Coleção de Automóveis, Motociclos e Velocípedes (Foto: João Lavadinho) - Wikipédia
O Museu do Caramulo, foi criado na década de 1950, por 2 irmãos, Abel e João de Lacerda. O Museu do Caramulo está localizado na vila portuguesa do Caramulo, concelho de Tondela, distrito de Viseu. Tudo começou quando, Abel de Lacerda, apaixonado pela arte, decidiu construir um edifício com os mais modernos conceitos de museologia, para abrigar e expor sua vasta coleção de obras de artes compostas por mobiliário, pintura, esculturas, etc.
Seu irmão João de Lacerda decide então construir um edifício anexo com o objetivo de expor 100 automóveis e motos, dentro do princípio de que todos os veículos pudessem sair facilmente, para exibição e conservação.
Em 1957, Abel de Lacerda falece prematuramente, e foi então criada Fundação Abel de Lacerda – hoje Fundação Abel e João de Lacerda – proprietária dos dois museus de Arte e Automóveis, abertos ao público todo o ano; com o objetivo de preservar tudo que os irmãos contruíram ao longo do tempo.
Em 2004, o Museu do Caramulo, abriu ao público uma bélissma exposição de brinquedos antigos e miniaturas de coleção, que abrange comboios, barcos, automóveis e transportes terrestres, militares e guerra, jogos e brinquedos de origem portuguesa. Um verdadeiro apraíso não só para crianças que podem conhecer brinquedos inusitados, mas também para os adultos que poderão se identificar com muitas das peças expostas.
No que tange a coleção de arte, são peças de pintura, escultura, mobiliário, ourivesaria, marfim, vidros, esmaltes, têxteis e cerâmica; cada uma mais deslumbrante que a outra, e que com certeza irão encantar turistas de Portugal e do estrageiro.
O núcleo de escultura é composto por peças de artistas portugueses como Salvador Barata Feyo, Canto da Maya, Leopoldo de Almeida ou António Duarte, bem como os estrangeiros, José Cañas e José Clará.
Para além de tudo isso que citamos acima, o Museu do Caramulo também realiza Feira de Miniaturas e Brinquedos Antigos – Troca, Compra & Venda, famoso evento entre colecionadores portugueses e estrangeiros, que tem como objetivo juntar vendedores e compradores de toda a Europa. Quer mais motivos para visitar o museu? Caramulo tem um clima divinal e proporciona aos visitantes momentos de relaxamento total.
Museu do Caramulo
Rua Jean Lurçat 42
3475-031 Caramulo
Portugal
Tel: +351 232 861 270
Fax: +351 232 861 308
O Museu do Caramulo está aberto todo o ano, excepto na véspera de Natal e dia de Natal de manhã, dia 1 de Janeiro de manhã, Domingo de Páscoa de manhã e Segunda-feira de Páscoa.
Horário de Verão
Das 10.00 às 13.00 e das 14.00 às 18.00.
Horário de Inverno
Das 10.00 às 13.00 e das 14.00 às 17.00.
Se você é como eu que sonha em conhecer Veneza, certamente vai adorar este hotel. Pensar em Veneza é o mesmo que pensar em romance e muita história, o Hotel Palazzo Danieli é a prova disto tudo, dado que é composto por três belos palácios venezianos que datam dos séculos 14, 19 e 20! Beleza, tradição, luxo, glamour, história e milionários conjugados num só local: Veneza!
Fachada do Hotel
Recentemente restaurado o Hotel Palazzo Danieli foi totalmente projetado pelo famoso arquitecto Jacques Garcia, porém os traços iniciais foram preservados, podendo ser constatado a preservação nos lustres de murano produzidos artesanalmente, e nas colunas de mármores rosa. Durante o verão os hóspedes desfrutam da praia privada, bem como do serviço exclusivo de barco que o hotel oferece de abril a outubro, um luxo para poucos.
Hotel Danieli Veneza
Os preços das diárias variam entre 650,00 a 2.430,00 Euros por noite, e pasmem o hotel raramente tem vagas disponíveis, as reservas estão praticamente totalmente preenchidas. Obviamente que com estas características o hóspede encontra toda comodidade de um hotel 5 estrelas, sem contar com todo o glamour e a fabulosa gastronomia do restaurante Terrazza Danieli.
