Início Site Página 13

10 Maiores e mais famosas praças do mundo

As praças são a alma de uma cidade, cada grande cidade tem uma espécie de praça. Elas servem a um propósito importante como um ponto de encontro social e comercial. Aqui listaremos algumas das maiores praças do mundo, bem como as praças públicas mais famosas ao redor do Brasil.

As praças da cidade geralmente são locais extremamente movimentados, cercados por lojas, restaurantes e uma prefeitura.

Elas geralmente são marcadas por uma fonte, monumento ou uma estátua em seu centro, mas, além desses aspectos gerais, as praças da cidade têm sua própria história e importância histórica únicas.

10. Grand Place

A praça central da cidade de Bruxelas, na Bélgica, The Grand Place (ou Grote Markt) provavelmente é um dos destinos turísticos mais importantes e dos marcos mais memoráveis do mundo. Está rodeado pelas magníficas Guildhalls, Breadhouses e a Câmara Municipal da cidade.

Um enorme “tapete de flores” é montado na Grand Place por alguns dias a cada dois anos em agosto. Em 2010, a praça foi eleita a praça mais bonita da Europa e é Patrimônio Mundial da UNESCO.

Principais atrações:

  • Mannekin Pis;
  • Catedral Saint-Michel;
  • Museu Real Belga de Belas Artes;
  • Sítio Arqueológico do Palácio Coudenberg;
  • Notre-Dame du Sablon.

9. Praça da Cidade Velha

Situada entre a Praça Venceslau e a Ponte Carlos, a Praça da Cidade Velha é uma praça histórica no bairro da Cidade Velha de Praga.

A Praça está sempre repleta de turistas e habitantes locais no verão. Possui uma série de estilos arquitetônicos, incluindo as melhores catedrais góticas da Europa, a Catedral de Týn e a igreja barroca de São Nicolau.

A praça da cidade é considerada um oásis para viajantes cansados ??das ruas estreitas de Praga. A torre da antiga prefeitura oferece uma vista panorâmica da cidade velha. Um mercado ao estilo medieval foi colocado no Natal e na Páscoa, são as melhores coisas de Praga.

Principais atrações:

  • Relógio Astronômico de Praga;
  • The Old Town Hall;
  • Igreja de São Nicolau;
  • A Casa da Acta.

8. Praça de São Marcos

A Piazza San Marco, geralmente conhecida como Piazza, é a praça principal de Veneza e uma das maiores praças do mundo.

Napoleão certa vez chamou a Praça de São Marcos de “a sala de estar da Europa”. A grande igreja de São Marcos fica no extremo leste da praça.

Aqui, as vozes humanas prevalecem sobre os sons do tráfego motorizado. A Praça de São Marcos floresceu passo a passo por muito tempo, sobreviveu o periodo medieval, renascentista e aos tempos modernos.

É o ponto mais baixo de Veneza. Portanto, durante uma tempestade ou chuva forte, é o primeiro lugar a inundar.

Principais atrações:

  • Torre dell’Orologio (Torre do Relógio);
  • Ponte dos Suspiros;
  • Piazzetta e Libreria Sansoviniana;
  • Giardinetti Reale;
  • Basílica de São Marcos.

7. Praça Tiananmen

A Praça Tiananmen é uma das maiores praças do mundo e uma das mais famosas por alguns motivos menos bons. Cercada por monumentos de estilo soviético, esta é uma das principais atrações turísticas de Pequim.

A Praça Tiananmen é culturalmente importante e está entre os locais mais populares da China. Na verdade, foi o centro de muitos eventos históricos do país.

É um lugar-comum vir quando os visitantes visitam pela primeira vez Pequim, a capital da China. Continua sendo um lugar surpreendente e um local para ficar e ver visitantes de toda a China, muitos visitando sua capital pela primeira vez.

A praça foi construída em 1651 e agora quatro vezes maior que seu tamanho original. Tem o nome do portão Tiananmen.

Principais atrações:

  • Monumento aos Heróis do Povo;
  • Memorial Hall do Presidente Mao;
  • Museu Nacional da China;
  • Torre Tiananmen;
  • Grande Salão do Povo.

6. Praça do Mercado Principal

A Praça do Mercado Principal é um ponto turístico popular em Cracóvia, Polônia.

É uma das maiores praças medievais da Europa, com mais de 700 anos. Edifícios históricos, palácios, casas geminadas e igrejas estão ao redor da praça da cidade.

Um Salão do Pano, construído em 1555 no estilo renascentista, domina o centro da praça. Curiosamente, a praça do mercado principal não tem prefeitura.

Principais atrações:

  • Cloth Hall (Sukiennice);
  • Basílica de Santa Maria;
  • Torre da Câmara Municipal;
  • Igreja de Santo Adalberto.

5. Times Square

Times Square, em Nova York é das maiores praças do mundo e é considerada a praça comercial mais importante do mundo.

Ele está situado na junção da Broadway com a Seventh Avenue e se estende da West 42nd para a West 47th Streets. A praça está repleta de telas de vídeo, placas de LED e luzes intermitentes, uma imagem bem conhecida da hora do rush da cidade.

Pode-se achar a pressa emocionante ou assustadora, dependendo de sua perspectiva. É um importante centro da indústria de entretenimento mundial.

Se você já se perguntou, qual é o ponto turístico mais visitado do mundo? É esse. Quase 333 mil pessoas passam pela praça todos os dias.

Principais atrações:

  • Madame Tussauds;
  • Show da Broadway;
  • Bryant Park;
  • Museu da Miniatura Gulliver’s Gate.

4. Praça de São Pedro

Situada em frente à Basílica de São Pedro, no Vaticano, a Praça de São Pedro está entre as principais atrações de Roma.

É uma praça enorme. Um obelisco egípcio está no centro da praça, construído em 1586. Após um século mais tarde, a praça foi construída incluindo colunatas toscanas colossais, com quatro colunas de profundidade.

Sob a direção do Papa Sisto V, foi transferida do circo para o local atual em 1586. Acredita-se que a bola dourada no topo do obelisco contenha as cinzas de Júlio César, o mais famoso Império Romano.

Mas depois de remover a antiga bola de metal, apenas poeira foi encontrada dentro dos monumentos do Império Romano.

Principais atrações:

  • Capela Sistina;
  • Necrópole do Vaticano;
  • Museu Etrusco;
  • Biblioteca do Vaticano.

3. Piazza del Campo

A Piazza del Campo é uma das maiores praças do mundo e é mundialmente conhecida por sua beleza e integridade arquitetônica.

É o principal espaço público do centro histórico de Siena, na Toscana, você realmente não deve perder isso ao visitar as atrações turísticas mais populares da Itália.

Duas vezes por ano, é realizada uma corrida de cavalos que envolve a volta da Piazza del Campo.

Principais atrações:

  • Palazzo Pubblico;
  • Torre del Mangia;
  • Fonte Gaia;
  • Cappella di Piazza.

2. Djemaa el Fna

Sendo uma das principais atrações turísticas de Marrocos, a praça Djemaa El-Fna está localizada no coração da Medina.

Esta praça está repleta de encantadores de serpentes e pessoas com macacos, além de algumas das barracas mais populares durante o dia.

O entretenimento muda conforme o dia avança. À tarde e à noite, os encantadores de serpentes são substituídos por contadores de histórias, mágicos e vendedores ambulantes de medicamentos tradicionais.

E quando a noite chega, toda a praça se enche de inúmeras barracas de comida. Este é um dos poucos lugares na Terra onde você pode realmente encontrar uma medina muito antiga ainda de pé.

Principais atrações:

  • Mesquita Koutoubia;
  • Medersa Ben Youssef;
  • Museu de Marrakesh;
  • Jardins Majorelle;
  • Jardins Manara.

1. Praça Vermelha

A Praça Vermelha, provavelmente a praça mais famosa da história, está localizada no centro de Moscou. Na verdade, é um dos melhores lugares para se visitar na Rússia. Além de uma das maiores praças do mundo.

A famosa Catedral de São Basílio, o Museu de História do Estado, o Mausoléu de Lenin e também as famosas paredes de tijolos do Kremlin na história estão lá na praça da cidade.

Pode-se pensar que o nome vermelho está ligado ao comunismo, mas o nome derivou apenas da cor vermelha do tijolo. A Praça Vermelha tem um grande significado histórico e é o centro de muitas cerimônias e proclamações públicas.

Principais atrações:

  • State Hall Museum;
  • Catedral de Kazan;
  • Mausoléu de Lenin;
  • Parede do Kremlin;
  • Portão Ibérico.

Dicas Extras: As praças públicas mais famosas do Brasil

O Brasil é certamente um país rico em belezas naturais.

Cidades que possuem bons projetos para preservar a natureza e construir áreas comuns aos moradores, têm uma qualidade de vida certamente maior.

Esses locais públicos de diversão, comercio e entretenimento também atraem visitantes de todas as partes do pais.

Confira a seguir as praças mais populares entre os visitantes das maiores capitais do nosso país.

  • Praça da República (São Paulo/SP)
  • Praça XV (Rio de Janeiro/RJ)
  • Praça Garibaldi (Curitiba/PR)
  • Praça Cívica (Goiânia/GO)
  • Praça Thomé de Sousa (Salvador/BA)

Maragogi: Conheça o destino e saiba o que fazer em Maragogi a noite

Os turistas de Maragogi se deparam com belezas naturais e, no geral, atrações ligadas ao mar, mas a vida noturna da cidade também é encantadora e muitos visitantes se perguntam “o que fazer em Maragogi a noite?”  

A melhor parte de Maragogi, sem nenhuma dúvida, é curtir o sol e o mar. Porém existem algumas opções para quem deseja aproveitar a noite da cidade. Ao logo desse artigo irmos falar mais sobre isso.

