

A cidade de Fortaleza, localizada na região nordeste do Brasil, é conhecida por suas belas praias e cultura vibrante. Também é sede de vários monumentos famosos que atraem turistas de todo o mundo.

O mais famoso deles é a Estátua de Iracema Guardiã, que é uma escultura de uma mulher, criada pelo renomado artista brasileiro cearense Zenon da Cunha Mendes Barreto. Este monumento simboliza a ligação da cidade com o mar e sua história como um importante porto de pesca. Outro monumento famoso em Fortaleza é o Teatro José de Alencar, que é um dos mais importantes centros culturais da cidade.

Estátua de Iracema Guardiã

O nome da estátua, Iracema, vem de um famoso romance brasileiro de José de Alencar, que conta a história de uma jovem indígena que se apaixona por um explorador português.

A estátua Iracema guardiã está localizada na Praia de Iracema, uma das praias mais populares de Fortaleza. A estátua é feita de bronze e tem aproximadamente 3 metros de altura. Está situada na areia, com as ondas do oceano lambendo os pés da mulher. A pose da estátua é relaxada e graciosa, com os braços da mulher estendidos atrás da cabeça e o corpo levemente virado para o lado.

Esta é uma homenagem à ligação da cidade com o mar e sua história como um importante porto de pesca. Ela também simboliza a mistura única de culturas indígenas e europeias que pode ser encontrada no nordeste do Brasil.

Além de seu apelo estético, a estátua Iracema guardiã também é um importante marco cultural que já se tornou muito popular para turistas e moradores que estão sempre admirando sua beleza. Ela serve como lembrete da rica história da cidade e da mistura única de culturas que moldaram sua identidade.

Teatro José de Alencar

Batizado com o nome do famoso escritor e intelectual brasileiro José de Alencar, o teatro foi construído no início do século XX e desde então se tornou um dos mais importantes centros culturais da cidade.

O Teatro José de Alencar é conhecido por sua bela arquitetura neoclássica e design de interiores ornado. O auditório principal do teatro conta com um balcão grande, teto alto e trabalhos em gesso intrincados, dando-lhe um senso de elegância e sofisticação. Conta também com um sistema de som de última geração e assentos confortáveis, tornando-o um local ideal para uma ampla gama de performances.

Este monumento famoso de Fortaleza acolhe uma variedade de eventos, desde concertos de música clássica e peças de teatro até shows de dança moderna e produções teatrais contemporâneas. O teatro oferece visitas guiadas, dando aos visitantes a oportunidade de aprender mais sobre sua história e arquitetura.

Monumento Almirante Tamandaré

O Monumento Almirante Tamandaré é uma estátua em homenagem ao oficial naval e estadista brasileiro José Maria da Silva Paranhos Jr., é feita de bronze e tem aproximadamente 4 metros de altura. Está situada nos jardins da Prefeitura de Fortaleza, com vista para a praça central da cidade.

Este monumento foi criado pelo escultor brasileiro Feliciano Miguel de Brito e foi revelado em 1908. A estátua retrata o Almirante Tamandaré de uniforme naval completo, em pé e orgulhoso com uma espada na mão. A estátua é cercada por quatro figuras menores, representando as quatro ramificações das Forças Armadas brasileiras.

A estátua é um local popular para turistas e moradores, que muitas vezes vêm admirar sua beleza e prestar suas homenagens a esta importante figura da história brasileira.

Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura foi fundado em 1985 e desde então se tornou um importante ponto de encontro para as artes no nordeste do Brasil.

O Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura conta com uma ampla gama de instalações, incluindo um museu de arte, um planetário, um teatro e várias galerias. Este acolhe uma variedade de eventos, como concertos, peças de teatro e oficinas, tornando-se um destino cultural vibrante e dinâmico.

Além de suas ofertas culturais, o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura também é uma importante instituição educacional, pois oferece uma série de programas e aulas, incluindo aulas de arte, cursos de línguas e oficinas para crianças e adultos.

Parque Estadual do Cocó

O Parque Estadual do Cocó é um parque natural que foi criado em 1988, abrange uma área de mais de 6 mil hectares e é uma importante área de conservação da biodiversidade na região nordeste do Brasil.

Esse parque é um refúgio para uma ampla variedade de espécies animais e vegetais, abrigando uma floresta tropical úmida, com árvores altas e um rico ecossistema de vida selvagem. Algumas das espécies encontradas no parque incluem jacarés, ariranhas, macacos-prego e pássaros tropicais coloridos.