Lobby Hotel Danieli em Veneza
Acho que o Hotel Palazzo Danieli não precisa de muitas palavras para descrever sua beleza, as fotos falam por si. Se desejar saber mais visite o site oficial no link abaixo:
Se você viveu sua infância ou adolescência na década de 1970, com certeza vai se lembrar de um seriado delicioso que alegrava as nossas tardes e nos transmitia grandes lições do que era ser uma família no sentido exato da palavra. Estou a falar da série americana Familia Walton (The Waltons) família tipicamente rural americana, constituída pelo casal John e Olivia Walton, seus sete filhos e os pais de John. A série era encantadora e no decorrer dos episódios novos fatos surgiam e o dia-a-dia da família era mostrado. A história da família é contada por John Boy, o filho mais velho que aspira se tornar jornalista e novelista.
Caso não conheça e tenha interesse em conhecer mais sobre a história e sobre as personagens poderá faze-lo em: – Familia Walton
Este artigo é para dar-vos a conhecer algo que descobri recentemente, e que me fez voltar a infância, o Museu da Familia Walton, inaugurado em 1992. Pois é, já faz tempo e nestes anos todos, os moradores de Schuyler, uma pequena aldeia situada nas montanhas Blue Ridge, no centro de Virginia, preservam o local com muito carinho.
O Museu está instalado no Centro Comunitário Schuyler, uma antiga escola primária, e inclui reproduções do quarto de John Boy, a cozinha do Walton, os quartos dos demais membros da família, conteúdos relacionados a série, móveis, objetos, etc. Cada quarto é uma réplica meticulosa dos sets originais usados no programa de TV.
Os visitantes poderão ainda conhecer a loja de Ike Godsey recriada. A loja possui mais de 600 artigos, muitos deles feitos por artesãos locais da área de Schuyler.
Localização de Serra Talhada - Mapa de Wellber Drayton - Wikipédia
Quem quer conhecer o típico sertão nordestino e conhecer as histórias do cangaço, Serra Talhada é o local indicado para umas férias diferente de tudo que você já vivenciou. Serra Talhada, fica a 415 km da capital pernambucana, Recife. O local se tornou um grande pólo turístico devido a suas belezas naturais, e devido a ser a cidade natal do famoso cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião.
No século XVIII, Serra Talhada, era uma fazenda de criação pertencente ao português capitão-mor da esquadra portuguesa Agostinho Nunes de Magalhães; ganhou o nome de Serra Talhada devido a uma montanha local cujo formato dá a ideia de que foi talhada a mão. Serra Talhada também é conhecida como a terra do xaxado (dança típica nordestina).
Localização de Serra Talhada – Mapa de Wellber Drayton – Wikipédia
Um dos atrativos turísticos principais da cidade é a casa do cangaceiro Lampião, no local estão guardados vários pertences do Rei do Cangaço: as armas, roupas de couro, etc. É onde também se pode assistir a uma apresentação de xaxado, cujo nome foi dado devido ao som do ruído que as sandálias dos cangaceiros faziam ao arrastarem sobre o solo durante as comemorações celebradas nos momentos de glória do grupo de “Lampião”.
Outro local de grande fluxo turístico é o cruzeiro da cidade, o mirante do Talhado do Urubu, o centro histórico e os casarios coloniais. A vegetação de Serra Talhada , conhecida como caatinga, permite ainda a abertura de trilhas ecológicas, corridas de aventura, e estudos científicos, observação de pássaros, turismo fotográfico, entre outros.
* Casa da Cultura, uma bela construção antiga, que já foi sede do cartório, hoje abriga peças de toda a história de Serra Talhada, desde Lampião, filho ilustre da cidade, fotos de pessoas importantes do município e de suas “misses”, que em três anos consecutivos levaram o prêmio de Miss Pernambuco, objetos do Padre Jesus, figura importante na construção da Igreja Matriz, e outras peças históricas.
* Igreja Nª Senhora do Rosário, pequenina, porém bela, foi construída à mão de obra escrava. Foi ao seu redor que se deu início a cidade de Serra Talhada, na época chamada de Vila Bela.
* Museu do Cangaço, esse fica localizado na Estação do Forró, instalado em um prédio da antiga estação ferroviária da cidade;
* Estação do Forró, local onde ocorrem as festas juninas do município, lá você encontra uma pequena cidade cenográfica, com casas de madeira e de barro, além, é claro, do antigo prédio da estação, neste local durante todo o ano, ocorrem apresentações culturais, uma das mais famosas é o Encontro Nordestino de Xaxado, onde se apresentam grupos de todo o nordeste e também grupos locais.
