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Viagens para a terceira idade

Mais um artigo de extrema importância desenvolvido por Pedro B. onde o tema central são as viagens para a terceira idade. Na minha opinião um texto surpreendente e que nos dá um olhar de outro prisma. Espero que apreciem!

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Viagens para a terceira idade

A segmentação de mercado é uma técnica de marketing para rentabilizar ao máximo o investimento num determinado segmento. Ao isolarmos um determinado grupo-alvo, estamos a criar condições específicas para irmos ao encontro das necessidades e expetativas de um grupo de pessoas que comungam de um conjunto de critérios pré-determinados, refletidos num produto ou serviço.

Estes critérios estão assentes, fundamentalmente, nas características geográficas, demográficas, psicográficas e comportamentais. Encontrar um denominador comum capaz de produzir uma linha de comunicação eficaz e capaz de impactar um determinado grupo-alvo de uma forma harmoniosa e coerente, faz com que os operadores de mercado consigam criar produtos rentáveis e equilibrados.

Basta pensar nisto: Tenho condições para criar um ótimo produto, mas não sei quem serão os meus clientes. Para isso, tenho de fazer vários testes ao mercado, com os custos que isso implica, até perceber para quem dirigir este produto. Se, pelo contrário, eu detetar uma determinada necessidade num conjunto de pessoas, cujas características atrás descritas são comuns, então adaptarei o meu produto a essas pessoas, a esse segmento de consumidores, e reduzirei enormemente os meus custos, pois sei como comunicar com elas, onde e como elas compram e quanto estão dispostos a gastar em média.

A segmentação é, portanto, uma arma de incrível eficácia à disposição das empresas e um facilitador para nós, enquanto consumidores. Existem muitas segmentações e elas variam de mercado para mercado. Por exemplo, no Japão, os consumidores são divididos etariamente por escalas de dois anos (10-12 anos; 12-14 anos, etc.). Nos Estados Unidos há um mercado específico para os afro-americanos. Mas podemos segmentar consumidores pelas suas características físicas, por exemplo, o nicho de mercado dos canhotos, ou pelo seu estado momentâneo – o segmento de mercado das grávidas. Enfim, existem um sem número de segmentações e, naturalmente, a 3ª idade é hoje um segmento extraordinariamente importante, principalmente nos mercados de consumo mais desenvolvidos.

Várias razões podem ser apontadas. Envelhecimento da população, aumento da esperança média de vida (provocando o aumento do tempo médio de reforma), maior poder de compra, melhor condição física, novos hábitos de consumo, etc. São tudo razões extremamente válidas para fazer da 3ª idade um segmento estratégico na sociedade de consumo. E o mesmo se passa quanto ao turismo. Calculo que estejamos a viver um “período de ouro” no turismo da 3ª idade, pois a 3ª idade contemporânea é composta pela chamada geração “Babyboomer” dos anos 60, os grandes responsáveis pela atual sociedade de consumo que hoje vivemos. São pessoas que procuram desfrutar ao máximo da sua vida e estão dispostas a investir tempo e dinheiro nisso. Muitas delas, por exemplo, não têm descendência, logo a sua atenção e recursos são direcionados de uma forma diferente do habitual. São uma geração que quebrou tradições e impôs novas regras à sociedade… E o mercado sabe disso.

E chegados aqui, entramos num paradoxo muito interessante. Existem cada vez mais produtos criados especificamente para a 3ª idade, cujo maior esforço é tentar mostrar ao seu público-alvo que não entrou ou pertence à 3ª idade. É curioso não é? Eu também acho. E por isso, tenho uma antipatia natural pelos produtos criados para este segmento específico (se calhar é porque estou a aproximar-me a passos largos para este segmento e não o quero admitir).

Mas eles existem e, na verdade, são de extrema utilidade e muitos deles estão muito bem feitos e muito bem pensados, pois antecipam necessidades específicas e apresentam soluções, que de outra forma, não seriam possíveis. Mais acrescento, que segmentações desta natureza podem ser extremamente úteis para o turismo relacionado com causas sociais. Abrir voluntariado com características especiais para a 3ª idade, parece-me ser uma ótima ideia e com uma grande potencialidade, pois a quantidade de pessoas reformadas da sua atividade profissional, mas com vontade, energia e “know-how” para contribuir para uma sociedade melhor, é enorme, e muitas vezes, estão adormecidos, pois não conhecem ou não concebem que tal seja possível.

Na verdade, tudo isto é uma novidade. Este segmento de mercado é bastante recente em termos de categoria de consumo. Isolá-lo é um passo enorme para acabar com a descriminação e admitir que a 3ª idade não tem de ser um calvário ou uma antecâmara antes da nossa morada final, e os produtos turísticos têm, neste segmento, um grande protagonismo, pois a sua imaterialidade alimenta sonhos e confere energia para prolongarmos a nossa vida… aliás, como em qualquer outro segmento de mercado.

Museu do Acordeão em Paderne

Eu que supunha que já tinha visto museus de todos os tipos, enganei-me e descobri um fabuloso, o ‘Museu do Acordeão‘ situado em Paderne, Albufeira. O acordeão é um instrumento típico da região do Algarve, por isso o Museu do Acordeão é mais do que uma mostra de instrumentos, é uma homenagem a cultura local e ao povo Algarvio.