Quem visitar o parque consegue encontrar várias atividades recreativas, incluindo ciclismo, trilhas para caminhadas, e lagos para a canoagem, entre outros. Pode fazer uma visita guiada do local para descobrir mais sobre a vida no nosso planeta.

Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará

Para concluir a nossa lista de monumentos históricos de Fortaleza temos o Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará, também conhecido como MAC. Como o nome indica, pertence à Universidade Federal do Ceará, tendo sido fundado em 1963 com a missão de promover a arte e a cultura.

O MAC é um museu de arte contemporânea e possui uma coleção rica e diversificada de obras de arte. A coleção do museu inclui pinturas, esculturas, fotografias e objetos de arte contemporânea, produzidos por artistas brasileiros e internacionais. O museu também realiza exposições temporárias e eventos culturais, como palestras e performances artísticas.

Além de sua coleção de arte, o MAC também oferece serviços educacionais. O museu oferece programas de visitas guiadas e atividades educativas para estudantes e grupos interessados ??na arte e na cultura

Imagem de destaque via Wikimedia, CC 3.0 Brasil

7 Bairros com nomes indígenas para conhecer

A herança cultural indígena continua bem presente na realidade do Brasil contemporâneo. Podemos encontrar fortes evidências dessa herança em praticamente todos os aspetos do quotidiano brasileiro.

Esta realidade é tão proeminente que basta sairmos de casa para sermos facilmente confrontados pela mesma, uma vez que em praticamente todas as regiões do país é possível encontrar, sem qualquer tipo de dificuldade, bairros com nomes caracterizados por raízes indígenas. De seguida daremos a conhecer alguns dos bairros mais proeminentes do Brasil.

Ipanema

No que toca a bairros com nomes indígenas, Ipanema é, sem qualquer sombra de dúvida, um dos mais populares e emblemáticos de todos eles. Localizado na zona sul do Rio de Janeiro, Ipanema pode ter, no idioma “tupi”, uma destas três definições: “água ruim, rio sem peixes”; “água fedorenta” ou “rio amarelo”. O nome deste bairro é uma referência direta a São João do Ipanema, cujo nome foi inspirado no Rio Ipanema.

Cocotá

Cocotá é um bairro situado na zona norte do Rio Janeiro, e também ele de origem indígena.O nome pode ser literalmente traduzido para “roças” e faz referência aos primeiros cultivos realizados pelos habitantes da Ilha do Governador.

Cacuia

O bairro Cacuia fica localizado na área central da Ilha do Governador, pertencente ao estado do Rio de Janeiro. O seu nome, de origem indígena, pode traduzir-se como “mato que cai, que se desprende”.

Camorim

Situado no Bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, Camorim é uma palavra pertencente ao idioma tupi, que pode ser traduzida como “robalozinho”. Esta região costumava pertencer a Gonçalo Correia de Sá e foi outrora conhecida como “Pirapitingui”, que significa “peixe de escamas brancas”. 

Cachambi

Conhecido por ser bairro de classe média, Cachambi é um bairro de nome índigena localizado no norte do Rio de Janeiro. O seu nome tupi pode ter diversas definições, entre elas “laço que amarra o capim” e “mato trançado”. É um bairro bastante conhecido e apreciado pelo seu público alvo, que faz fronteira com tantos outros também de classe média, como é o caso de Méier, Todos os Santos, Del Castilho, Engenho de Dentro e Engenho Novo.

Leia também: Nome Indígenas de Cidades Brasileiras

Mooca

Mooca fica situado na zona oeste do município de São Paulo, e é considerado um bairro muito tradicional habitado maioritariamente por moradores de classe média. De acordo com a literatura existente proveniente de historiadores, a palavra “Mooca” pertence ao idioma tupi, podendo significar “fazer casa” ou “ares amenos”. Curiosamente, esta expressão começou por ser usada como referência aos primeiros habitantes caucasianos da região, que construíam as suas casas com recurso ao barro.

Pacaembu

Pacaembu localiza-se na zona oeste e central do município de São Paulo e é conhecido por ser um “bairro nobre”, muito popular entre os mais abastados. O seu nome, também de origem tupi, tem um significado muito simples: “terras alagadas”. Este nome é uma referência directa à geografia da região, caracterizada por imensos rios que durante as épocas de grandes chuvas costumavam alagar por completo os caminhos de terra dos indígenas, dificultando assim a sua passagem.