Você está em busca de um local no nordeste com praias para relaxar e curtir com a sua família/parceiro(a)? Pra quem gosta de mar claro com tons verdes e azuis, Maragogi é um destino imperdível.

Esta cidade precisa fazer parte da sua programação de viagem se estiver curtindo Pernambuco ou se estiver conhecendo Alagoas; Maragogi é uma praia alagoana, no meio do caminho entre Maceió e Recife.

Veja a seguir mais informações sobre a cidade e conheça alguns pontos noturnos badalados desse paraíso e descubra o que fazer em Maragogi.

Como chegar?

A cidade fica a 125 km de Maceió e a 135 km de Recife, para chegar a Maragogi, você pode optar pelo aeroporto de Recife ou o de Maceió.

Trafegando pela AL-101 ou PE-060, você pode alugar um carro para chegar ao destino.

Indo de carro

O aluguel de carro é a melhor opção, pois dá maior liberdade ao turista de criar seu próprio roteiro, e é uma ótima opção para os interessados em outras lindas praias no caminho.

Se essa não é a sua preferência, ou não é uma opção viável para você, existem opções de city tours de um dia para a cidade. Confira algumas das opções e escolha a que atenda melhor suas necessidades:

  • Luck Receptivo;
  • Tropicana Turismo;
  • Costazul Turismo;
  • Pontual Receptivo;
  • Maragogi Receptivos;
  • Entre tantas outras.

Todos os serviços são facilmente localizáveis no Aeroporto de Maceió e no Aeroporto de Recife.

Indo de ônibus

O trajeto total dura 2h30, tanto do terminal rodoviário de Maceió, quando o de Recife.

A empresa indicada para esse tipo de deslocamento é a Real Alagoas, que sai de ambas as rodoviárias, normalmente em dois horários: 4h15 e 11h. Essa é a forma mais barata para chegar lá, custando menos de R$ 30,00.

Devido a isso, é uma opção muito concorrida e muita gente viaja em pé dentro do ônibus – o que reduz bastante o conforto.

Quanto tempo devo ficar?

Se você quer curtir apenas as Galés de Maragogi, um dia é suficiente, mas se quiser curtir as lindas praias das redondezas na Costa dos Corais como:

  • Praia de Antunes;
  • Patacho;
  • Japaratinga;
  • Barra Grande;
  • E a praia de Maragogi,

Você precisará de 3 dias pelo menos, para conhecer todas essas praias. Se gostar de as visitar depois do sol ir embora, já tem mais uma coisa a fazer em Maragogi à noite.

Considere mais 2 dias para conhecer as praias Porto de Galinhas e Praia dos Carneiros, além de mais 3 dias para conhecer as capitais, Recife e Maceió.

O que preciso conhecer?

Não tem para onde correr, pois a cidade deveria se chamar Galés de Maragogi, já que é indiscutível a procura pelas águas azuis das piscinas naturais como o verdadeiro motivo da viagem até a região.

Com uma transparência absurda e um azul forte, as Galés são nada menos do que represamento de águas. Isso é decorrente da barreira de corais que existe no local. Tudo isso fica a 6 km da costa, no meio do mar.

O local é acessível por um trajeto feito por barcos e o percurso pode durar 20 à 30 minutos.

Para chegar lá, não se esqueça de reservar seu passeio de barco com antecedência, de preferência, no mínimo, 1 mês junto as empresas de turismo.

Saber que horas o mar estará com menor nível de água é o detalhe mais importante dessa viagem, então se se esqueça de perguntar sobre a tábua de maré 1 semana ou, se possível, 1 dia antes da sua ida.

Preços e gastos

Os valores dos passeios de barco, que geralmente não inclusos nos traslados, custam por volta de R$ 70,00 por pessoa.

Vale a pena você escolher seu almoço ainda no ponto de apoio, para já estar pronto quando você voltar. Durante o trajeto são oferecidos alguns serviços adicionais:

  • Snorkel;
  • Mergulho com cilindro;
  • Fotos subaquáticas;
  • Entre outros.

Cada um cobrado à parte e o passeio é lindo, mas é curto: dura cerca de 2 horas. Também é possível ir em pequenas lanchas privadas e por sinal, é melhor forma de conhecer as Galés.

Outras praias e opções na Região

Se estiver com tempo, e orçamento, visite também as praias mais bonitas de Pernambuco. Além das que ficam no arquipélago de Fernando de Noronha como:

  • Praia dos Carneiros,
  • Porto de Galinhas
  • E Calhetas;

E também as mais bonitas de Alagoas:

  • Barra de São Miguel,
  • Praia do Francês
  • E Praia do Gunga.

Reserve pelos menos 3 dias a mais em Pernambuco e 3 dias a mais em Alagoas, para aproveitar qual dessas praias você escolher ir.

Deslocamento dentro da cidade

A cidade é pequena e, como já citamos, tem nas Galés seu principal ponto turístico. Dentro de Maragogi, é possível fazer tudo caminhando.

Aproveite para conhecer o comércio, restaurantes e curtir a praia; que não é tão bonita quanto outras vizinhas e é bem diferente das Galés.

Entretanto, o que a maioria dos turistas faz para conhecer as outras praias incríveis da região, e desbravar o litoral mais bonito do Brasil, como o sul de Pernambuco e norte de Alagoas, é alugando um carro.

Você também tem a opção de contratar traslados de buggy ou bate-volta com transfers feitos por vans executivas.

É de carro particular alugado que você estipulará quanto tempo quer ficar em outros lugares imperdíveis para quem já está lá perto de Maragogi.

A rodovia que liga esses trechos não é duplicada e é bem agitada, principalmente entre Maceió e Maragogi, mas é bem sinalizada e é possível trafegar com tranquilidade à luz do dia.

Os poucos coletivos que circulam dentro da cidade param em apenas alguns lugares. Na verdade, são ônibus que fazem o caminho intermunicipal.

No geral vem, principalmente, de Maceió ou de Recife, e não se destinam a percorrer todos os cantos de Maragogi.

O que fazer em Maragogi à noite?

Saber o que fazer em Maragogi à noite pode ser duro. A cidade é um tanto fraca em relação a atrações noturnas, porém os bares que estão disponíveis na orla costumam funcionar nesse período.

Isso pode ser útil para você que não sabe o que fazer em Maragogi durante o período da noite. Veja abaixo algumas das nossas sugestões.

Russo Gastrobar

Se você está buscando um local para ir em Maragogi à noite, conheça o Russo Gastrobar, um espaço com um ar jovial, o restaurante oferece bebidas, como cervejas artesanais e petiscos para quem gosta de conversar enquanto degusta alguma coisa.

Restaurante Odoiá

Uma boa alternativa para curtir a noite em Maragogi é o Odoiá Restaurante, localizado de frente para o mar, o local é bem charmoso e possui um cardápio variado.

Há muitas opções de peixes e pratos feitos com camarão, e o custo benefício é um belo atrativo e é provável que você retorne outras vezes para conhecer os outros pratos.

Tapioca da Martha

Uma ótima opção para fazer um lanche ou pit-stop em qualquer hora do dia, inclusive a noite, é a Tapioca da Martha.

O bar/restaurante é um dos mais conhecidos da região, e oferece diversos tipos de tapioca. Desdá tradicional, feita com coco, até as mais elaboradas, com outros sabores.

Se você está com pouca grana, essa é uma alternativa barata e gostosa para comer com qualidade nos dias em que estiver na cidade.

Restaurante Burgalhau

O Burgalhau é uma sugestão bastante conhecida pelos visitantes para comer após uma manhã na praia.

Vale a pena para todos que vão em busca de pratos típicos, já que o local oferece um cardápio diverso com carne, frutos do mar e peixes, que só de ver dão água na boca.

Ilhas de Fernando de Noronha reabrem para turistas que já tiveram COVID-19

As ilhas do arquipélago Fernando de Noronha vão reabrir a partir de amanhã, dia 1 de setembro, para turistas que já estiveram infetados com o Coronavirus pelo menos numa primeira fase.

Segundo o site da Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade e do governo do Estado de Pernambuco, o turismo vai voltar ao arquipélago por etapas para “garantir a segurança de todos.” Quando o pagamento obrigatório da Taxa de Preservação Ambiental (TPA) for feito, vai ser assim preciso anexar comprovativo de que já esteve infetado com a doença.

Além deste ano, vai ser preciso um teste PCR positivo com pelo menos 20 dias, ou um teste serológico que prove a existência de anticorpos contra o vírus. Ao chegarem a Fernando de Noronha, os turistas vão receber uma pulseira de identificação, pois apenas vão poder circular sem restrições depois de um período de quarentena, ou de um terem um teste feito na ilha que tenha dado negativo.

O governo de Pernambuco escreve:

“Antes do embarque, todos devem apresentar resultado negativo em exame feito no continente, na semana da viagem.”

O arquipélago vai reabrir por etapas devido ao “riso ce uma nova onde de contágio ”na região. Apesar de só ser permitida a entrada a quem já teve COVID-19, não é certo que estas pessoas estejam imunes. Especialistas detetaram na semana passada um caso de reinfeção de pelo menos um paciente de Hong Kong, que ocorreu com uma estirpe diferente do vírus.

O arquipélago Fernando de Noronha é um destino paradisíaco no Brasil, conhecido pela areia dourada e águas cristalinas. Esteve fechado desde março devido à pandemia até junho, altura em que reabriu para quem tem casa no local. No arquipélago já foram detetados 93 casos.

Segundo os dados da Organização Mundial de Saúde, já houve mais de 3,8 milhões de casos confirmados no Brasil, que levaram à morte de mais de 120,460 pessoas. Em todo o mundo foram confirmados mais de 25 milhões de casos e 800,000 mortes.