Os turistas poderão ver em exposição peças únicas como acordeões, concertinas, fotografias, medalhas, cartazes e vestuário típicos; são mais de 1.500 peças de grande valor cultural. O senhor Francisco Sabóia, é acordeonista e proprietário de quase todas as peças ali expostas, que antes estavam guardadas num armazém, em Loulé. A criação do Museu do Acordeão é a realização de um grande sonho do senhor Francisco Sabóia,  hoje diretor deste espaço cultural.

Vejam o vídeo abaixo que mostra um pouco do Museu do Acordeão:

O objetivo deste espaço sensacional é divulgar a história e importância do acordeão, dar a conhecer as novas gerações a importância cultural deste instrumento, e e estimular o interesse em novos músicos. O único museu dedicado ao acordeão existente em todo o país, desde a sua inauguração em 2011, tem atraído centenas de visitantes ávidos por conhecer mais sobre este belo instrumento e sobre a cultura local.

Parabéns à Paderne, parabéns ao senhor Francisco Sabóia, por tornar o nosso amado Portugal mais rico em algo que nos é tão importante, a música e a cultura!

Casa Museu do Acordeão
Rua António Aleixo
Edifício da Banda Filarmónica – Traseiras
Paderne
Tel: 289 543 094

Fonte: Região Sul

Viagens para Solteiros ou livres e desimpedidos

Hoje o Big Viagem traz para vocês um texto muito interessante acerca de um tema que habitualmente os nossos leitores e leitoras costumam nos questionar e pedir sugestões e opiniões: – Viagens para Solteiros ou livres e desimpedidos.

Um texto inteligente e super perspicaz de autoria de Pedro B. , que sem dúvida vos fará refletir imenso sobre o assunto!

Boa viagem!

Viagens para solteiros, livres e desimpedidos

Viajar é muito mais do que um simples acto de nos deslocarmos de um ponto A para um ponto B. Viajar é um momento aspiracional que todos nós interiorizamos desde a nossa tenra infância até muito depois da nossa morte… Lembrem-se da nossa “última viagem”, a qual, consoante as nossas crenças e religiões nos poderá levar para o céu, ou para um lugar com 70 virgens à nossa espera, entre outros imaginativos paraísos prometidos.

Por isso, desde muito cedo, fantasiamos com este momento, discutimo-lo com os nossos amigos e amigas, fazemos listas de destinos e um sem número de coisas que alimentam o nosso espírito e muitas vezes servem de muleta para chegarmos até ao fim de mais um cansativo e exigente dia.

Viajar, por tudo isto, faz parte do nosso inconsciente coletivo, e mesmo que não o possamos fazer, conquistamos o direito a sonhar com a “viagem de sonho”. E esta viagem de sonho vai mudando ao longo do tempo, moldando-se à nossa personalidade e mutando-se conforme o nosso humor, as nossas necessidades e expectativas.

O fim da nossa adolescência é, sem dúvida, um período da nossa vida rico em mutações. Ainda somos jovens, temos a certeza que somos imortais e podemos ser o que quisermos. Vivemos uma vida alucinante, recheada de novas descobertas e sensações e queremos mais, muito mais… e não ficamos minimamente cansados… Na verdade, nem sequer conseguimos perceber como é que os nossos pais e as pessoas mais velhas estão cansados do seu dia de trabalho. Não faz qualquer sentido e fingimos compreender esse cansaço porque nos queremos integrar e não nos chatear muito com isso. É uma época maravilhosa.

É nesta altura que descobrimos o amor, ou algo parecido com isso, mas certamente muito próximo. E começam as nossas grandes fantasias, que, quer queiramos ou não, vão-se prolongar até ao fim dos nossos dias (quem não concorda que dê o primeiro passo).

Viajar sozinho/a, livre e desimpedido/a é uma dessas fantasias. Chegar a um lugar exótico, em que tudo é fácil e feito à nossa medida, onde as mulheres e os homens são os seres mais bonitos e perfeitos jamais concebidos e, pasmem-se, adoram-nos de uma forma quase exagerada e com um grau de devoção e intensidade impossível.

Sabemos que não existem lugares assim, mas recusamo-nos a deixar cair este “eldorado” que povoa a nossa consciência. Recusamo-nos porque acreditamos que a vida é um momento extraordinário e nunca perdemos a esperança, por muito ténue que seja, que esse momento pode aparecer mesmo ao virar da esquina ou ao virar do globo.

A nossa “lista de compras emocional” tem de conter esta viagem. E se a conseguirmos realizar? Como irá ser? Vamos mesmo encontrar este “eldorado” povoado de seres que nos vão idolatrar e acrescentar um novo sentido à nossa vida? (tenho que avisar as nossas leitoras que quem vos escreve é um homem e esse facto, tenho a certeza, condiciona uma possível perspectiva e opinião sobre esta “viagem”).

Acredito, francamente, que não. Mas a destruição deste mito também tem um efeito positivo e, de alguma forma, relaxante, pois podemos passar ao próximo item da tal “lista e compras emocional”.

Não vamos encontrar esse “eldorado”, mas vamos encontrar inúmeras outras razões que nos podem levar a ser pessoas muito melhores e realizadas.

Tenho que começar por vos dizer que a preparação desta viagem é um acto de egoísmo extremo. Estamos a pensar apenas em nós e mais ninguém. Tudo aponta para a satisfação das nossas necessidades e nada mais, necessidades essas que vão muito mais além do que conhecer um novo lugar, uma nova cultura, uma nova forma de vida.

Mas esta perspectiva não tem de ser negativa. Pelo contrário, trata-se de um momento nosso, que trabalhamos arduamente para o conquistar e que conseguimos materializá-lo. E esta materialização só tem sentido assim. Esta é a “minha viagem”, feita à minha medida e mais ninguém tem nada a ver com isto.