Quantas vezes o brasil é maior que Portugal?

O Brasil caracteriza-se por uma área territorial extremamente ampla, sendo mesmo um dos maiores países a nível mundial. Com uma área total de 8.525.989 km², apenas a Rússia, os E.U.A, a China e a Austrália conseguem ultrapassá-lo em termos de área total.

O Brasil é de tal forma vasto que tem quase o mesmo tamanho de toda a Europa, possuindo a dimensão de cerca de 80% da mesma. E ainda que não seja maior do que o continente europeu, o Brasil supera, a nível de área total, a União Europeia, que possui “apenas” 3,928,273 km². Ou seja, feitas as contas cabiam, facilmente, duas Uniões Europeias dentro do Brasil. 

Portugal, por outro lado, com apenas 92,212 km² de área total, pertence à lista dos 100 países mais pequenos de todo o mundo. Feitas as contas, o Brasil é 92 vezes maior do que Portugal. É uma diferença brutal entre dois países que apesar da sua extensa ligação histórica e cultural, são profundamente diferentes do ponto de vista geográfico, a praticamente todos os níveis.

Quase todos os estados do Brasil são muito maiores do que Portugal, havendo apenas umas poucas excepções a essa regra. Mato Grosso, por exemplo, é perto de 10 vezes maior do que Portugal. O Amazonas, por seu lado, que constitui o maior estado do Brasil, tem uma área cerca de 16 vezes superior à área Portuguesa, com os seus 1.559.167 km². Também a Bahia é muito maior do que Portugal, tendo uma área total de 564.760 km².  Ou seja, Portugal cabia 6 vezes dentro da Bahia.

O Estado do Brasil com uma área mais próxima da portuguesa é Santa Catarina, com 95.730 km². No que toca a estados brasileiros com uma área inferior à de Portugal, só existem sete: Paraíba(56.467), Rio Grande do Norte(52.809), Espírito Santo(46.074), Rio de Janeiro(43.750), Alagoas(27.843), Sergipe(21.925) e Distrito Federal(5.760).

Quantos quilômetros tem Portugal?

Brasil é um país enorme comparado com muitos outros, especialmente Portugal, com quem tem uma relação bem especial. Para quem pretende visitar ou até viver na Europa, faz parte da pesquisa saber quantos quilômetros tem Portugal e qual a sua área.

De acordo com a Direção Regional do Terreno, Portugal tem uma área total de 92 149 km². Se levarmos em conta apenas o território continental, que é o que realmente importa, então podemos dizer que Portugal é composto por 89 015 km².

Portugal Continental apresenta uma forma retangular, com um comprimento total de 561 km. Este valor é o resultado da distância entre Melgaço, no Minho, e o Cabo de Santa Maria, no Algarve que é bem famoso pelas suas praias. Ou seja, a distância total direta entre a extremidade sul e a extremidade norte.

Portugal possui 832 km de costa no lado do oceano Atlântico. Já do lado oposto, podemos contabilizar 1215 km de fronteira terrestre com Espanha. No que toca a largura, medindo da Foz do Neiva a Miranda do Douro, contamos com um total de 215 km.

Falando do arquipélago dos Açores, a sua área total é de 2 355 km², levando em conta todas as suas nove ilhas. Já o arquipélago da Madeira, consideravelmente mais pequeno, conta com uma área de 741 km², e encontra-se situado a 1000 km do continente e a 5000 km da costa africana.

No que toca a altitude, o ponto mais alto de Portugal é a montanha do Pico, localizada na Ilha do Pico, nos Açores, com 2351 metros de altitude. Logo a seguir temos a Torre da Serra da Estrela, que representa o ponto mais alto de Portugal Continental, com 1993 metros de altitude. Em terceiro lugar, com 1862 metros de altitude, tem o Pico Ruivo, localizado na Ilha da Madeira.

É importante notar que alguns destes valores poderão, nuns poucos casos, variar muito ligeiramente consoante as mais diversas fontes. Diferentes entidades responsáveis pelas medições poderão reportar valores que apresentem pequeníssimas discrepâncias entre si, mas a variação costuma ser pouca e segue sempre a hierarquia de valores reportada neste artigo.

Qual a aldeia mais alta de Portugal?