Barragem de Rio dos Cedros (Rio Bonito e Pinhal): turismo de natureza único

As barragens, construídas nos rios ou em grandes cursos de água, exigem um grande investimento, mas que se reproduz normalmente em grandes benefícios para a região. É o caso da barragem de Rio dos Cedros.

O fato de reterem grandes quantidades de água permitem passar a abastecer vastas zonas de água, tanto para fins agrícolas e industriais, como para fins residenciais, assim como permitem produzir energia elétrica, através do desenvolvimento de uma usina.

Foi o que aconteceu com a construção das duas barragens e respetivas usinas de Rio Bonito e do Pinhal, que trouxeram enormes vantagens para a cidade de Rio dos Cedros, no município brasileiro do estado de Santa Catarina.

Além dos benefícios gerados para a cidade, nomeadamente para o aumento da sua qualidade de vida e da sua economia, através da criação de novos postos de emprego, houve ainda um grande e inesperado impulso: o aumento do turismo na região e, consequentemente, de toda o fluxo financeiro.

Esse aumento do turismo, com milhares de novos visitantes a acorrerem ao município em busca dos novos espaços verdes criados pelas barragens, colocou Rio dos Cedros no mapa e criou um dos pontos de principal interesse de Santa Catarina.

Essa zona ficou conhecida pela Região dos Lagos, aquando da construção das barragens nos anos 50 e 60. Com a inundação de uma extensão de 32 milhões cúbicos de água no total, surgiram no seu leito várias ilhas e penínsulas verdes, que começaram a ser exploradas e descobertas pelos amantes da natureza ao longo dos anos.

Tudo isso levou a uma valorização turística da região, com a construção de novas unidades hoteleiras, campings, estruturas de apoio de lazer, desportos náuticos, entre outros. Tudo isso atrai milhares de visitantes de todas as nacionalidades e de todos os perfis: amantes da natureza, adeptos de desportos radicais, famílias numerosas ou simples turistas em busca de calma e sossego.

Barragem de Rio dos Cedros: o que fazer

De fato, é um lugar maravilhoso e de fácil acesso. Permite fazer picnics, relaxar à beira de água, observar o pôr-do-sol sobre o espelho de água, praticar desporto ou, pura e simplesmente, descansar. É uma ótima opção também para passar um dia em família ou com um grupo de amigos, por exemplo. E para os mais afoitos, existem várias atividades aquáticas disponíveis, nomeadamente passeios de lancha ou de jetski.

A construção da barragem de Rio Bonito remonta a 1964 e durou cerca de 5 anos, tendo empregado uma larga mão-de-obra de quase 200 operários. Na barragem opera a Usina Palmeiras, que gera energia elétrica para o município de rio Bonito.

Leia também: Barragem Rio Dos Touros: a Natureza No Seu Melhor

Por sua vez, a Barragem Pinhal foi construída em 1952, tendo ficado pronta 5 anos depois. Empregou um número de operários semelhante e também gera energia elétrica através da Usina Rio dos Cedros.

Pode-se dizer que a Barragem de Rio dos Cedros criou um turismo de natureza único, tanto no Brasil como em praticamente todo o mundo. A mão do homem, quase por acaso, criou uma paisagem única, intervindo na natureza de forma utilitária, mas com resultados excecionais, que se traduzem em mais-valias para toda a cidade e para o próprio estado de Santa Catarina.

A zona beneficia ainda da conjugação entre a posição geográfica privilegiada e o clima ameno do estado brasileiro. O clima ameno durante praticamente todo o ano permite que esta seja uma zona visitada durante todo o ano, por visitantes locais e não só.

As autoridades locais têm sabido explorar estas valências, contribuindo para a construção de estruturas e equipamentos que prestam apoio aos turistas e às atividades desenvolvidas no local.

As barragens de Rio dos Cedros têm assim criado memórias a várias famílias que passam pela cidade todos os anos, permitindo ainda momentos de rara beleza natural.

As longas paisagens verdejantes e os vastos leitos de água formam uma conjugação perfeita em tons verdes e azuis, que resultam em fotografias incríveis e selfies inesquecíveis, que encontramos regularmente nas redes sociais e um pouco por toda a internet.

Pilotos afirmam ter visto homem com ‘mochila a jato’ sobre Los Angeles

De acordo com várias publicações internacionais, incluindo o The Guardian, vários pilotos reportaram ver sobre Los Angeles um homem a voar com uma ‘mochila a jato’

Em declarações à imprensa um piloto da American Airlines afirmou que entrou em contato na altura com a torre de controle do Aeroporto Internacional de Los Angeles, afirmando que o homem estava à mesma altura do avião, mas a 270 metros de distância.

O piloto afirmou:

“Nós acabamos de passar por um cara em uma mochila a jato”,

Um piloto da Jet blue Airways reportou depois algo semelhante, tendo o controlador brincando com a situação dizendo que acontece “só em Los Angeles.” O FBI e a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) estão a investigar o caso.

São conhecidas as mochilas a jato que usam água para propulsão, mas pela altura relatada acredita-se que tenha sido usada uma mochila a jato com propulsor movido a combustível.

Brasília volta a ter voos diretos para Portugal

A companhia aérea portuguesa TAP reiniciou as suas operações regulares entre o Brasil e Portugal, a partir do Aeroporto Internacional de Brasília, cinco meses após a sua interrupção por causa da pandemia.

A retomada tem pousos previstos em Brasília, as segundas e quintas de manhã e descolagens para Lisboa às quartes e sábados no início da noite. Todas as viagens são agora feitas com novos protocolos sanitários, que incluem o uso de máscara obrigatório.

Quem não usar máscara não poderá entrar no avião e com a reabertura das rotas vão agora haver ainda mais medidas de prevenção contra a pandemia. O espaço da área internacional do aeroporto passou agora por desinfeção e recebeu sinalização para manter o distanciamento social.

Foram instalados pontos de distribuição de álcool gel em todo o percurso do passageiro, e vai ser medida a temperatura de quem embarca e desembarca em Brasília. Roberto Luiz, head de negócios aéreos da Inframerica, disse:

“Nossas equipes foram treinadas e estamos redobrando nossa atenção tanto na limpeza quanto em ações e tecnologia que tragam conforto para que o passageiro possa viajar tranquilo. Este é um voo importante que liga a capital do nosso país a Portugal, um relevante centro de conexão para diversas cidades europeias”

Não há data ainda para outras companhias aéreas reabrirem rotas para demais destinos internacionais. A Copa Airlines tem estado de olho em regressar em outubro, enquanto outras continuam analisando o mercado.

Inverno Europeu: tudo o que necessita saber para sua viagem

mulher durante o inverno

A Europa é um continente com um clima temperado, devido à sua localização geográfica. As estações são bem definidas, com temperaturas amenas no verão. O inverno Europeu tem alguma neve e chuva.

Mesmo com as alterações climáticas a tornarem cada vez mais difusas as diferenças entre estações, esta continua a ser a imagem geral do clima Europeu.

Sendo um território particularmente grande, a Europa apresenta uma grande amplitude de clima entre países. E as principais diferenças verificam-se sobretudo a nível do inverno, em que os territórios do norte são bem mais frios do que os do sul.

Mas, na verdade, o que é o inverno Europeu? Como se caracteriza? E como nos prepararmos para ele?

Como é o inverno Europeu

Podemos apontar como as datas do inverno na Europa os dias 21 de dezembro e o dia 20 de março. É entre este período que decorre o inverno no continente Europeu, com as respetivas variações de território para território. A melhor forma de perceber estas diferenças passa por entender como se divide o clima na Europa em tempos de características.

O clima no continente Europeu pode ser mediterrâneo, característico dos países da Europa Meridional (ou seja, Portugal, Espanha, Itália, Grécia e o sul de França, mais as ilhas de Malta ou do Chipre), em que o inverno é chuvoso, ventoso e moderadamente frio. A chuva pode-se prolongar nestes territórios pelo verão, enquanto que, muitas vezes, o inverno pode ser seco.

Depois existe o clima temperado continental, que é característico dos países da Europa Central e Oriental (como a Alemanha, a Áustria ou a Suíça, até aos países mais a Oriente, como a Romênia, a Bulgária ou a Ucrânia).

Aqui, o inverno é mais seco e frio, podendo atingir temperaturas negativas, que podem ir até aos 20 graus celsius negativos. São, contudo, invernos menos chuvosos.

Finalmente, existem ainda os territórios com clima polar, que é o caso dos países da Escandinávia e de algumas partes da Rússia. Aqui, os invernos são os mais longos e frios, com temperaturas negativas que podem ir até aos 60 graus celsius negativos. Nestes casos, a água do mar pode congelar e os dias são bem mais curtos.

Há ainda que apontar algumas exceções, que são o caso da costa Portuguesa, Norueguesa ou das ilhas Britânicas, que apresentam um clima temperado oceânico. Aqui os invernos são muito chuvosos, começando logo na primavera, e que as temperaturas são muito acentuadas entre as mais quentes e as mais frias. Isso deve-se à influência das correntes do Atlântico Norte, que também não permitem o congelamento da água do mar durante os períodos mais frios.

Dependendo do país em que está, o inverno europeu pode ser bem distinto. Apesar de pertencerem ao mesmo continente, países como a Finlândia ou a Rússia têm um inverno significativamente distinto de um país como Portugal ou Itália.

Outra curiosidade é que nem em todos os países Europeus neva. Um país como Portugal tem apenas neve nos pontos continentais mais altos ou no norte do país, junto à fronteira com Espanha. Mas em países como a Noruega ou a Suécia, a neve é uma constante.