Termino com uma lista das prioridades e reflexões que poderão estar associadas a esta viagem:

1. Sexo: Quando estamos a planear esta viagem pensamos inevitavelmente neste assunto e prevemos que tudo irá ser mais fácil do que o habitual. Não é verdade. Estamos mais permeáveis e sujeitos a esquemas que nos poderão prejudicar e estragar a nossa viagem. Mas não desanimem. O que aconselho é muita prudência, muita segurança e que as coisas não vão ser tão fáceis como julgamos. Se o forem, prestem muita atenção porque certamente poderemos estar envolvidos num esquema menos saudável.

2. Ego:  Podemos ser quem quisermos: Temos tendência para ser e para nos revermos naquilo que os outros pensam de nós. Esta viagem pode ser a oportunidade de nos afirmar de formas diferentes e testarmos traços da nossa personalidade. Mas cuidado, por muitas variações que possamos empreender, existe sempre uma base assente em ética e valores apreendidos a longo da nossa vida que nos caracterizam enquanto seres humanos e sociais. Mexer nestes fatores básicos pode ser desastroso. Mas ensaiar um “novo eu” pode ser um exercício muito divertido e compensador.

3. Segurança: Estamos a viajar sozinhos, estamos com muita vontade de conhecer novas pessoas, novos ambientes e viver novas aventuras. Estamos, portanto, permeáveis a um conjunto de situações que não dominamos. A segurança deve ser muito cuidada para garantir que a nossa viagem de sonho não termine em pesadelo. Uma das grandes ferramentas que temos à nossa disposição para nos ajudar neste capítulo é, sem dúvida, o “bom senso”. Se há alguma coisa que não pareça correta é porque, provavelmente, não está correta. Os nossos instintos, na maior parte das vezes, estão certos.

4. Dinheiro: Viajar sozinho e com uma predisposição anormal para cumprir sonhos e desejos vai-nos sair, certamente, mais caro do que viajar acompanhado ou em grupo, uma vez que não partilhamos custos, por exemplo, no alojamento ou nos transportes. Bem sei que os sonhos não têm preço, mas uma viagem tem de ter um princípio e um fim. Saber usar os nossos recursos financeiros de uma forma equilibrada ao longo da nossa viagem é muito importante.

5. Solidão: Ao longo desta viagem vamos ter momentos de solidão e ninguém para partilhar um determinado momento ou situação e isso pode ser “stressante”. Mesmo que nas nossas cogitações iremos conhecer milhares de pessoas muito divertidas e incrivelmente bonitas, temos de estar preparados para lidar com estes momentos de solidão. Antecipá-los é meio caminho andado para os gerir da melhor forma possível e conseguirmos tirar o melhor proveito de momentos só para nós próprios.

6. Sorrir: Sorrir e ter uma atitude positiva atrai pessoas. Ter a capacidade de sorrir de uma forma autêntica pode ser o “ice breaker” mais eficaz à nossa disposição e quem sabe, o ingrediente secreto das viagens de sonho.

Celebrar o Natal nos parques e monumentos de Sintra

A Parques de Sintra propõe inúmeras atividades para o mês de dezembro, mês do início do inverno e também do Natal. Nos dias 12 e 13 de dezembro de 2014, três atividades do projeto “Parques de Sintra Acolhem Melhor” permitirão a fruição do património a cegos ou amblíopes, surdos e pessoas com mobilidade condicionada: Jardins de Monserrate Sem Barreiras, Património em Gestos e Sentir o Património, todos no Parque de Monserrate.

O Workshop de Sabonetes Naturais, que terá lugar na Quintinha de Monserrate, no dia 13 de dezembro, permitirá aos participantes aprenderem a fazer sabonetes totalmente vegetais, usando plantas aromáticas e medicinais e especiarias.

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Natal tempo de fazer, partilhar e saborear- Foto Susana Morais ©

E como o Natal faz as delícias das crianças, nos dias 14 e 21 de dezembro, há duas atividades a pensar especialmente nos mais pequenos. Na atividade Natal é tempo de… Fazer, Partilhar e Saborear, na Quintinha de Monserrate, os participantes fazem Bolo-Rei e Bolo-Rainha (e mais tarde saboreiam-nos), enfeitam a árvore de Natal, decoram as botinhas para pendurar na chaminé e ouvem uma estória de Natal à lareira.

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Concerto para Bebés – Foto Susana Morais ©

Na atividade Concerto para Bebés: Manhã de Natal, que terá lugar no Palácio de Monserrate, a magia e o encanto do Natal fazem-se sentir num espetáculo musical interativo que estimula o sentido melódico e rítmico dos participantes e promove a interação lúdico-musical entre pais e filhos.

No dia 20 de dezembro realiza-se mais uma Sessão de Horticultura Biológica de outono/inverno, na Quintinha de Monserrate, dedicada à fertilização orgânica.
Os passeios a cavalo e de pónei, ou de charrete no Parque da Pena, e o Sintra Canopy Slide, na encosta do Castelo dos Mouros, mantêm-se, estando a sua realização apenas dependente das condições meteorológicas.

Para quem prefere exposições, é possível visitar a exposição 180 anos da morte de D. Pedro IV, no Palácio de Queluz, a exposição “Vitrais e Vidros: Um Gosto de D. Fernando II”, no Palácio da Pena, e a “Melhores Imagens do BIO+Sintra”, no espaço Info Parques de Sintra e no Palácio de Monserrate. É ainda possível assistir ao documentário “A Sinfonia”, no espaço Info Parques de Sintra.