O Sabugueiro é, comumente, reconhecido como a aldeia mais alta de Portugal, o que tem feito com que se tornasse um ponto turístico muito atrativo. É uma aldeia muito pequena, com apenas 46,47 km² de área e 478 habitantes, localizada no município de Seia, na sub-região da Serra da Estrela.

Essa é uma aldeia muito antiga e pitoresca, com imensa história para contar. É caracterizada por uma beleza paisagística inconfundível, composta por magníficas quedas de água e uma belíssima vegetação tipicamente serrana, que em conjunto criam um cenário visual de tirar o fôlego.

Não é por acaso que esta localidade é hoje em dia tão requisitada por turistas de todo o mundo. Para além da fama de que goza pelos seus 1120 metros de máxima, esta é, genuinamente, uma das regiões mais belas de Portugal, que não deverá deixar de visitar caso tenha a oportunidade.

Considerado um centro turístico serrano, o Sabugueiro é composto, maioritariamente, por casas rurais graníticas, dotadas de uma arquitetura muito típica da região. Sendo uma localidade muito pequena, não há assim muito para fazer para além de contemplar a riqueza natural que a caracteriza. No entanto, poderá aqui encontrar um museu etnográfico que lhe dará a oportunidade de se familiarizar mais aprofundadamente com toda a história e tradição desta aldeia.

Ainda que o Sabugueiro goze da fama de ser a aldeia mais alta de Portugal, e muito beneficie turisticamente desse título, a realidade é que o mesmo tende a ser muito disputado, uma vez que há, de fato, localidades ainda mais altas em Portugal, se bem que muito menos conhecidas.

Sendim pode ser a aldeia mais alta de Portugal

A verdade é que qual a aldeia mais alta é uma curiosidade sobre Portugal bem contestada. Sendim, localizada no concelho de Montalegre, reclama para si o título pelo qual o Sabugueiro é conhecido, uma vez que se localiza a 1155 metros de altitude. O único problema é que Sendim deixou de ser uma aldeia em 1989, sendo hoje uma vila. Portanto, tecnicamente, não poderá roubar o título ao Sabugueiro.

A diferença é que se vê uma aldeia como uma localidade com poucos habitantes “que geralmente trabalham numa economia de cariz rural.” Uma vila é bem maior e já inclui “comércio e serviços e alguma economia de autossuficiência,” segundo o meio de comunicação do estado português RTP.

Ainda assim, mesmo com Sendim fora de jogo, existem outras localidades que se dizem dignas desse título. Temos, por exemplo, Pitões das Júnias, localizado também em Montalegre, a uma altitude de 1140 metros.

Dito isto, a povoação que se localiza realmente à maior altitude em Portugal é Penhas da Saúde, na Serra da Estrela, situado a 1500 metros de altitude no seu ponto mais alto. No entanto, não sabemos se será merecedor do título de aldeia mais alta de Portugal, uma vez que, tecnicamente, não tem habitantes permanentes suficientes para ser considerado verdadeiramente uma aldeia. O Sabugueiro continuará a gozar da fama de ser a aldeia mais alta de Portugal, mas o verdadeiro merecedor do galardão é Pitões das Júnias.

Seja como for, qualquer um destes aldeamentos é digno de sua visita, uma vez que todos eles têm algo de interessante a oferecer.

Conheça a Ilha Feia em Búzios

Búzios tem belas praias, uma incrível variedade de bons restaurantes e bares, passeios incríveis para se fazer, e ainda várias cidades vizinhas com muito para se fazer mesmo que esteja chuva. Algo que se fala pouco é a Ilha Feia em Búzios, que apesar do nome tem uma beleza incrível.

Essa ilha tem o nome de Ilha Feia, dizem, porque há muito tempo um raio cauí em cima da sua vegetação e queimou tudo, deixando um cenário bem destrutivo. Se tal aconteceu, a ilha já recuperou do trauma e tem agora um aspeto bem verdinho e vivo.

Outros afirmam que a ilha tem esse nome por conta de um paredão de rocha por todo um lado da ilha, que por vezes é chamado de “Paredão da Morte.”

A ilha tem atualmente uma boa diversidade de vida animal com coelhos, cabras, bodes, e outros animais bem visíveis para quem visita a ilha. A vegetação nessa ilha é bem densa, mas a beleza de quem entra nela faz com que valha a pena explorar, ainda que com cuidado e tendo em conta a vida selvagem na ilha.

O que fazer na Ilha Feia?