Onde encontrar neve

Se gosta de esquiar, de desportos de inverno ou, pura e simplesmente, quer ver e sentir a neve no rosto, então o inverno Europeu tem bastantes pontos para si. São vários os destinos turísticos de esqui e de neve pela Europa fora, que são tão atrativos quanto espetaculares.

A Suíça é um dos paraísos para quem gosta de neve. É um país com uma qualidade de vida elevada, que se traduz em incríveis estâncias de inverno, como é o caso de Zermatt. Também Chamomix, em França, no sopé do Mont Blanc, é um dos destinos obrigatórios para quem quer estar em contacto com a neve. Aliás, toda a Europa Central é recomendada: do Kitzbuhel, na Áustria, a Brasov na Romênia.

Devido aos invernos frios e com neve, estes países estão preparados para lidar com temperaturas baixas e pouco agradáveis. Isso significa que o interior das casas é geralmente quente, graças ao aquecimento central. O mesmo se verifica nos restaurantes, cinemas ou edifícios públicos.

Isso já não acontece na Europa Mediterrânea. Apesar das temperaturas poderem ser bem baixas nestes territórios durante o período de Inverno, países como Portugal ou Grécia raramente têm ao dispor aquecimento central das suas casas.

Ao viajar para um destes países no inverno, deverá ter em conta o frio do interior das casas. Aqui, o truque é apostar em diferentes camadas de roupa, que poderá ir removendo em caso de estar mais ou menos frio.

Além disso, o aquecedor elétrico e mais pequeno é o melhor amigo do homem no inverno nestes países. A maioria das casas tem um ou mais aquecedores deste género, que permitem aquecer a divisão durante um período alargado de tempo.

Como enfrentar o frio Europeu

Existe um ditado que diz que não existem países frios, apenas roupas desadequadas. Raramente a sabedoria popular não tem razão. Essa é a principal dica para quem vai enfrentar o frio Europeu. Saber escolher e usar as roupas certas ajuda a combater o frio com grande eficácia.

É indispensável um casaco grosso e quente para o frio, de preferência impermeável e com capuz, para fazer face às intempéries da chuva ou da neve (ou de ambos ao mesmo tempo).

O calçado é o outro ponto a ter em atenção. Sapatos ou botas confortáveis, claro, mas igualmente forrados ou impermeáveis. Deixe de lado os tênis para o verão e para a primavera. E, por baixo, meias bem quentinhas, claro.

Para os mais friorentos, as calças térmicas são também uma adição importante, para usar por baixo da calça comum. Especialmente nos países polares do norte da Europa, onde o frio é mais agreste. E os acessórios são indispensáveis: cachecol, luvas e gorro.

Existem ainda outras dicas a ter em conta, especialmente para quem não está habituado ao frio. Por exemplo, o uso de protetor solar pode ser um bom aliado para proteger a pele do frio e do vento. O protetor labial, para impedir gretas nos lábios, é também fundamental. E um bom hidratante de pele ajuda a combater a pele seca.

Infelizmente, o guarda-chuva raramente é um acessório eficaz no inverno Europeu. Normalmente, especialmente nos países temperados, o inverno é extremamente ventoso, o que faz a utilização deste acessório ser muito difícil. Por isso, se vai viajar para as ilhas Britânicas, por exemplo, o melhor é apostar em roupa impermeável além do chapéu de chuva.

Vale a pena viajar para a Europa no inverno?

O turismo de inverno ganha mais adeptos a cada ano que passa. Afinal de contas, existem também muitas vantagens a explorar. Com os avanços da tecnologia, as condições de conforto e mobilidade tornaram-se cada vez mais seguras e eficazes, fazendo com que as viagens e as estadias nestes períodos sejam mais e mais agradáveis.

Além disso, o inverno é, muitas vezes, a época baixa do ponto de vista turístico da maioria dos destinos, o que faz com que os preços dos hotéis, dos restaurantes e de algumas atracões turísticas sejam mais baixos e econômicos.

Além disso, o inverno é ainda ideia para quem ama desportos de inverno, como o esqui ou o snowboard, por exemplo. Neste caso, os destinos turísticos já não são tão econômicos quanto isso, mas ninguém o esperava, não é?

O que é importante realçar é que o inverno na Europa não é, nem de perto nem de longe, insuportável. Com as roupas adequadas, é possível visitar todos os locais que visitaria no verão.

Muitas vezes, o inverno oferece melhores vistas, paisagens e ambientes do que o verão ou a primavera. É só saber escolher o destino (e ter uma pontinha de sorte). Mas a sorte é só daqueles que a procuram.

Turista arrisca multa até R$2.5 milhões por violar Lei de Quarentena no Canadá

John Pennington, um turista dos EUA que estava a viajar desde Walton, Kentucky até ao Alasca, violou das leis da quarentena no Canadá, e arrisca-se a levar com uma multa de até R$ 2.5 milhões.

Pennington terá, durante a sua viagem para o Alasca, parado no Rimrock Resort Hotel em Calgary, uma das principais cidades do Canadá, perto do Parque Nacional de Banff, no Canadá. Este está fora dos limites para turistas, e quando o hotel se apercebeu da violação da lei chamou as autoridades.

No Canadá as fronteiras sul estão fechadas desde 21 de março, mas viajantes que vão para e de o Alasca podem passar, tendo de seguir rotas diretas e não podendo passar em parques nacionais ou locais turísticos.

O turista dos EUA terá inicialmente sido multado em R$ 4,800 e foi ordenado a dormir no hotel até partir de viajem no dia seguinte, rumo ao Alasca. Em vez disso, Pennington acabou por ir a outro ponto turístico, Sulphur Mountain, no dia seguinte.

Argumentou que ia apenas comprar comida, mas como esta era vendida no hotel foi considerado não haver motivo para o turista dos EUA estar naquele local. Assim, foi detido e acusado de violar a Lei da Quarentena no Canadá.

Pennington terá agora de comparecer a tribunal em novembro, e arrisca-se a ter de pagar uma multa que via até aos R$ 2.5 milhões. Note-se que turistas americanos já foram advertidos a visitar o país por causa da pandemia do COVID-19.

Os monumentos mais famosos do Egito

O Egito é um dos países que maior fascínio continua a despertar na maioria de nós Afinal de contas, o Antigo Egito é considerado o berço da civilização moderna, com um legado importantíssimo para aquilo que o mundo ocidental é hoje. Isto inclui os monumentos mais famosos do Egito.

No entanto, ao contrário de outras civilizações antigas, o Egito acabou por crescer, desenvolver e modernizar-se, sendo hoje um dos mais atrativos países africanos. Situado no norte de África, numa localização geográfica privilegiada, o Egito tem sabido preservar essa memória do seu glorioso passado, mas sem perder de vista o futuro, num casamento perfeito entre tradição e modernidade, entre o ontem e o amanhã, entre a história e o cosmopolismo.

Com uma população de quase 95 milhões de pessoas, o Egito tem no turismo uma das suas principais fontes de receita, o que faz dele um país extremamente acolhedor e virado para os seus visitantes.

Tudo isso faz com que a experiência de visitar o Egito seja inesquecível, numa fusão entre misticismo, história, exotismo e modernidade. Se está a planejar umas férias ao Egito e não tem a certeza sobre o que visitar, nós preparámos de seguida um apanhado sobre os monumentos mais famosos do país e sobre tudo o que necessita saber sobre eles.

As Pirâmides

É impossível não começar uma lista dos monumentos mais famosos do Egito sem falar nas pirâmides. É nestes monumentos imponentes que pensamos automaticamente quando falamos no Egito e até dos mais famosos monumentos de África. Consideradas uma das sete maravilhas do Mundo, as pirâmides são mais famosas que o próprio Egito e um ícone arquitetônico único.

As pirâmides eram enormes túmulos funerários, onde eram depositados os corpos mumificados dos faraós que reinavam o Antigo Egito. Juntamente com eles, eram depositados alguns dos seus pertences mais importantes, como ouro e alimentos, que eram para a sua viagem ao Além. Isso fazia com que as pirâmides fossem autênticos tesouros, de tamanho monumental.

O seu tamanho incrível, juntamente com a sua antiguidade, fazem com que as pirâmides despertem também um fascínio especial, uma vez que continuam envoltas em alguns mistérios no que diz respeito à sua construção.

Sabe-se que foram erguidas à custa de mão-de-obra escrava, mas muitas pessoas continuam a acreditar que tiveram ajuda extraterrestre ou outro auxílio paranormal.

São três as pirâmides mais importantes de todo o complexo, cuja visita é obrigatória. A primeira é a de Quéops, que é a única maravilha do mundo antigo que continua de pé e em bom estado de conservação. Sendo a mais alta, é natural que seja também a mais importante. Do alto dos seus 140 metros de altura (e quase 250 de largura, na base), a pirâmide de Quéops servia de túmulo ao faraó homónimo.

A segunda maior pirâmide do Egito é a prâmide de Quéfren, a única que ainda tem o revestimento original branco, do calcário, no seu topo. A diferença para a terceira maior é abismal. A pirâmide de Miquerinos tem apenas 66 metros, quase metade da de Quéops. No entanto, não deixa de ser uma visita obrigatória também.

Normalmente, as excursões organizadas às pirâmides permitem desfrutar destas três, com visitas guiadas com guias especializados. No entanto, não deixe de fazer uma das excursões noturnas. O pôr-do-sol visto das pirâmides é uma das grandes experiências da Humanidade.

Grande Esfinge de Gizé

A seguir às pirâmides, a Grande Esfinge de Gizé será, provavelmente, o mais reconhecível ícone de todo o Egito. Esta estátua imponente representa uma cabeça humana em corpo de leão, ficando muito próxima da pirâmide de Queóps, formando assim um conjunto espetacular e emblemático. Existem poucas construções que despertem tamanhas sensações em todo o mundo.