Poderão obter maiores informações sobre como participar bem como preçário em:

www.parquesdesintra.pt

 – www.facebook.com/parquesdesintra

Dicas de passeios em Visconde de Mauá

É impossível passar por Visconde de Mauá (município de Resende, estado do Rio de Janeiro) e não se lembrar de toda a natureza preservada, das vilas, montanhas e cachoeiras do alto da Serra da Mantiqueira. A tranquilidade e o clima tropical de montanha movimentam a região todo o tempo. Mas alguns passeios turísticos ganham destaque entre as três Vilas, e garantem toda a diversão aos visitantes.

Passeios em Visconde de Mauá
Paisagens – Visconde de Mauá

Na Vila de Maringá está localizada a Alameda Gastronômica, principal centro comercial de Visconde de Mauá. Andar pela rua já garante um longo passeio, pois é ali que está concentrado o maior número de pousadas, hotéis, lojas, artesanatos, e principalmente restaurantes e bares que oferecem desde pratos mais caseiros quanto outros mais requintados.

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Alameda Gastronômica em Visconde de Mauá

Uma dica para passar o tempo e conhecer as maiores cachoeiras da região é o Passeio dos Gigantes, realizado pela agência de turismo Remorini. O visitante passa pelas três maiores quedas d’água de Visconde de Mauá – Paiol, com 120 metros; Brumado, 90 metros; e 5 Estrelas, com 200 metros e a única das três que pode ser utilizada por banhistas.

Queda d'Água em Visconde de Mauá
Queda d’Água em Visconde de Mauá

O passeio é acompanhado por guias, que explicam um pouco mais dos pontos históricos, com direito a paradas em mirantes e a possibilidade de ter a melhor vista a partir do Mirante Zé Manuela, na Serra Verde, a 1.800 metros de altitude. As vilas com as simples e charmosas casinhas, e a famosa Pedra Selada, completam a bela paisagem local.

Passeios em Visconde de Mauá
Visconde de Mauá

Outra atividade bem procurada é a visita aos pesqueiros das Vilas, que duram um dia todo, principalmente se feitas em grupos de amigos ou entre familiares. É o caso do Pesqueiro Karijó, na altura do Vale da Capelinha; o Pesque e Pague Rio Preto, no Vale do Rio Preto; e duas opções no Vale de Santa Clara: o Truta Rosa, mais requintado; e o Restaurante Trutas da Floresta, com ambiente mais rústico.

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Placas Indicativas em Visconde de Mauá

Além desses passeios, é possível se divertir nas próprias pousadas e chalés da região, muitos deles com piscinas naturais, cascatas, cachoeiras, jardins, e opções confortáveis dentro dos quartos. O mesmo acontece com os restaurantes nas Vilas de Maringá, Mauá e Maromba, onde o visitante pode apreciar a boa gastronomia (com pratos especializados em trutas e a base de pinhão), e ainda conhecer um pouco mais de toda a redondeza pelo caminho.

Para quem gostou do post, acesse : Hotéis e Pousadas em Visconde de Mauá para saber mais informações sobre pousadas em Visconde de Mauá e boa viagem!

Viajar a dois no Natal e Ano Novo, sim ou não?

As festas de final de ano estão próximas, Natal, Ano Novo, promessas garantidas de muita animação, mas também é o momento de dúvidas para muitas pessoas, e os nossos leitores não seriam diferentes. A grande dúvida que atormenta algumas pessoas: – Viajar a dois no Natal e Ano Novo, sim ou não? Todos os anos recebemos imensos emails pedindo a nossa opinião sobre esse tema.

Já escrevi aqui no Big Viagem sobre isso, hoje mais uma vez contamos com a colaboração de Pedro B. que nos ajuda a refletir sobre isso mais detalhadamente, tenho certeza de que vocês vão gostar!

Viajar a dois no Natal e Ano Novo, sim ou não?

Viajar a dois no Natal e Ano Novo, sim ou não?

Esta é uma dúvida difícil de desfazer. Desde já lhe aviso, caro leitor/a, que a sua dúvida vai persistir depois de ler este artigo, por isso se tiver coisas mais importantes para fazer, não perca tempo com isto.

Estabelecidas as regras vamos a isto.

O Natal e o Ano Novo são épocas ideais para viajar. Vamos pôr de parte todo o peso da tradição e dos hábitos seculares a que esta época está associada e vamos ser práticos. Esta é mesmo uma das melhores alturas do ano para viajar, senão vejamos:

– Inúmeras pessoas estão neste momento com esta dúvida, significando que vão pensar sobre o assunto e dentro em breve vão decidir. Desde logo, 50% dos indecisos não vão viajar, pelo que o seu destino de férias estará 50% mais vazio do que estaria numa altura normal de férias;

– O frio e o mau tempo está no seu auge para os habitantes do hemisfério norte. A si, só lhe apetece fugir para um clima quente. Esta é a oportunidade ideal para transformar o seu horrível inverno num verão quente e envolvente e encher de inveja os seus colegas e amigos. Para os habitantes do hemisfério sul esta razão não faz qualquer sentido. Mantenham-se nas vossas latitudes, por favor. Não há nada de encantador na troca de um clima quente por chuvas, frio e engarrafamentos urbanos, com pessoas loucas à procura dos últimos presentes para oferecer no Natal.