A beleza dessa ilha em Búzios é quase tudo o que se tem para aproveitar, bem como a praia que fica nela. Essa, a Praia das Moças, é ponto de parada de vários passeios de Escuna e Lanchas Privadas pela sua beleza e ponto estratégico.

A Praia das Moças, tal como toda a Ilha Feia, tem um cenário único e inóspito muito adorado pelos turistas. As suas águas são bem limpinhas e calmas, visto que a ilha não é assim muit grande.

Para apreciar a beleza da ilha é possível fazer passeios de barco que passam também por outras pequenas ilhas locais e outras praias. Esses passeios costumam ter serviço de bordo com bar, petiscos, e bebidas disponíveis. O ponto alto do passeio será mesmo a vida marítima que incluí cardumes de peixes e tartarugas verdes.

Outra atividade a aproveitar será o mergulho. A Ilha Feia tem um ponto de mergulho relativamente raso com no máximo 12 metros, que é ideal para ver peixes, tartarugas, e corais bem bonitos.

Ilhas Espanholas Mais Quentes: As Melhores para Férias de Sol o Ano Inteiro

Para quem vive em cidades onde o inverno toma conta por meses, o desejo de escapar para um lugar de calor constante é forte. Na Europa, poucas regiões atendem a esse desejo tão bem quanto as ilhas espanholas — especialmente as Canárias.

Entre vulcões, praias douradas e florestas exuberantes, essas ilhas oferecem mais do que cenário bonito: seu clima subtropical garante temperaturas agradáveis quase todos os dias do ano.

As 6 Ilhas Espanholas Mais Quentes

  1. Gran Canaria
  2. Fuerteventura
  3. Tenerife
  4. Lanzarote
  5. La Palma
  6. Ibiza (representando as Baleares)

Gran Canaria: Diversidade de Climas e Sol Garantido

Gran Canaria é conhecida como um continente em miniatura. Isso porque a ilha oferece desde montanhas úmidas até desertos ensolarados.

O sul da ilha — onde ficam Maspalomas e Puerto Rico — quase nunca vê nuvens, mesmo no inverno. As dunas de Maspalomas lembram um pequeno Saara à beira-mar e contrastam com a vida noturna movimentada de Playa del Inglés.

Trilhas na região de Tejeda e Roque Nublo atraem caminhantes, enquanto o clima seco e quente torna a ilha ideal para famílias, aposentados e qualquer pessoa fugindo do frio europeu. A temperatura média no inverno gira em torno de 22 a 24?°C, com menos de 30 dias de chuva por ano no sul.

Leia também: 13 praias de Espanha com água quente que você precisa conhecer

2. Fuerteventura: Praias Infinitas e Céu Limpo

Fuerteventura é a escolha ideal para quem quer praias longas, areia fina e poucas multidões. Também é a ilha mais ventosa, o que a torna um paraíso para esportes como kitesurf e windsurf. Corralejo, no norte, oferece dunas protegidas em um parque natural, e a ilhota de Lobos, a apenas 15 minutos de barco, convida para passeios rápidos.

As águas são cristalinas, perfeitas para snorkeling e mergulho, e a ilha também atrai quem busca retiros de yoga e bem-estar. Com temperaturas ao redor de 22?°C no inverno e chuva quase inexistente, o clima árido é um alívio para quem tem problemas respiratórios.

Tenerife: Clima Estável e Aventura

A maior das Canárias, Tenerife tem de tudo: praias, montanhas, parques temáticos e cultura. O Monte Teide, ponto mais alto da Espanha, divide a ilha em duas zonas climáticas.

O sul, incluindo Playa de las Américas e Costa Adeje, é ensolarado e turístico, enquanto o norte é mais verde e fresco. No topo da lista de atrações estão o Parque Nacional do Teide e o famoso Carnaval de Santa Cruz, considerado o segundo maior do mundo.

Os parques temáticos como Loro Parque e Siam Park atraem famílias, enquanto vilarejos como La Orotava oferecem charme colonial. No inverno, a temperatura média é de 21?°C, com seis a oito horas de sol por dia.

Lanzarote: Vulcões e Arte

Lanzarote parece um planeta à parte. Suas paisagens secas e vulcânicas foram aproveitadas pelo artista local César Manrique, que projetou mirantes, museus e centros culturais integrados à natureza.