Com cerca de 20 metros de altura, a Esfinge de Gizé continua a evocar os grandes mistérios do Egito Antigo, até porque ninguém sabe ao certo a sua função, o que representava ou mesmo quando foi construída.

Acredita-se que foi erguida na mesma altura do que a pirâmide de Quéfren e que deveria servir de guardião ao túmulo real, mas as especulações são muitas. O mesmo se passa com o seu nariz destruído, uma das suas imagens de marca. Enquanto uns o atribuem a Napoleão, a cultura popular acabou por o associar a Obélix, a personagem de banda-desenhada francesa. O mais certo é que este se tenha perdido com a erosão do tempo.

A Grande Esfinge de Gizé está para o Egito assim como a Mona Lisa está para Paris. É obrigatório visitá-la a quem vai ao Cairo e é obrigatório fotografá-la. Além disso, a sua localização privilegiada torna-a num marco único do mundo ocidental e não só.

Vale dos Reis

No Antigo Egito chamava-se Ta Iset Maat, ou seja, “o lugar da verdade”. Hoje em dia chama-se Vale dos Reis e é a necrópole onde estão os túmulos dos faraós do Império Novo. Ao todo, são 64 sepulturas e covas encontradas até há data, incluindo a de Tutancâmon.

A descoberta desta tumba, em 1922, teve direito a cobertura mundial por parte da comunicação social, tornando-se num dos grandes símbolos do Egito. Além disso, a sua descoberta foi também associada a várias tragédias pessoais, o que o associou imediatamente a uma grande maldição.

No entanto, a visita ao túmulo de Tutancâmon não é assim tão especial quanto se possa pensar. Se, por um lado, é necessário um bilhete específico apenas para essa tumba, por outro lado todos os tesouros descobertos no seu interior, pela equipa do arqueólogo Howard Carter, estão neste momento no Museu do Cairo.

Assim, faz mais sentido optar pelo outro bilhete turístico, que permite visitar três túmulos à sua escolha do Vale dos Reis. As tumbas de Ramsés IV ou VI, a de Tutmósis III ou a de Siptah são algumas das mais espetaculares. O ideal é visitar o Vale dos Reis logo cedo, para evitar filas e para ter tempo de ver tudo, sem confusões e com disponibilidade física e mental.

Museu Egípcio do Cairo

Se a memória do Egito Antigo continua a subsistir nas ruínas monumentais do passado, o Museu Egípcio do Cairo é o grande edifício onde esta é preservada, num encontro perfeito com a modernidade. Inaugurado em 1902, o museu tem vindo a expandir-se, à medida que a sua importância no Egito e no mundo tem crescido, estabelecendo-se como um dos monumentos mais famosos do Egito.

Basta olharmos para os números do museu para ficarmos surpresos. São cerca de 150 mil peças em exibição, numa coleção única, que continua a aumentar anualmente. Por isso, a expansão do museu continua a grande ritmo, estando marcada para 2022 a inauguração daquele que será o edifício do novo Grande Museu Egípcio.

Até lá, uma das suas principais atrações continuam a ser os tesouros encontrados pela equipa de arqueólogos liderada pelo inglês Howard Carter, em 1922, no túmulo de Tutancâmon. O que impressiona é a quantidade de tesouros que existiam num espaço tão pequeno.

Além disso, podem ser vistos relevos, estátuas, elementos funerários, pinturas e muitos outros objetos do Antigo Egito, numa visita que merece, pelo menos, meio dia de total disponibilidade para valer a pena. Salve um dia das suas férias no Egito apenas para o Museu do Cairo e verá que não se arrependerá nem um bocadinho.

Khan El Kalili

Porque o Egito não é apenas as ruínas e as memórias da Antiguidade, o Khan El Khalili é um dos monumentos obrigatórios para quem visita o Cairo e um dos monumentos mais famosos do Egito. É o bazar mais famoso não só do país, mas de todo o Oriente Médio.

Fundado pelo sultão Djaharks el-Jalili em 1382, o mercado situa-se bem no coração do Cairo islâmico, numa zona medieval entre muralhas, que faz com que a sua visita seja quase uma viagem no tempo.

Visitar o Khan El Khalili é ainda uma explosão de sabores, cores e cheiros, já que encontra toda uma paleta de produtos exóticos e incríveis. Lojas de tecidos, artesanato, joalharia, velas, especiarias, perfumes ou instrumentos musicais. Não falta nada neste bazar, formado por várias ruas estreias, onde os bordões dos vendedores se ouvem acima de todo o ruído dos milhares de visitantes.

Encontra ainda no mercado cafés, tão antigos quanto o próprio bazar, onde pode provar alguns dos melhores cás do Egito ou fumar o tradicional narguilé. O Café dos Espehos, o El Fishawi, é provavelmente o mais antigo, também por ser um dos mais antigos.

Está aberto todo o dia e sentar na sua esplanada é viver o Egito real, absorvendo toda a sua vida quotidiana de uma só vez. Se as paredes pudessem falar, estas seriam sem dúvidas umas das que mais teriam para contar.

Obelisco Inacabado

Porque o Egito não se limita ao Cairo, existem ainda vários dos monumentos mais famosos do Egito que deverá visitar fora da capital. É o caso do Obelisco Inacabado, uma obra de granito de 40 metros de altura, que nunca foi terminada. Isso faz com que ninguém saiba ao certo como é que ele era construído, já que existem várias perguntas por responder. Como, por exemplo, como é que eram transportadas as suas pedras.

Situada a norte de Assuã, o Obelisco Inacabado foi suspenso pelo aparecimento de uma fenda, tendo ficado abandonado até aos dias de hoje, mergulhado nesse tal amo de dúvidas.

Os especialistas acreditam que as pedras de que é construído eram transportadas de barco pelo Nilo acima, enquanto outras pessoas preferem acreditar na tal ajuda extraterrestre, de que também falámos no caos das pirâmides.


O que é certo é que este mistério do Antigo Egito é um dos monumentos mais interessantes para se visitar fora do Cairo. Além disso, a viagem é muito interessante e extremamente apelativa, especialmente para se ver as magníficas paisagens egípcias.

Mesquita de Al Rifa’i

A arquitetura religiosa egípcia não se limita às antigas pirâmides. Uma das suas provas maiores é a Mesquita de Al Rifa’i também conhecida como Mesquita Real, construída no final do século XIX perto da Cidadela de Saladino. É aqui que se encontram vários membros da família real egípcia, o que justifica a sua importância e a sua enorme imponência construtiva.

É uma construção de rara beleza no Oriente Médio e um exemplar único da arquitetura mameluco. Além das orações, na sua nave central, a mesquita alberga os túmulos dos reis Fuad I e Faruq, nas suas naves laterais. A acompanhá-los está a princesa Fadia e o filho Abu Shebak. É aconselhado que faça uma visita guiada, para podes desfrutar de todos os pormenores e segredos da Mesquita de Al Rifa’i, um dos monumentos modernos do Egito que merecem uma visita.

Cidadela de Saladino

A Cidadela de Saladino, assim conhecida por ter sido mandada erguer por Saladino, situa-se no Cairo e foi construída no século XII, com o objetivo de defender a cidade dos avanços dos europeus. O seu significado é assim especial: de antiga fortaleza a uma das principais atrações egípcias, onde os europeus ganham toda uma nova expressão.

Além da sua arquitetura militar única, com ameias e torres circulares, a Cidadela Saladino tem ainda uma das vistas mais espetaculares do Cairo, graças à sua posição geográfica privilegiada. Além disso, no seu interior encontra alguns monumentos importantes, como o Palácio Gawhara, a Mesquita do Sultão Hassan e, claro, a já mencionada Mesuqita Real de Al Rifa’i.

Este é um dos monumentos mais famosos do Egito, tal como o mercado Khan El Khalili, é mais interessante ser visitado sem guias turísticos. Experimente passear pelas suas ruelas e deixe-se perder no Egito real, absorvendo os seus cheiros, ruídos e vivências, numa experiência pessoal única e irrepetível.

Torre do Cairo

A Torre do Cairo é o monumento mais recente que encontrará nesta lista. Foi construído em 1961 e marca o skyline da capital egípcia de forma determinante, assumindo-se como um dos principais ícones da modernidade da cidade, dialogando de forma perfeita com a tradição e a memória do Egito Antigo, que se respira em praticamente todas as esquinas da cidade. Durante uma década, foi a mais alta torre de todo o continente africano.

A Torre do Cairo é, na verdade, uma torre de telecomunicações, mas o seu desenho arquitetônico inusitado tornam-na única. Construída em granito, com um traço estilizado, é coberto por uma treplica reminiscente de uma flor de lótus, que lhe dá um aspeto único.

Ao longe ou ao perto, é um inesperado ex-libris das selfies dos turistas e visitantes que passam pelo Egito. Infelizmente, a neblina que é muito constante no Cairo faz com que as fotografias da Torre do Cairo nem sempre sejam possíveis de tirar.

Barragem Rio Dos Touros: a Natureza No Seu Melhor

barragem rio dos touros

A Barragem Rio dos Touros é um dos maiores e mais importantes pontos turísticos do Bom Jesus, o município brasileiro do estado do Rio Grande do Sul. Juntamente com a Cachoeira da Usina formam um dos mais incríveis conjuntos de todo o Nordeste brasileiro, onde a natureza e a mão humana se cumprimentam em grande harmonia.

Bom Jesus pode ser conhecida por ser uma cidade fria, mas a barragem Rio dos Touros faz valer a pena uma visita. O seu acesso não é nada complicado. Fica a apenas 6 quilómetros da cidade, numa estrada de chão bem confortável, apesar de alguns trechos ruins. A prefeitura está sempre atenta e a procurar remendar as partes piores sempre que possível.