– A partir do meio do mês de Dezembro as empresas “param”. A atenção as pessoas está centrada nas festividades, significando que uma ausência no seu posto de trabalho é menos grave e comprometedora.

– Os engarrafamentos, a loucura das compras, a falta de lugares de estacionamento, o trânsito nas estradas, a quantidade absurda de almoços de natal corporativos e de outras naturezas, as brigadas de trânsito da polícia à busca das multas, os cinemas cheios, as crianças mal educadas nas lojas, as filas intermináveis nos supermercados e hipermercados, os espetáculos de Natal, a programação televisiva, entre muitas outras coisas, não são uma perspectiva brilhante. Fugir de tudo isso é muito tentador e certamente prenúncio de uma vida mais saudável.

Mas esta é, claramente, uma perspetiva funcional. Vamos inverter isto e vamos agora discorrer à luz de uma perspetiva emocional, porque, na verdade, o Natal é uma celebração e a emoção, o seu principal motor. Assim sendo, de ponto de vista emocional, viajar nesta altura do ano não é bom porque:

– Esta é uma celebração da família e dos amigos. Em mais nenhuma altura do ano isto é tão presente e por isso não quero dispensar este momento tão importante. Quero marcar presença, quero desfrutar de todos os lugares comuns associados a esta grande festa e quero viver o “espírito natalício” com todos os que me são próximos e queridos;

– A quantidade de opções culturais e de entretenimento proporcionada pela minha cidade nesta altura do ano são imbatíveis. Aproveitar estas oportunidades, muitas delas gratuitas, é um privilégio.

– Para quê gastar dias de férias na minha empresa, quando, na verdade, pouco se faz nesta altura e privilegia-se, principalmente, o convívio entre colegas, chefias e todos os níveis da empresa. É uma ótima oportunidade para ficar a conhecer melhor os meus colegas, quem sabe fazer novas amizades e desfrutar dos feriados e dos dias livres proporcionados pelos jantares e celebrações de empresa.

– Vou gastar uma fortuna em prendas, em jantares e em inúmeras outras coisas. Por outro lado, recebo o meu subsídio de férias que, bem gerido, posso finalmente comprar aquele casaco ou aqueles sapatos que não tive coragem de o fazer ao longo do ano inteiro e com sorte ainda me sobra algum para as minhas poupanças. É uma altura ideal para por as minhas finanças em dia e preparar, da melhor forma possível, o novo ano que se avizinha.

Já o tinha avisado, caro leitor/a, que este texto é um beco sem saída. Esta época é tão rica em novidades e possibilidades que qualquer perspetiva é boa ou válida. Para fecharmos em beleza resta-me emitir a minha humilde opinião, que em boa verdade até é bastante democrática pois contempla as 2 situações possíveis para esta época.

Não concebo celebrar o Natal afastado da minha família e dos meus amigos. Não me imagino num local em que o seu exotismo ou sofisticação consigam sobrepor-se à magia da noite de Natal. Tremo só de pensar, que a minha noite de 24 de Dezembro, será passada num quarto de hotel, sem estar rodeado daqueles que me são próximos e que constituem os principais referenciais da minha vida. Eu não viajaria nesta altura, mas no dia 26 estaria a fazer as malas…

Mas a noite de fim de ano é diferente. Acabadas as festas natalícias e os inúmeros banquetes e celebrações, preciso agora de tempo para mim. Por isso, idealmente, no dia 26 de Dezembro estaria a embarcar, com o meu amor, para um destino bem exótico, preferencialmente no hemisfério sul, bem longe de qualquer coisa que me fizesse lembrar a minha vida “normal”. E investiria bastante nesta viagem, pois começar o ano em festa, com a pessoa que eu adoro, pode ser o prenúncio de um novo ano absolutamente memorável.

Bom Natal e Feliz Ano Novo!

Um quarto inspirado em Harry Potter

Harry Potter um dos personagens mais falados das últimas décadas foi tema de inspiração para criação de um quarto em um hotel londrino. O hotel Georgian House’s criou “The Wizard Chambers“, um quarto destinado aos fãs da saga do feiticeiro mais famoso do mundo e onde os hóspedes poderão sonhar com o mundo encantado da magia.

No seu majestoso edifício do séc. XIX, entre camas com dossel, arcas mágicas, espelhos misteriosos, acessórios de magia, varinhas, caldeirões, o hóspede se sentirá perfeitamente inserido nos livros da escritora J.K. Rowling. O quarto ficou famoso após ter sido noticiado no “The Daily Mail” e conseguiu conquistar os corações de jovens casais apreciadores da saga.

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The Wizard Chambers no Georgian House’s – Foto site oficial ©

O hotel ocupa três propriedades em St. George’s Drive e se estende até uma casa mais pequena na Cambridge Street e é famoso por proporcionar aos hóspedes opções temáticas em quartos victorianos clássicos.

O preço para a hospedagem no “The Wizard Chambers” é de cerca 265 euros para uma noite com breakfast. O hotel sugere passeios turísticos dentro da temática Harry Potter, sendo que os preços para os mesmos não estão inclusos na diária.

Georgian House’s
35 – 39 St Georges Drive, London,
SW1V 4DG, UK

Viagem romântica – Uma boa surpresa ou não?

Mais uma preciosa colaboração de Pedro B. para o Big Viagem e hoje o tema é um dos mais pedidos aqui no nosso blog: Uma viagem Romântica. Que tal viajar neste saboroso artigo e reflectir sobre o que vem a  ser para você a viagem romântica ideal?!