O Parque Nacional de Timanfaya oferece vistas impressionantes de campos de lava e vulcões, enquanto Jameos del Agua mistura natureza com arquitetura em cavernas subterrâneas. Até o cultivo de uvas em solo vulcânico, na região de La Geria, é um atrativo inusitado para quem aprecia vinhos.

A ilha também é conhecida por boas ondas para o surfe e céu limpo para observação de estrelas. Com temperaturas entre 21 e 22?°C no inverno e mais de 300 dias de sol por ano, é uma das ilhas mais secas da Espanha.

La Palma: Natureza e Céus Claros

Menos turística e mais montanhosa, La Palma oferece um equilíbrio entre calor, natureza e tranquilidade. A ilha é ideal para caminhantes e amantes de natureza, com atrações como o Parque Nacional da Caldera de Taburiente e mirantes como Roque de los Muchachos. A capital Santa Cruz de La Palma mantém um charme colonial e é um bom ponto de partida para explorar trilhas e áreas verdes. Com céu extremamente limpo, La Palma também abriga observatórios científicos e se destaca como destino de astroturismo. Embora mais úmida que outras ilhas canárias, ainda mantém clima quente e estável.

Ibiza: A Estrela das Baleares

Apesar de Ibiza não competir com as Canárias no inverno, ela reina absoluta no verão. A ilha combina praias de água azul-clara, festas icônicas e retiros de bem-estar.

Entre os destaques estão calas escondidas como Cala d’Hort e Cala Salada, festas em Sant Antoni e bares em Eivissa, trilhas com vista para o mar e a travessia até Formentera, conhecida por praias que lembram o Caribe. Durante o verão, as temperaturas frequentemente ultrapassam os 30?°C. Já no inverno, caem para entre 12 e 16?°C, com menos sol e mais umidade.

Por Que as Ilhas Canárias São Tão Quentes?

A localização próxima ao Trópico de Câncer e à costa africana garante um clima subtropical sem extremos. As correntes oceânicas frias ajudam a suavizar o calor, enquanto os ventos constantes evitam que as temperaturas fiquem sufocantes.

Além disso, os microclimas locais — influenciados por relevo e vento — fazem com que partes específicas de cada ilha sejam ainda mais secas e quentes, como o sul de Gran Canaria e Tenerife.

Baleares x Canárias: Quando Ir?

EstaçãoCanáriasBaleares
InvernoCalor e solFresco e úmido
PrimaveraClima estávelComeço da temporada
VerãoMuito quente, estávelPico de calor e turismo
OutonoAinda quenteTemperatura começa a cair

Se a sua prioridade é fugir do frio, vá para as Canárias entre novembro e março. Se quer festas, águas quentes e agito, as Baleares são perfeitas entre junho e setembro.

As ilhas espanholas mais quentes oferecem opções para todos os perfis — desde quem quer relaxar na praia até os mais aventureiros. As Canárias levam vantagem pelo clima estável e quente o ano todo, com destaque para Gran Canaria, Fuerteventura, Tenerife e Lanzarote. Já as Baleares brilham no verão e oferecem experiências únicas como festas em Ibiza e paisagens idílicas em Formentera.

Quer sol o ano todo? Vá para as Canárias. Quer o melhor do verão europeu? Espere junho e explore as Baleares.

Monumentos históricos de Espírito Santo guarda sua história em pedra e cal

No Espírito Santo, a história não está apenas nos livros. Ela aparece entre frestas de muros de pedra, na base corroída de uma torre esquecida, em vitrais que filtram o sol como se cada cor tivesse memória. A arquitetura colonial capixaba é, ao mesmo tempo, documento e metáfora: feita de cal, óleo de baleia, promessas não cumpridas e persistência.

Ao contrário dos grandes centros históricos como Salvador ou Ouro Preto, o Espírito Santo preserva seus marcos sem tanto alarde — e talvez por isso mesmo seja mais fácil esquecer o quanto eles dizem sobre o país. A seguir, sete lugares que contam essa história silenciosa, mas essencial.

1. No alto do morro, o convento que virou mirante de fé

Todo capixaba sabe apontar o Convento da Penha no horizonte. Suspenso a 154 metros do chão, ele é quase sempre a primeira construção visível ao chegar à baía de Vitória. Fundado em 1558, foi capela, refúgio, posto de vigia contra corsários, centro de romarias — e continua sendo tudo isso.