Pode parecer uma atração pouco habitual. Afinal de contas, não são muitos os pontos do mundo em que uma antiga usina se torna numa atração turística. No entanto, esta não é uma atração apenas para quem gosta de ruínas. Antes pelo contrário. Esta é uma atração para todos aqueles que gostam de natureza, de trilhas ao ar livre, de respirar ar puro, de passar tempo com a família e amigos e que não passam sem uma paisagem maravilhosa.

É que a Barragem Rio dos Touros cria uma paisagem única e pouco habitual. É uma espécie de espelho de água, dividido em lâminas, que se prolongam sobre um lajeado de pedra, criando um cenário de rara beleza. Para quem gosta de natureza e de caminhadas, a trilha por cima da antiga tubulação permite atravessar toda a barragem até à Cachoeira da Usina.

É uma visita diferente a que oferece a Barragem Rio dos Touros e é recomendada a todos os que gostam da natureza e não só. Quem diria que a barragem, que era usada para gerar energia para todo o Bom Jesus, se tornaria na principal atração turística da cidade depois de desativada? E, no entanto, a sua beleza e posição geográfica privilegiada assim o fizeram, provando que, muitas vezes, o acaso é o mais belo dos acontecimentos.

Barragem Rio dos Touros: Quando Visitar

É recomendado que o passeio à barragem seja feito de manhã, deixando a Cachoeira da Usina para a tarde. Isso porque, devido à posição do sol, esta se torna mais apelativa após a hora do almoço. Além disso, também as fotografias saem melhor, uma vez que não terá o sol em contraluz. Assim, depois de seguir a trilha pela tubulação sobre as lâminas de água, chegará a duas quedas de água em sequência, entabuladas por campos e pedras verdejantes.

O seu nome, como é óbvio, deve-se ao fato de se encontrar perto das ruínas da antiga usina, que em tempos gerou a energia de todo o município do Bom Jesus. A trilha acompanhada o resto da tubulação, que abastecia a turbina, e faz com que a visita seja de todo inusitada. Afinal de contas, este é o encontro perfeito entre a mão humana e a natureza.

Encontra tanto na Barragem Rio dos Touros como na Cachoeira da Usina muitos visitantes, atraídos pela beleza única e pelo pôr-do-sol único que se avista da cachoeira. É ainda um passeio perfeito para observar a flora e a fauna autóctone do Nordeste brasileiro, para relaxar e para estar com toda a família. Leve uma cesta com comida e descanse, num piquenique único, que ficará certamente para a sua memória futura.

Para quem não é de perto, não hesite em ficar pelo menos uma noite em Bom Jesus. Existem algumas pousadas na cidade e outras unidades hoteleiras, nomeadamente o Recanto das Camélias, um dos locais com melhor combinação entre qualidade e preço. Além de ser confortável, tem ainda estacionamento e fica bem perto do centro. A diária inclui o café da manhã.

Uma vez que a usina já está desativada, não existe qualquer problema em visitar a cachoeira ou a Barragem Rio dos Touros. Além disso, a visitação é obviamente livre e gratuita para qualquer pessoa. No entanto, se preferir, pode optar também por uma excursão guiada, com um guia especializado. Existem várias agências de turismo que fazem tours por cânions e cascatas, que organizam trilhas nesta região do Nordeste.

Ilhas Chinesas podem ser arrendadas por menos de R$3,000

ilha em Liaoning
https://www.pxfuel.com/en/free-photo-eimfy

Na província de Liaoning, no nordeste da China, é possível alugar uma ilha por menos de R$3,000, e fazer até um projeto de turismo numa dessas ilhas.

Segundo reportagens locais, uma ilha com um hectare de terreno pode ser alugada por R$ 2,8000 por ano, mas os preços sobem por hectare ao ponto de chegarem também aos R$ 19 milhões. As diferenças nos preços seguem uma escala de seis níveis, de acordo com planos de desenvolvimento e presença de vida selvagem e marinha, entre outros fatores.

As ilhas ficam numa província com mais de 500 ilhas desabitadas que o governo decidiu alugar a particulares. Apesar de os preços puderem ser relativamente baixos, quem alugar uma ilha terá de ter planos detalhados e garantir que os projetos não exijam recuperação de terras ou outras medidas complicadas por parte do governo.

O governo da China, um dos países mais populosos do mundo, tem nove categorias previstas para aprovar projetos, e incluem a pesca, o desenvolvimento urbano, o turismo, e a agricultura. Muitas das ilhas da província de Liaoning são atualmente usadas para o turismo, sendo as mais populares conhecidas por jardins e praias rochosas.

Algumas das ilhas estão até ao longo do rio Yalu, que faz fronteira com a Coreia do Norte, um dos destinos mais difíceis de visitar. É  possível apenas ver o país pela organização de turismo estatal, que acompanha sempre os turistas com “guias” que falam o idioma do turista.

Para visitar o pais há ainda pacotes de viagens saindo da China com preços baixos. Podem é não ser tão baixos como os de alugar uma ilha em Liaoning.

Turismo na Etiópia: informações, pontos turísticos, e mais

tribos do Vale do Omo

Fazer turismo na Etiópia é um a boa ideia para muitas pessoas, mas para outras este destino pode não ser a melhor escolha e em vez disso aconselham-se outros locais. Se quiser saber mais sobre visitar este país no continente Africano, este artigo é para si.

Muitos vêm a Etiópia como um deserto, onde as pessoas vivem na fome e na miséria, e onde há guerras constantes. Tudo isto acontece no país, logo turismo na Etiópia não é para quem quer uma viagem para relaxar e aproveitar luxo. No entanto, uma viajem pode ser uma aventura, e na Etiópia tem vários tesouros a descobrir.

Entre estes tem as igrejas escavadas de Lalibela, as paisagens das Montanhas Simien e do Lago Tana, e as planícies do sul e o Vale de Omo onde ainda encontra tribos de África fascinantes a viver ao seu modo. A depressão Danakel também é um ponto turístico aconselhado.

Se pretende visitar a Etiópia, há algumas coisas que vai precisar de saber antes marcar a sua passagem aérea para o país.

Fatos importantes a saber

A capital da Etiópia é Adis Abeba, e a língua oficial é o amárico. As suas fronteiras terrestres são com o Djibuti, a Eritreia, o Quénia, a Somália, e o Sudão. Este último tem tido vários conflitos que já tiveram atenção internacional.

Na Etiópia usa-se o fuso horário GMT +3, e o código telefónico internacional é o +251. Turismo na Etiópia é sempre aconselhado com prudência devido à possibilidade de distúrbios e confrontos locais, e a cortes de internet e rede que são mais frequentes do que se quer.

Nas regiões urbanas da Etiópia fala-se algum inglês, sendo esta a língua usada para falar com os visitantes.

Quando Visitar?

O território da Etiópia é extenso e como tal o clima é variado: desde cadeias de montanhas – como as Montanhas Semien e as Montanhas Bale – até regiões deserrtas e savanas, é díficil precisar quando deve visitar o país sem saber o que procura ao certo.

Saiba no entanto que há três zonas climáticas na Etiópia diferenciadas pela altitude: a zona fria acima dos 2,400 metros, onde as temperaturas vão dos 0 aos 16 graus, e temperada dos 1,500 aos 2,400 metros, onde se sentem entre 16 e 30 graus, e a quente abaixo dos 1,500 metros, onde as temperaturas no dia vão dos 27 aos 50 graus.

A capital Abis Babeba fica a 2400 metros de altitude mas lá o clima é temperado e seco. No entanto, entre junho e setembro é a estação das chuvas na região, e é precedida por chuvas intermitentes entre fevereiro e março.

Pode usar o website Accuweather para verificar as condições climatéricas na Etiópia a qualquer altura.

Qual é a moeda usada na Etiópia?

A modela local da Etiópia é o Birr (ETB) e a taxa de câmbio é atualizada regularmente, logo deve verifica-lo antes de qualquer viajem. Pode trocar reais ou euros por Birr nos principais bancos e hotéis de Abis Adeba e outras principais cidades. Guarde sempre recibo para trocar de volta dinheiro que sobre.

Na Etiópia a maior partes dos pagamentos é feito em dinheiro, mas hotéis, agências de viagem, e outros estabelecimentos grandes aceitam cartões de crédito como o Visa. Falhas de cartões devido À rede são frequentes, no entanto.

Pode sempre usar cartões de débito para levantar dinheiro em caixas multibanco (ATM), mas existem limites dependendo do seu banco. É boa ideia contactar o seu para ver quanto pode levantar em ETB na Etiópia.

Atenção: entrar na Etiópia com mais de o equivalente a 1,000 ETB é ilegal. Para sair da Etiópia com este valor em dinheiro deve ter uma declaração emitida por um banco local.

Pontos Turísticos na Etiópia

Sabendo isto tudo há ainda muitos motivos para fazer turismo na Etiópia, incluindo os seus pontos turísticos. Se for sem medo a este pais conheça alguns dos ponto mais importantes e visitados por turistas na região.

1. Museu Nacional da Etiópia

Em Adis Abeba tem o Museu Nacional da Etiópia, onde se encontram os fósseis da nossa tataravó Lucy, que é até aos dias de hoje o ser humano mais antigo algumas vez encontrado. Lucy viveu na Terra há cerca de 3,2 milhões de anos

2. Addis Mercato

O mercado Addis Mercato, em Adis Abeba, é um local caótico onde pode comprar algumas das iguarias locais, e até o famoso café etíope, com tons frutados e florais. É considerado dos melhores do mundo e é uma experiência para quem gosta da bebida.

Se for ao mercado vá em grupo com outros turistas ou com escolta de seguranças para garantir a sua segurança.