Viagem romântica – Uma boa surpresa ou não?

Viagem romântica – Uma boa surpresa ou não?

Definir uma viagem romântica não é tarefa fácil. O leitor/a pode julgar o contrário, pois ao longo destes anos tem cultivado um imaginário romântico muito próprio, mas convido-o/a a parar para pensar um pouco comigo e vai perceber que não é mesmo tarefa fácil.

Convidaram-me para discorrer sobre este tema e nos dois primeiros dias de reflexão, tudo o que me saiu da “caneta” foi claramente piroso, lamechas e absolutamente banal. Estive quase a desistir. Mas então ocorreu-me que a minha projeção mental de uma viagem romântica estava claramente difusa, ofuscada e confusa.

Vamos começar pela dimensão espaço, ou se quiserem, pela dimensão geográfica. Quais os destinos que estão associados a viagens românticas? Paris, certamente é um deles, assim como Praga, Roma ou Amesterdão (para mim umas das cidades mais românticas). A minha cidade, Lisboa, é indubitavelmente romântica, assim como o Rio de Janeiro, Nova York, Buenos Aires. Não nos podemos esquecer de Tóquio com um romantismo tão bem espelhado no filme de Sofia Coppola – Lost in translation. E poderia mencionar uma série de outras metrópoles associadas ao romance.

Vamos deixar as cidades por ora. Romance também está associado ao sol, calor e praias… mas também à neve, ao frio e às paisagens geladas povoadas de fiordes e auroras boreais… E também ao bucolismo das montanhas e das paisagens campestres. E quem me diz que um belo pântano não pode ser um bom tónico para o romance? E um deserto? E um oceano?

Tudo é romance, tudo é passível de servir o romance. A conceptualização geográfica de uma viagem romântica não é fácil, como vos tinha dito.

Passamos agora à dimensão temporal. E dentro desta dimensão temos 2 sub-dimensões: O meu tempo e o nosso tempo.

Vamos começar pelo último. Tal como a beleza, a educação, a violência, a higiene e um sem número de conceitos, também a noção sobre o romance e o romântico vai variando conforme as épocas. Todos nós desejamos uma praia paradisíaca para partilhar com o nosso amor, mas há uns anos atrás as praias eram desprezadas e consideradas incómodas quando comparadas com o campo. Os românticos do século XIX morriam (literalmente) de amores, tinham febres incontroláveis e os seus achaques deram origem ao iluminismo e à revolução Francesa. Hoje em dia os românticos contemporâneos dão origem a revistas cor-de-rosa e a “reality shows” de gosto duvidoso. É tudo uma questão de perspectiva e de “momentum”.

E quanto ao “meu tempo”? A construção e conceptualização que eu tenho sobre o romance e o romântico é o somatório de um conjunto de experiências e desejos ao longo da minha existência. Aos 20 anos apenas precisava de um quarto e uma cama para que a minha viagem romântica fosse um total sucesso. Aos 30 precisava de outras coisas mais sofisticadas e aos 40 nem se fala. A mesma coisa sobre a percepção dos locais. Mencionei atrás o romantismo que eu associo a Amesterdão. Bom, eu estive em Amesterdão nos meus 30 anos, não tinha problemas de dinheiro e tinha acabado de me divorciar. Os seus canais e as suas bicicletas enfeitiçaram-me. Mas se eu a tivesse visitado aos 20 anos, associava Amesterdão a outras coisas… na verdade, se calhar, nem me lembrava muito bem dela.

Chegamos agora à dimensão sensorial. E aqui é que as coisas tornam-se mesmo complicadas. O que é que eu espero de uma viagem romântica? Que objetivo é que eu persigo com uma viagem romântica? Uma viagem romântica implica 2 passagens de avião ou apenas 1? E o romantismo de uma viagem começa na compra das passagens ou apenas se forma quando chegar ao fim dela?

Como vêm, definir uma viagem romântica pode tornar-se numa tarefa bastante árdua. Mas, na verdade, não o é. E isto sei-o eu e sabe o leitor/a na ponta da língua, porque uma viagem romântica não está dependente de mais nada a não ser o prazer que iremos retirar de vivências e experiências que necessitamos para enriquecer as nossas vidas. O romance é um condimento fundamental para a formação da nossa pessoa, para que, quando tudo acabe, possamos dizer que a nossa breve estadia no planeta terra valeu a pena e que repetiríamos tudo outra vez se tivéssemos a oportunidade.

As viagens românticas publicitadas pelos operadores de viagens só não são um embuste, porque há um genuíno e louvável esforço em nos proporcionar ideias e meios para munirmos as nossas vidas de algum romance. Por isso, vos digo, sem qualquer pudor, que uma viagem romântica vale mesmo a pena e é sem dúvida uma das melhores surpresas que podemos proporcionar a alguém que gostamos.

Passeios Ecológicos em Tiradentes

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Tiradentes é uma cidade histórica de Minas Gerais, conhecida pelas belas arquiteturas coloniais encontradas nas casas, igrejas e praças, e chama a atenção principalmente pelos festivais gastronômicos e culturais internacionais que acontecem anualmente. Mas a cidade também ganha destaque pela grande oferta de passeios ecológicos, nem sempre tão conhecidos pelos visitantes.