O Iphan tombou o conjunto em 1943, mas sua força simbólica não vem só do papel histórico. É também pela imagem de Nossa Senhora da Penha esculpida em cedro, pelos fiéis que sobem de joelhos, pelo vento que sopra de todos os lados. É um monumento vivo.

2. A igreja que resistiu ao esquecimento

Um pouco abaixo, na Prainha, fica a Igreja do Rosário. Construída em 1551, tem nave única, paredes de taipa de pilão e um sino solitário. Mas o que chama atenção não é o que ela tem — e sim o que ela representa.

Ali foram celebrados casamentos de pessoas negras, indígenas e libertas. Num tempo em que a religião era usada para submeter, a pequena igreja foi espaço de acolhimento e resistência. Ela sobreviveu às enchentes, às reformas e ao silêncio.

3. O palácio onde o passado se acumula em camadas

Do outro lado da baía, o Palácio Anchieta parece engolido pelo movimento da cidade. Mas dentro dele há uma calma antiga: paredes grossas, corredores que mudaram de função, um claustro que virou salão.

Construído entre 1570 e 1587 como colégio jesuíta, virou sede do governo em 1759. A tumba de José de Anchieta está ali — e também inscrições mouriscas encontradas em escavações recentes. O prédio é uma espécie de palimpsesto de pedra, onde cada camada conta uma versão do Espírito Santo.

4. Uma catedral em construção permanente

A Catedral de Vitória levou 50 anos para ficar pronta. Começou em 1920, parou por falta de verba, retomou nos anos 40 e só terminou em 1970. Hoje, ergue-se com torres de 51 metros, vitrais coloridos e um estilo neogótico que parece desafiar o calor tropical.

Por trás da imponência, há improviso: os vitrais foram feitos em São Paulo por um ateliê que usava vidro importado da Itália. A igreja é como a cidade — feita de revisões, adaptações e esperança acumulada.

5. Um forte, dez canhões e muita história

O Forte São Francisco Xavier da Barra, construído em 1702 na entrada do canal de Vitória, não tem a fama de outros fortes do país. Mas suas paredes de cantaria e terra vegetal protegeram a cidade de holandeses e corsários.

Hoje, pertence ao Exército e passa por um projeto de revitalização com apoio de uma empresa privada. A ideia é abrir ao público, instalar um centro de interpretação e mostrar que a defesa da memória também pode ser uma forma de proteção.

6. Um farol de ferro que ainda acende

O Farol de Santa Luzia veio desmontado da Escócia em 1871 e foi montado ali, de frente pro mar. Tem 14 metros de altura, formato octogonal e lente Fresnel. Hoje, com luz eletrificada, alcança até 62 km de distância.

Mais do que guiar navios, o farol passou a ser cenário: de fotos, de casamentos, de contemplação. Tornou-se ponto turístico, mas não perdeu sua função original. Como muitos marcos históricos, ele se adaptou para continuar relevante.

7. Uma ruína com paredes de promessas

No norte do estado, às margens do rio Cricaré, ficam as ruínas da Igreja Velha de São Mateus. Começada no século XIX por jesuítas, a obra foi interrompida em 1853 porque a Câmara local achou o gasto alto demais.

Só sobraram parte das paredes e da base da torre frontal. Mas o lugar virou ponto de visita, protegido por gradis, e hoje serve de sala de aula a céu aberto para professores, alunos e curiosos. Uma igreja que nunca foi concluída, mas que continua ensinando.

Preservar é mais que pintar fachada

A conservação desses monumentos não é só uma questão de aparência. É sobre o que deixamos para trás quando asfaltamos sem escavar, quando restauramos sem estudar. Em 2023, o Iphan embargou obras no Parque da Prainha porque o projeto ignorava normas de proteção.

Ao mesmo tempo, parcerias como a que revitaliza o Forte da Barra mostram que o setor privado pode ajudar — desde que com responsabilidade técnica e arqueológica. Patrimônio não se trata apenas de passado, mas de presente e futuro.

E o que isso tem a ver com você?

Se você nasceu no Espírito Santo, provavelmente já subiu ao Convento da Penha ou tirou foto no farol. Se não nasceu, talvez nem saiba que ali estão algumas das construções mais antigas do país ainda em uso.

Preservar esse conjunto é investir em turismo, identidade, educação. É permitir que crianças caminhem sobre os mesmos paralelepípedos dos colonos, dos jesuítas, dos soldados e dos que resistiram. É dar sentido a palavras como “memória coletiva” e “patrimônio vivo”.