Alguns leitores, especialmente os que vivem em Portugal, têm me perguntado sobre o famoso ritual que assistimos no último dia do ano em quase todas as praias brasileiras. Este ritual (ou costume) trata-se uma homenagem a Yemanjá (ou Iemanjá), a rainha do mar e atrai milhares de turistas, muitos levados às diversas praias da vasta costa litorânea brasileira com o objectivo de assistir de perto todo o desenrolar da celebração.
Na religião afro, a Umbanda, levada para o Brasil pelos escravos, reina a espiritualidade e o culto aos orixás. Iemanjá ou Yemanjá, Deusa das Águas e Rainha do Mar, é o orixá feminino mais popular do Brasil, e um dos mais reverenciados, tida como mãe de vários orixás.
Em diversas cidades litorâneas do Brasil são realizadas festas em homenagem a bela Iemanjá, que tem sua imagem sintetizada numa bela mulher branca, de cabelos longos e negros, vestida de azul, de braços abertos e contas de pérola que caem de suas mãos. É considerada a dona dos mares, dos oceanos, e exerce domínio sobre todas as águas. Seu nome deriva da expressão YéYé Omó Ejá, que significa, mãe cujo filhos são peixes; por isso muitos a chamam também de Yemonjá.
Nos cultos em homenagem à Iemanjá, a imagem da orixá acabou se aproximando das homenagens dedicadas a Nossa Senhora, mãe de Jesus, pela correlação sobre Iemanjá ser a grande mãe de todos e ter a maternidade como símbolo máximo dentro da história afro. Na religião católica, Iemanjá é identificada com Nossa Senhora da Conceição.
Festejada por umbandistas e cristãos, Iemanjá é sinônimo de paz, fraternidade, união familiar, tolerância, esperança e amor. Há muitas versões sobre a sua história, uma delas é a que se segue:
Iemanjá, casou-se pela primeira vez com Orunmilá, senhor das adivinhações, em segundas núpcias com Olofin, rei de Ifé, com quem teve dez filhos; a uma dada altura, cansada de tudo decidiu fugir. Seu marido, manda um exército a sua procura, e ao encontra-la lança ao chão um pote contendo um preparado que se transformaria num grande rio. As águas violentas deste grande rio que se formou repentinamente tragaram Iemanjá, tendo esta vindo a morrer.
…………………………………………………………………………………………
Outra lenda conta-nos a história de uma bela índia que se destacava em sua tribo pela beleza física e por sua inteligência, seus irmãos enraivecidos decidem mata-la. Iara ao ser atacada pelos seus irmãos em sua tenda, durante uma madrugada, consegue libertar-se e acaba por matar seus irmãos em defesa própria. Iara foge, mas seu pai, o grande pajé da tribo, a encontra e ordena que a atirem num rio. Iara é atirada ao rio vindo a morrer. Os peixes trazem então o corpo da bela índia a superfície, que se transforma numa linda sereia de longos cabelos negros.
Nos rituais de oferenda a Iemanjá, não podem faltar muitas rosas brancas, espelhinhos, alfazemas e champagne. Especialmente na noite de ano novo, 31 de dezembro, em todas as praias brasileiras é possível ver devotos lançarem ao mar pequenos barcos de madeira com flores brancas, rosas, perfumes, fitas coloridas, champagne, colares de pérola e velas brancas. Esta é uma forma de homenagear Iemanjá e também pedir um bom ano e também pedir o recebimento de uma graça especial. Qualquer pessoa pode fazer a oferenda, seja de uma rosa branca ou um barquinho com flores e perfumes, o importante acima de tudo é o respeito pela diversidade cultural que existe entre os povos.
Se você é brasileiro certamente sabe o que é Miojo e aposto que já comeu muitos pacotinhos. Para quem não conhece, Miojo é o nome dado a um tipo de macarrão instantâneo vendido no Brasil que foi inventado pelo japonês Momofuku Ando. Conhecido como o “Rei dos Macarrões”, Momofuku Ando é homenageado no famoso Cupnoodles Museum, situado em Yokohama, Japão.
A invenção do macarrão instantâneo nasceu durante a 2ª Guerra Mundial, e logo ficou famosa no mundo todo. A refeição pode ser preparada em apenas 3 minutos e já traz uma saqueta com o tempero pronto. Fabuloso não é? No Brasil o Miojo é muito famoso por ser rápido, leve, saboroso e barato.