3. Restaurantes locais

Pode parecer batota aqui, mas a culinária da Etiópia tem vários encantos a descobrir. Comer nos restaurantes locais é relativamente barato, e pode provar refeições com temperos como berbere, o mitmita, e o korerima. Alguns ainda incluem danças típicas como entretenimento.

4. Castelos de Gondar

Os castelos da cidade-fortaleza de Gondar, que foi a última capital do antigo império da Etiópia, são um dos principais pontos turísticos deste país por poder experienciar tempos onde poderosos reinados dominavam o continente Africano.

5. Igrejas escavas na Rocha de Lalibela

Em Lalibela oide ebcibtrar as fanisas igrejas escavadas na rocha, que constituem um Patrimônio Cultural da Humanidade da Eitópia. Estas ficam a 1.500 metros de altitude e a 640 quilômetors da capital Adis Abeba.

São, no entanto, um dos pontos turísticos mais famosos e mais procurados do país.  Cada uma das igrejas foi talhada na rocha como se fosse uma escultura.

6. Ruínas de Axum

As ruínas maciças da cidade de Axum, que datam do 1º ao 13º século d.C. e incluem obeliscos monolíticos, castelos imperiais, e túmulos reais são também algo a não perder. Estas são do tempo em que o Reino de Axum era um dos mais poderosos entre a Pérsia e o Império Romano Oriental.

As ruínas de Axum foram também acrescentadas como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1980.

7. Montanhas Simiens

As Montanhas Simiens são conhecidas por vezes como o rooftop de África, por estarem numa posição que permite aproveitar paisagens de tirar o fôlego com cânions profundos e verdes povoadas por leões da montanha e outros animais visíveis com facilidade.

Estas ficam no Parque Nacional de Simien, que também foi declarado como Patrimônio Mundial pela UNESCO, em 1978. Lá fica Ras Dashan, o ponto mais alto da Etiópia, a 4.550 metros de altura, sendo o quarto mais alto de toda África.

8. Erta Ale

Erta Ale é o vulcão mais ativo da Etiópia e fica na Depressão de Danakil, o ponto mais baixo e quente de todo o planeta Terra. Para ir até lá são necessários três dias de caminhada, e as paisagens parecem não serem deste planeta.

A cidade base da região, Dallol, é também a mais inabitada do mundo e passar por lá pode ser em si uma experiência

9. Lago Tana

O lago Tana é o maior de todo o país e a fonte do Nilo Azul. Tem 85 km de comprimento e 66 de largura, com uma profundidade máxima de 15 metros. No seu interior existem várias ilhas, muitas das quais têm mosteiros  que eram “anteriormente grandes, mas atualmente muito reduzidos.”

Dependendo do nível da água pode ver entre 21 ilhas ou até 45 segundo os locais – e muitas estão habitadas. No lago vivem vários animais, com os hipopótamos a destacarem-se.

10. Lago Wonchi

O lago Wonchi é um lago no fundo de um vulcão extinto, situado a 3.380 metros acima do nível do mar. Tem águas termais e belos vales para ver, mas é um dos pontos turísticos da Etiópia por permitir passeios de barco por lá.

11. Vale de Omo

Turismo na Etiópia não fica completo sem se encantar com as tribos do Vale de Omo, conhecidas pelas suas esplêndidas formas de pintar e decorar o corpo, por colocar placas redondas nos lábios, e pelos seus penteados pouco comuns.

Como o Vale de Omo é um ponto turístico da Etiópia tão popular é possível encontrar lá outros turistas europeus com calças caquis o que afeta um pouco a experiência.

12. Parque Nacional das Montanhas Bale

No sul da Etiópia encontra o Parque Nacional das Montanhas Bale, que cobre 2.220 km2 das montanhas. Pode encontrar neste parque os maiores lobos etíopes, leões, imbabalas, antílopes, servais (parecidos com panteras), javalis, e muitos outros.

Uma visita a este parque é certamente uma experiência em si. Note que há muitos outros pontos turísticos da Etiópia que pode ter interesse em visitar.

13. Cataratas do Nilo Azul

Outro dos pontos turísticos da Etiópia com uma grande beleza natural são as Cataratas do Nilo Azul,  que foram primeiro descritas pelo português João Bermudes, em 1565. Estão são conhecidas pelos locais como Tis Isat, que se tradeuz para “grande fumo” e estão a cerca de 30 km do Lago Tana.

As Cataratas do Nilo Azul têm 400m de largura e 45m de profundidade, e rivalizam algumas das maiores cataras do mundo. Na época das chuvas o Nilo Azul atinge o seu volume máximo.

14. Mosteiro Debre Libanos

O Mosteiro Debre Libanos, situado na capital Adis Abeba, foi fundado no século 13 pelo Santo Tekle Haymanot, segundo a tradição que afirma que ele meditou em uma caverna quase 30 anos. O edifício não é já o original apesar de se suspeitar que “há coisas interessantes entre os penhascos vizinhos.”

Atualmente existem por lá várias igrejas, e a famosa caverna onde morava o santo fica nas falésias próximas numa caminhada de cinco minutos. A água da sua nascente é considerada sagrada.

Como se deslocar?

Deslocar-se na Etiópia é um pouco complicado: alugar carro pode ser feito mas não é a melhor ideia: algumas estradas são inseguras com assaltos à mão armada a ocorrerem frequentemente,  muitas estradas estão mal sinalizadas. A lei etíope diz que condutores envolvidos em acidentes podem até ser presos.

Táxis são relativamente seguros na capital, mas o taxímetro é pouco usado logo discuta valores logo que entrar no carro. Deslocar-se pela Etiópia será melhor com motorista e escolta de segurança.

Existe também o trem entre Adis Abeba e Djibouti, mas que opera com atrasos.

Segurança ao visitar a Etiópia

O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal desaconselha viagens a título individual – sem o apoio de agências de viagens e escolta policial – à Etiópia e inclusivo a pontos turísticos como o Deserto de Danakil, na região de Afar, e às regiões de Gambella, Oromia, e Ahmara devido aos protestos locais que podem levar a violência.

Segundo este mesmo Ministério, tem aumentado a criminalidade contra expatriados e nacionais na capital a Etiópia, em Adis Abeba, com roubos e violência a cresceram em Bole, perto dos hotéis Atras e ramada, e em Yeka Hills.

As estradas entre Dire Dawa, Harar, Jijiga, e para Moyalke na fronteira com o Quénia estão desaconselhadas devido a repentinos bloqueios que podem ser perigosos para os turistas. Uma viagem a estes locais sem escolta policial é desaconselhada.

Se for fazer turismo na Etiópia é aconselhado contatar a Embaixada em Adis Abeba e informar o governo da viagem que vai fazer para que este saiba do seu paradeiro e possa garantir a sua segurança por lá. Isto não implica não ter escolta policial.

Procura as áreas consideradas mais seguras para turismo na Etiópia,. Que incluem a capital Adis Abeba e locais históricos como Gondar, o Lago Tana, Bahir-Dar, Lalibela, e Axum. Zonas naturais como as cordilheiras motanhosas também deverão ser seguras.

Números de emergência:

Se tiver algum problema, tem disponíveis estes números de emergência:

  • Número geral de emergência: 991;
  • Bombeiros: 939 / 00251 111567004;
  • Polícia: 991/00251 111572121;
  • Cruz Vermelha: 907;

Como chegar?

Como é desaconselhado viajar e fazer turismo na Etiópia sem o apoio de uma agência de viagens e do governo, o melhor será visitar uma agência perto de si e não planear uma viajem por si mesmo.

Os principais monumentos da Grécia Antiga

Templo Grécia Antiga

O legado da Grécia Antiga é riquíssimo e visitar a Grécia é quase como regressar no tempo. É uma viagem única e praticamente obrigatória, que inspira qualquer pessoa. Visitar as antigas ruínas do império Grego é mágico e ver os monumentos da Grécia Antiga é obrigatório.

Mais de vinte séculos depois, continuamos a olhar para trás com enorme admiração pela Grécia Antiga, uma das mais avançadas civilizações da história da Humanidade. Não é por acaso que os especialistas a consideram o berço da civilização ocidental moderna. Afinal de contas, os antigos Gregos estabeleceram muitos dos pilares fundadores do que é a nossa sociedade hoje em dia, da Democracia à Ciência.

De facto, o Conhecimento era a base da Humanidade para os Gregos clássicos, dando por isso enorme importância à Filosofia e, consequentemente, à matemática, que era tida como uma ferramenta para alcançar o divino. Esses pilares fundadores seriam absorvidos pelos Romanos, cujo poderoso império acabou por expandir por todo o território mediterrâneo e Europeu, influenciando decisivamente a sociedade moderna.

A Grécia tem sabido preservar a sua memória desse tempo, especialmente através de um trabalho notável de conservação das ruínas do seu passado, muitas vezes em diálogo perfeito com a Grécia moderna. É o casamento ideal entre antiguidade e modernidade, entre tradição e inovação, entre memória e atualidade.

Por isso, numa ida à Grécia, existem determinados pontos que se tornam obrigatórios conhecer. Nas linhas seguintes compilámos tudo o que necessita saber sobre os principais monumentos da Grécia Antiga.

Acrópole

A Acrópole é o símbolo de Atenas, a capital Grega, e do próprio país em si. É um ícone da Grécia, reconhecível por todo o mundo e, como tal, a sua visita é obrigatória a todos aqueles que visitam Atenas.

No video abaixo pode conferir a evolução da Acrópole na Grécia Antiga ao longo do tempo.

Além disso, as suas ruínas evocam a antiga cidade que era o centro político e social da Grécia Antiga e que, após a vitória sobre os Persas, se tornou no centro do Mundo ocidental e o berço da civilização ocidental moderna.