A história do Espírito Santo não está só nos livros — está no chão, nas esquinas, nas igrejas de taipa e nos canhões enferrujados. E ainda tem muito a dizer.

Hotel de luxo em Santorini oferece refúgio só para adultos com piscina infinita icônica

Para quem busca silêncio com vista para o mar Egeu, o Perivolas, em Santorini, oferece um tipo raro de refúgio. Cravado nas falésias de Oia, o hotel transforma antigas moradias de pescadores em 22 suítes e vilas elegantes — cada uma marcada pela simplicidade, tranquilidade e arquitetura típica das Cíclades.

O espaço é exclusivo para adultos, uma escolha pensada para garantir sossego. Aqui, os dias começam com a luz do sol refletindo nas paredes brancas curvas, flores frescas na entrada e café da manhã — frutas, iogurte grego, pão caseiro — servido na beira da piscina privativa. A piscina infinita principal, que parece cair direto no mar, virou cartão-postal. As fotos rodam o mundo com uma legenda recorrente: “sonho”.

A menor acomodação, o Lifestyle Studio, tem 25 metros quadrados e oferece um abrigo minimalista para casais. No topo da escala está a Perivolas Villa, com 200 metros quadrados, duas suítes, cozinha completa, uma piscina infinita privativa de 16 metros e um terraço com vista total do mar. Para duas noites entre os dias 29 e 31 de maio, os preços variam entre €1.056 e €1.280, com café da manhã, champanhe de boas-vindas e transfer de ida e volta incluídos.

O restaurante é exclusivo para hóspedes e funciona dentro de uma antiga cave de vinhos. O menu traz pratos tradicionais da culinária grega com ingredientes locais e sazonais. Os jantares à luz de velas contam com menus degustação de cinco ou sete etapas. Nada extravagante — apenas comida feita com cuidado, inspirada na terra e no mar ao redor.

Para quem não abre mão de se manter ativo, o hotel oferece uma piscina coberta de 25 metros, uma academia de 120 metros quadrados com equipamentos modernos e uma área de bem-estar com sauna, banho turco, jacuzzi ao ar livre e massagens com mel, azeite e sal marinho.

Passeios de barco para enseadas escondidas, praias vulcânicas e a cratera do antigo vulcão também estão disponíveis. E se a vontade for apenas caminhar por Oia, o centro da vila fica a 500 metros — perto o suficiente para aproveitar o movimento, longe o bastante para só ouvir o som do vento.

A arquitetura é antiga, mas a experiência é eterna. No Perivolas, o tempo é medido apenas pelo nascer do sol, o pôr do sol e o mergulho seguinte.

Emirates Anuncia Novas Melhorias na Primeira Classe para Elevar a Experiência de Luxo

A Emirates está a redefinir o que significa voar em Primeira Classe.

Com 26.800 assentos premium por semana em rotas internacionais, a companhia aérea lançou uma série de atualizações para reforçar o seu conceito “Fly Better”. Entre as novidades estão menus redesenhados com vinhos raros e caviar servido em taças de cristal exclusivas, criadas por Robert Welch. A tábua de queijos, agora apresentada numa ardósia rústica, inclui chutneys artesanais, taças de mel e louça dedicada.

No ar, os passageiros usufruem de suítes privadas com portas de chão ao teto, camas planas e janelas virtuais. Alguns modelos de aviões contam ainda com “modo gravidade zero” para o máximo conforto. Uma função de videochamada nas suítes Game Changer permite solicitar serviço de quartos em pleno voo.

Em terra, a área de check-in da Primeira Classe no Aeroporto Internacional do Dubai está a ser renovada com design inspirado em lounges, enquanto os passageiros continuam a beneficiar de transporte com motorista e acesso a 43 lounges exclusivos em todo o mundo.

O conforto prolonga-se com pijamas hidratantes, mantas de pele falsa e produtos de luxo da Byredo e Bulgari, disponíveis em kits personalizados. A seleção de bebidas inclui Dom Pérignon, vinhos Premier Cru de Borgonha e vinhos do Porto vintage. Para acompanhar, o serviço de refeições a pedido oferece desde sliders Wagyu a pratos vegan gourmet.

Os passageiros do A380 da Emirates também têm acesso a dois duches privados a bordo, além de um lounge com bar premium e ecrã de 55 polegadas — uma extensão do luxo a 40 mil pés de altitude.

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