Começando por atividades mais “leves”, a indicação é para as caminhadas ecológicas até as cachoeiras. A Travessia Águas Santas tem duração de 3 horas e meia, e passa pela Mata Atlântica, Cachoeira do Mangue, Mirante, Calçada de Pedra e Balneário de Águas Santas. Outro passeio é o Mirantes da Serra, com uma hora a mais de duração, passando pela Calçada dos escravos, Mirantes da Serra, Campo Rupestre e Cachoeira do Mangue.

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Para aqueles que gostam de pedalar, dois passeios foram selecionados. O primeiro, com destino a Cachoeira Paulo André, passa por campos, pela Fazenda do Menino Maluquinho e pelo restaurante Pau de Angú, totalizando duas horas. O segundo passeio de cicloturismo é conhecido como “Bichinho – Vitoriano Veloso”, com duração de três horas e meia, e atravessa a margem do rio das Mortes e a cava centenária, além da possibilidade de conferir não somente o artesanato, mas também o Museu do Automóvel e a Estrada Real.

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Entrando em uma área mais radical, os passeios de jeep e bote podem agradar a todos. A descida de bote acontece no Rio Elvas, com no máximo cinco pessoas e duração de duas horas. Com a mesma duração o visitante pode conferir o passeio off Road Land Rover, pela Trilha dos Macacos, passando pelas fazendas, paredões da serra, trilha em cavas, vilarejo do Bichinho, além da bela vista da região e a parada para ver o artesanato local.

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No pacote aventura, rapel e caverna, com nível de dificuldade baixo, porém emocionante para quem pratica. A visita para a Caverna Casa da Pedra é monitorada, com todas as instruções, equipamentos e técnicas de descidas necessárias. São 40 minutos com direito a “visita” ao topo da caverna, a 12 metros de altura.

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Por fim, uma das atividades que mais caracterizam o turismo ecológico: as cavalgadas. Com opções de duas ou três horas, os visitantes podem montar a cavalo e apreciar toda a vista da região, conhecer alguns dos principais pontos, e ainda se divertir com o passeio. Todas estas atividades podem ser organizadas pela agência UAI TRIP, contato pelo e-mail uaitripecoturismo@gmail.com.

Para maiores informações sobre restaurantes e pousadas em Tiradentes acesse o site do Roteiro de Turismo em:

http://www.roteirodeturismo.com.br/hoteis-e-pousadas/minas-gerais/tiradentes/

Museu das Comunicações em Lisboa

O Museu das Comunicações em Lisboa, faz parte da Fundação Portuguesa das Comunicações, cujos instituidores são a ANACOM – Autoridade Nacional de Comunicações, os CTT – Correios de Portugal e a PT – Portugal Telecom Tem como objetivo promover o estudo, a conservação e a divulgação do património histórico, científico e tecnológico das Comunicações. As origens da constituição do acervo museológico remontam ao ano de 1878, que encontra-se agrupado em grandes coleções para facilitar a organização deste acervo e proporcionar as melhores condições de tratamento, arquivo e investigação museológica.

As coleções do Museu das Comunicações dividem-se em três grandes áreas:

– Coleções Postais
– Coleções de Telecomunicações
– Coleções Artísticas e Filatélicas

Para além dos espaços reservados as exposições temporárias e permanentes, o Museu das Comunicações conta ainda com sala de reuniões, cafetaria, auditório, a sala dos azulejos decorada com painéis de azulejos de Rosário Silva, loja, centro documental de informação, biblioteca, etc. A programação do Museu das Comunicações é vasta, incluindo inúmeras oficinas direcionadas ao público infanto-juvenil.

Na última quinta-feira de cada mês o Museu fecha às 22h e a entrada é livre a partir das 18h00. A 28, 29 e 30 de setembro de 2012, realizam-se as Jornadas Europeias do Património , este ano subordinadas ao tema O Futuro da Memória.

Contactos:

Museu das Comunicações
Rua do Instituto Industrial, nº 16
1200-225 Lisboa
Tel: 21 393 5000 | Fax: 21 396 8849

Hotel Palácio de Sal – Bolívia

Para você que adora novidades e férias exóticas, hoje vamos falar de mais um hotel inusitado, trata-se do Hotel Palácio de Sal – Bolívia, um hotel construído com blocos de sal. O hotel está situado próximo do Salar do Uyuni, um imenso deserto de sal com cerca de 12 mil quilômetros quadrados, resultado da evaporação das águas de um gigante lago pré-histórico,
há milhares de anos.

Situada há mais de 3.500 de altitude, a região recebe milhares de turistas anualmente oriundos principalmente da Europa. O hotel Palacio de Sal comporta hospedar apenas 25 pessoas, por isso aconselha-se que reservas bem antecipadas. Tudo dentro do hotel é feito com blocos de sal, desde as paredes, teto, mobília, e quem se hospedou lá disse que estar dentro dele é o mesmo que estar dentro de um iglu. Será?

Hotel Palácio de Sal - Bolívia - Foto Divulgação ©
Hotel Palácio de Sal – Bolívia – Foto Divulgação ©

O Hotel Palácio de Sal tem bar, restaurante, SPA, sala de convívio e outros ambientes. O hóspede poderá ususfruir das comodidades que o Spa oferece como sauna, piscinas de água salgada, etc.

Vale a viagem para quem deseja conhecer um pouco mais da América do Sul, já que o Hotel Palácio de Sal, próximo do Salar do Uyuni, fica há poucas horas de São Pedro de Atacama no norte do Chile, uma das cidades mais visitadas da América do Sul. O Salar de Uyuni fica no sudoeste da Bolívia e faz fronteira com o Deserto do Atacama, sendo assim se você é aventureiro poderá quem sabe aproveitar a oportunidade para fazer uma expedição num 4×4. Pense nisso!