Considerada Património Mundial da Unesco e situada no centro de Atenas, numa privilegiada que lhe permite ter a melhor e mais completa vista sobre a cidade, a Acrópole inclui o antigo Parthenon, o Erechtheon, o Propileus e o Templo de Atena Nike.

O Parthenon é o mais impressionante de todo o conjunto e chega a ser quase irreal pensar como é que ainda está de pé, com as suas cinquenta colunas dóricas. O templo está num processo de restauração que dura desde sempre, por isso o mais difícil é conseguir uma foto que não inclua as gruas e as outras ferramentas.

No entanto, é o Templo Erechtheion o destaque da Acrópole, especialmente devido às suas estátuas frontais de seis mulheres de túnica, as cariátides. Infelizmente, as que estão no templo são cópias, já que as originais se encontram no Museu da Acrópole, para que estejam num ambiente mais protegido.

É que a sexta foi saqueada em tempos, por um embaixador inglês, estando agora na posse do museu de Londres. Corre em tribunal um processo iniciado pelo Governo Grego para a entrega da estátua.

Finalmente, o templo de Atena Nike é o mais modesto, mas também o primeiro a visitar a quem chega à Acrópole. Erguido em honra da deusa Nike, que significa “vitória” em grego – e daí ter sido adotado pela marca de vestuário desportivo, o templo era ainda adornado por vários motivos decorativos, com a deusa Nike em diferentes atividades, que também foi removido e transportado para o Museu da Acrópole.

A visita à Acrópole só fica completa depois de uma ida ao museu, que se situa bem perto. É que, além da sua coleção única, tem ainda uma arquitetura impressionante.

Teatro de Dionísio e Odeão de Herodes Ático

Bem perto da Acrópole ateniense situa-se o mais antigo teatro do mundo, o Teatro de Dionísio. Foi aqui que foram encenados importantes títulos de autores clássicos, como Ésquilo ou Eurípedes. Reconstruído dois séculos depois da sua fundação, no século IV antes de Cristo, desta vez em pedra, o Teatro de Dionísio é por isso tido como o berço da Dramaturgia ocidental moderna.

Enquanto o Teatro de Dionísio é em formato retangular, o Odeão de Herodes Ático é um teatro em formato semicircular, situado não muito longe do primeiro. Totalmente recuperado, continua a ser utilizado hoje em dia, para concertos, festivais e outros eventos especiais. Foi erguido a mando de uma ilustre família grega, em honra da esposa do seu patriarca Ático Herodes, Regilla.

Arco de Adriano e Templo de Zeus Olímpico

Uma das particularidades de Atenas, hoje em dia, é que nunca sabemos quando vamos ser surpreendidos por um dos grandes monumentos da Grécia Antiga.

É o que acontece com o Arco de Adriano, construído já no final da glória do Império Romano, para assinalar a visita do Imperador Romano Adriano à cidade. Este portão remete para a arquitetura dos arcos triunfais romanos e, apesar do seu mau estado, continua de pé, bem no centro de Atenas.

Acreditou-se durante muitos anos que este arco marcava a divisão entre a cidade antiga e a recente de Atenas. Contudo, escavações recentes vieram mostrar que esta teoria não tinha sustentabilidade. O certo é que este Arco de Adriano marca a entrada para o complexo. Esta é das mais antigas estruturas da Grécia Clássica, onde se encontra o Templo de Zeus.

Tal como Zeus era o rei de todos os Deuses, também o templo dedicado a si era o mais imponente dos monumentos da Grécia Antiga. A sua construção foi dura e só foi terminada no século II depois de Cristo, ou seja, já em pleno império Romano.

Tinha 104 colunas, das quais poucas resistem hoje em dia, incluindo uma tombada. Os ataques bárbaros, os terramotos e a passagem do tempo não foram gentis para este templo religioso, que chegou a ter uma das maiores estátuas do mundo. Este complexo de estruturas continua a ser escavado pelos arqueólogos, até porque foi um dos últimos a ser descoberto.

Estádio Panatenaico

Não muito longe do Arco de Adriano e do Museu da Acrópole, situa-se outro monumento da Grécia Antiga, cuja visita é absolutamente obrigatória a quem visita Atenas. É o Estádio Panatenaico, onde ocorreram os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, em 1896. No entanto, a sua origem remonta a muito antes disso.

O estádio original foi erguido no ano de 330 antes de Cristo, para as competições esportivas que aconteciam durante as celebrações religiosas Panateneas – daí o nome do estádio, Panatenaico.

Estas celebrações aconteciam todos os quatro anos, em honra da deusa Atena, e incluíam várias competições esportivas, como as famosas corridas de quadrigas (como as que vemos no filme Ben-Hur), atletismo ou luta. Não confundir com os Jogos Olímpicos, cujos percursores aconteciam em Delfos e Olimpia.

O estádio entrou em declínio, sobretudo após a queda do Império Romano, altura em que foi também utilizado para as sangrentas lutas de gladiadores. Os seus restos estiveram abandonados durante séculos, até que foram recuperados e restaurados no final do século XIX, para acolheram os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna. O principal responsável foi Evangelis Zappas e George Averoff, dois benfeitores Gregos que financiaram a empreitada.

Atualmente, o estádio é uma das principais atrações de Atenas da Grécia Antiga. Reconstruído todo em mármore, é uma construção impressionante, tanto pela branquidade do material, como pela sua dimensão, que permitem umas fotos incríveis. No centro, está um pódio onde pode tirar uma fotografia memorável.

Delfos

Os monumentos da Grécia Antiga não se limitam a Atenas. A Grécia é muito vasta e os tesouros do passado podem ser encontrados em vários locais, fora da atual capital. É o caso de Delfos, um dos mais importantes parques arqueológicos do mundo, considerado inclusive Patrimônio Mundial da Unesco.

Era em Delfos que aconteciam os Jogos Píticos, antecessores dos Jogos Olímpicos (que aconteciam em Olimpia) e era aqui que se situava o famoso Oráculo.

O Oráculo de Delfos era o conjunto de casas e templos dos sacerdotes Gregos, onde se dirigiam os mais importantes e influentes homens e instituições da Grécia Antiga para pedir conselhos.

Foi o caso de Alexandre, o Grande, o famoso conquistador da Macedónia, que foi a Delfos pedir aconselhamento ao Oráculo, num famoso episódio da História clássica.

Quantos aviões estão no ar neste momento? Saiba como ver

Sabia que é possível ver quantos aviões estão no ar neste momento, e até seguir voos específicos através da internet para saber se os seus familiares chegam bem e seguros aos destinos que programaram?

Através de plataformas de dados de aviação, como a FlightAware, pode acompanhar todos os aviões que estão no ar em simultâneo, mostrando-os em cima de uma mapa mundo com as suas posições atuais para se ter uma boa percepção do tráfego aéreo.

A FlightAware mostra que antes da pandemia do coronavírus existiam em média 9,278 aviões no ar a transportar mais de 1,2 milhões de pessoas a qualquer momento. Alguns dias são menos parados e o tráefgo aéreo caiu a pique em Março deste ano devido à pandemia COVID-10.

Segundo a plataforma, no entanto, há vários aviões no ar neste momento, sendo que nas últimas 24 horas o FlightAware rastreou 67,700 chegadas de mais de 4,200 voos. A plataforma usa dados de navegação de países de todo o mundo, incluindo de agências militares e de agências governamentais, para ver quantos aviões estão no ar neste momento.

Além disto, usar dados de radares graças a uma rede de antenas que acompanham os voos, que estão colocadas um pouco por todo o mundo. Apesar de ser possível ver voos programadas, tem de ter em conta que há sempre cancelamentos e atrasos o que afeta os dados.

As informações dos radares, note-se, não é completamente fiável quanto estão aviões no ar em cima de grandes massas de água ou de rotas polares devido À fraqueza do sinal emitido nessas zonas.

Quantos aviões voam por dia no mundo?

Através de plataformas online pode não sói ver quantos aviões estão no ar neste momento, como controlar quantos aviões voam por dia no mundo. Estes últimos dados consegue ao usar o FlightRadar, que mostra os dados detalhados todos os dias, com uma média móvel a mostrar o desenvolvimento.

É através do FlightRadar  que conseguimos ver que antes da pandemia do coronavírus, havia cerca de 170,000 a 180,000 aviões por dia a voar em todo o mundo, mas este número caiu a pique em Março de 2020 para uma baixa de 54,000 voos num só dia.

Os dados mostram que desde então tem havido uma forte recuperação, com a média de sete dias a ir de 63,000 voos por dia para já 121,000 à medida que os voos são recuperados. Se contarmos apenas voos comerciais – e não aviões privados, por exemplo  – fomos de 100,000 aviões a voar por dia no mundo para uma baixa de 23,900.

A recuperação, mostra a média, já passou para os 45,000 voos comerciais por dia em todo o mundo. O recorde de voos num só dia foi atingido em 23 de julho de 2019, quando voaram nesse dia 230,000 aviões em todo o mundo.

Apesar de estes dados só terem começado a ser contados em 2006, é pouco provável que antes disso se tenha ultrapassado tal número de aviões a voar no mundo num só dia. Outro marco que poderá querer saber foi quando se viram mais de 100,000 aviões a voar no mundo num só dia, que aconteceu em 2014.

Mais de 200,000 voos num só dia viu-se em julho de 2018, com o recorde a vir a acontecer mais tarde em 2019. A falar ao Business Insider Ian Petchnik, gestor da comunidade do FlightRadar, disse que o recorde poderia vir a ser ultrapassado mais vezes no futuro, apesar de julho ser o mês me que mais aviões voam por dia no mundo.

MAIS RECENTES