O Cupnoodles Museum tem um espaço interativo onde os visitantes podem conhecer mais sobre o famoso prato e podem preparar sua própria refeição. Adorei a idéia e fiquei curiosa para conhecer, até porque eu adoro Miojo! 🙂
Tudo que é do meu rico Portugal eu divulgo com muito orgulho e hoje trago-vos um museu diferente, o Museu do Sabão em Belver. Em todo o mundo existem apenas 3 museus dedicados ao tema sabão, um situado em Barcelona, outro no Líbano e um situado em Belver inagurado em 2013.
Belver é uma freguesia portuguesa do concelho do Gavião, situado no Distrito de Portalegre, região do Alentejo. A região é famosa desde o século XVI, tendo grande importância na história da indústria saboeira nacional, dado a presença do azeite, matéria prima amplamente utilizada no fabrico dos produtos locais.
O Museu do Sabão vem dar a conhecer o fabrico do sabão mole atividade que foi exercida durante séculos em industrias artesanais de carácter estritamente familiar; onde o conhecimento era transmitido de geração em geração. Belver teve também durante muitos anos a presença da Real Fábrica de Sabão que funcionava em regime de monopólio régio, a qual viria a fechar já no século XX.
Para abrigar um pouco da história desta preciosa arte, a antiga escola primária de Belver foi recuperada e hoje abriga Museu do Sabão, onde é possível homenagear a memória dos saboeiros de Belver e conhecer um pouco mais sobre como o sabão era fabricado, bem como ver ferramentas antigas e utensílios utilizados na produção artesanal.
O visitante também poderá conhecer mais da história da indústria saboeira nacional, através de novas tecnologias e ferramentas interativas que contribuem para que o turista perceba como era produzido este produto.
Museu do Sabão em Belver
Telefone: (351) 241.635.060
Horário:
Quartas, quintas e sextas: das 10:00h às 13:00h e das 14:30h às 17:00h
Sábados, domingos e feriados: das 14:00h às 18:00h
Portugal para mim é um país surpreendente, e a descoberta deste museu foi mais uma das surpresas que tive. Situado em Gimonde, Bragança, norte de Portugal, o Museu do Bísaro, surpreendentemente é dedicado a dar-nos a conhecer um pouco mais sobre o porco bísaro; animal de bom porte e que segundo a história, foi trazido para a região pelo povo Celta há centenas de anos. Quem diria que alguém teria a idéia de um dia criar uma museu dedicado ao porco bísaro?
O Museu do Bísaro, iniciativa privada, conta com o empenho da família Fernandes há muitas gerações ligada à criação do bísaro. Atualmente a família Fernandes também alia o componente turismo a divulgação do bísaro numa quinta, onde é possível observar os animais no seu habitat, bem como ter acesso a degustação e venda de produtos provenientes do bísaro.
Visitar o Museu do Bísaro, sem dúvida é um passeio destinado aos que apreciam o tema e quer conhecer mais sobre as muitas tradições associadas ao porco bísaro e também aspectos etnográficos associados ao porco, presente em jogos, lendas, provérbios e crenças.
O site oficial Museu do Bísaro é de excelente qualidade e traz dezenas de informações sobre o museu, tradições, história, etnografia, origens, curiosidades, etc.
Museu do Bísaro
Gimonde
5300-553 Bragança
Portugal
Telefone: + 351 273 302 510
Fax: + 351 273 302 511
O Museu do Trabalho Michel Giacometti está localizado em Setúbal, bem pertinho de Lisboa, e atualmente atrai centenas de visitantes interessados em conhecer mais sobre o valioso espólio do Museu que consiste em centenas de materiais ligados ao trabalho rural, instrumentos musicais, fotografias e literatura popular. O Museu do Trabalho Michel Giacometti é mais um ponto turístico do nosso maravilhoso Portugal que não pode deixar de ser visto pelos viajantes e também pelo povo português!!!
As atividades marítimas, pesqueira e salineira são pontos essenciais na visitação. O Museu do Trabalho Michel Giacometti promove durante o ano inteiro inúmeras actividades para além da visitação, como por exemplo tardes interculturais com música, dança, gastronomia e muito mais; sempre a decorrer nos últimos sábados de cada mês.
Grupos de turistas, empresas ou escolas poderão ter uma visita guiada, o que torna o passeio ainda muito mais interessante, para tanto é necessário marcação prévia.
Largo Defensores da Republica – Setúbal
Telefone: 265 537 880
Fax: 265 537 889
Tokyo DisneySea é um parque temático de 465.000 m² situado em Urayasu, Chiba, Japão, próximo de Tóquio. Foi o primeiro parque da Disney a ser construído fora dos Estados Unidos em 1983.
Faz parte do complexo turístico Tokyo Disney Resort, que como o próprio nome indica, é um lindo parque temático Disney, mas que tem como cenário a água e diversões aquáticas.