Hotel Palácio de Sal - Bolívia - Foto Divulgação ©
Hotel Palácio de Sal – Bolívia – Foto Divulgação ©

Agora lembre-se de que em se tratando de América do Sul, a sugestão é que você faça tudo através de uma agência de viagem experiente e conceituada, para evitar surpresas desagradáveis! 😉

Veja mais fotos no site oficial: – Hotel Palácio de Sal – Bolívia

Dicas sobre a Bolívia em: – Roteiros Andinos

Guias de Viagem CityPack

Faz tempo que não falava aqui no Bigviagem sobre algum lançamento de livro na área de turismo, até porque ultimamente não tenho lido ou visto nada que seja muito interessante e merecedor de divulgação; porém hoje fiquei a saber de um lançamento muito especial.

São três novos livros da coleção CityPack, que a Porto Editora acaba de publicar, e  pensados para, de forma simples mas completa, guiar o visitante nas cidades de  Florença, Viena e Berlim.

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Esta coleção já incluía dez títulos com tudo o que um turista precisa de saber para fazer viagens de sonho a Paris, Londres, Roma, Barcelona, Amesterdão, Nova Iorque, Madrid, Praga, Rio de Janeiro ou Veneza.

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Em formato de bolso e integralmente a cores, estes livros repletos de fotografias elencam as vinte e cinco principais atrações de cada cidade, fazem propostas de passeios e indicam os melhores lugares para fazer compras, comer, divertir-se e dormir (para todos os bolsos). Incluem, ainda, uma enorme mais-valia face a outros guias existentes no mercado: um mapa de bolso desdobrável e muito resistente.

Para a próxima já sabe, leve o seu na mala e aproveite a viagem em grande estilo e poupando um dinherinho! 😉

Ecorkhotel – um hotel revestido a cortiça

A cortiça é um material de origem vegetal da casca dos sobreiros encontrado em abundância em Portugal. Inúmeros produtos são conseguidos com a utilização da cortiça, hoje o Bigviagem fala sobre o Ecorkhotel, hotel 4 estrelas situado próximo de Évora, onde a cortiça é o ponto central deste projeto inovador.

O Ecorkhotel, Évora Suites & SPA é composto por 56 suites individuais, separadas entre si em forma de “vila”, com 70 mts quadrados. A cortiça é utilizada como revestimento exterior do edifício principal, tornando-o um dos poucos edifícios no mundo a ter esta utilização e o primeiro na área da hotelaria. O empreendimento hoteleiro prima pela máxima eficiência energética utilizando geotermia para aquecimento do edifício principal e piscinas; bem como painéis solares para aquecimentos das águas quentes do hotel e das piscinas interior e exterior.

Ecorkhotel - um hotel revestido a cortiça
Ecorkhotel – um hotel revestido a cortiça – Foto Site Oficial ©

A Suite standard e a Suite premium são compostas por quarto,sala de estar, quarto de banho e terraço privativo. A Suite standard com Kitchenette é composta por quarto,sala de estar com kitchennette, quarto de banho e terraço privativo.

O Ecork-Spa dispõe de 6 salas de tratamentos, incluindo uma reservada ao relaxamento através de “Cromoterapia”. O restaurante apresenta gastronomia alentejana com produtos da região e da época, alguns deles biológicos.

Ecorkhotel - um hotel revestido a cortiça
Ecorkhotel – um hotel revestido a cortiça – Foto Site Oficial ©

Para além do que citamos, o Ecorkhotel, Évora Suites & SPA apresenta todas as características de um excelente 4 estrelas conjugadas a uma das mais belas paisagens do Alentejo. Dias de paz, conforto e serenidade!

Ecorkhotel
P.O.Box 341
7006 – 804 / Évora – Portugal
T (+351) 266 738 500 / F (+351) 266 738 509

Museu da Bíblia – Brasil

Localizado em Barueri, municipio do Estado de São Paulo, Brasil,  o Museu da Bíblia inaugurado em 2003, é uma parceria entre a Sociedade Bíblica do Brasil e a Prefeitura local, mais conhecido como MuBi, o  Museu da Bíblia conta com uma área de 900 metros² e um grande centro de eventos.

A biblioteca do MuBi reúne mais de 17.000 títulos relacionados às Escrituras Sagradas. O MuBi é o primeiro nuseu do gênero do Brasil e um dos maiores e melhores do mundo.  A biblioteca foi implantada com o objectivo de disponibilizar a Bíblia em todos os idiomas para os quais já foi traduzida e se tornar um centro de referência de novas traduções.museu-da-biblia

Lá poderão ser encontrados exemplares da Bíblia em mais de 1.000 idiomas diferentes com algumas edições rarissimas e com séculos de existência. Além dos livros, o MuBi apresenta aos visitantes um vasto acervo em vídeo, dicionários, enciclopédias, periódicos, Cd’s, e fotos sempre com o enfoque Bíblico.

O Museu da Bíblia conta também com educadores treinados para receber os mais diferentes públicos: crianças, turistas, adultos, terceira idade, deficientes visuais e escolas, entre outros.

Site: – Museu da Bíblia

De terça-feira a domingo
Das 9h00 às 17h00 (Telefonar antes)

* Consultas só com agendamento prévio
Telefone: 55 (11) 4168-6225

Endereço:
Av. Pastor Sebastião Davino dos Reis, 672 –
Vila Porto – Barueri – SP – CEP: 06414-007

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