Dizem que o Tokyo DisneySea é o parque temático mais caro do mundo, no sentido de que foram gastos milhões de dólares na sua construção.
O Tokyo Disney Sea foi inaugurado em 4 de setembro de 2001, ao lado da Tokyo Disneyland, é um parque originalmente japonês, voltado mais para o público juvenil-adulto mas com todas as qualidades e novidades do logotipo Disney: atrações radicais e restaurantes típicos de várias partes do mundo.
Além dos dois parques, há também um shopping temático (IKSPIARI), uma linha de monorail e sete hotéis dentro do resort. O turista poderá ver espetáculos, passear de Gôndola numa Veneza fictícia, conhecer o fundo do mar, e ainda fazer muitas compras. Há sete áreas temáticas do parque, cada uma complementando umas as outras, mas únicas em seu estilo.Em 2007 a Tokyo Disneyland teve mais de 13,9 milhões de visitantes, sendo o terceiro parque mais visitado do mundo.
A união de lojas, restaurantes, hotéis e diversão num só local, facilita a vida do turista que não tem que ficar se deslocando de um lado do outro para poder aproveitar todas as atrações. Que tal para sua viagem ir conhecer Tokyo e ainda se divertir nos parques temáticos da Disney? 🙂
Quem adora pedalar, vai adorar esta idéia, o Hotéis.com sugere aos viajantes as melhores cidades europeias para andar de bicicleta, nas quais a utilização deste meio de transporte não só é possível como está muito facilitada. Entre as melhores cidades para se passear sobre 2 rodas destacam-se Berlim, Copenhaga, Amesterdão, Barcelona, e Lisboa. Todas têm ciclovias controladas e uma forte cultura relacionada com a utilização de bicicletas, bem como as infra-estruturas necessárias.
Aliado a tudo isso, o Hotéis.com aproveita a oportunidade e sugere os hotéis mais verdes onde o viajante terá horas de puro relaxamento ecológico após uma saborosa viagem de bike! 🙂
* Barcelona
Atualmente contam-se cerca de 35.000 viagens diárias de bicicleta em Barcelona. Pela cidade encontram-se rotas especiais e definidas em específico para passeios de bicicleta, bem como diversos locais onde estas podem ser alugadas. O hotel sugerido é o Hotel Hesperia Tower que é ecológicamente correcto, é bioclimático, utiliza energias renováveis, tem instalações hidrotérmicas e aerotérmicas, bem como áreas fotovoltaicas.
* Lisboa
Lutando contra o mito de que as “sete colinas” poderão dificultar a utilização frequente deste meio de transporte, a cidade de Lisboa tem vindo a investir fortemente na instalação de ciclovias. Lisboa inclui já um percurso de 19 kms entre Belém e o Cais do Sodré, bem como vários kms entre Santa Apolónia e o Parque das Nações, e estão a ser preparados muitos outros percursos de ciclovia. A sugestão é o Hotel Solar do Castelo recebeu a certificação de Eco-Hotel, na sequência das suas boas práticas ambientais, entre elas o reduzido consumo de água, a opção por lâmpadas de baixo consumo e o sistema integrado de climatização e aquecimento de águas.
* Berlim
Berlim também é um paraíso para os ciclistas, não apenas pelo grande número de ciclovias mas também porque desta forma pode ver-se a cidade de outra perspectiva. Por toda a cidade se organizam “Bike Tours” nas quais diversos participantes passeiam em grupo com guias que lhes vão apresentando os diversos lugares e ícones da cidade. A sugestão é o BioHotel am Lunik Park, que oferece quartos confortáveis e refeições especiais elaboradas com ingredientes de agricultura biológica de alta qualidade.
* Amsterdan
Famosa pelo grande número de pessoas que utilizam este meio de transporte, registando-se cerca de 40% dos habitantes a utilizar a bicicleta diariamente. Proliferam por toda a cidade os negócios de aluguer de bicicletas, em que não só se alugam as bicicletas, como visitas guiadas nas mesmas e também mapas de percursos na cidade e fora da mesma. A sugestão fica para o Hotel Eden Lancaster, situado na área mais verde de Amesterdão, em frente ao Artis Zoo.
* Kopenhagen
Kopenhagen, onde existem ciclovias em quase todas as ruas principais e, nos locais onde não há ciclovias, os condutores respeitam os ciclistas. Na verdade, é mais rápida a deslocação de bicicleta do que de carro ou autocarro. As “citibikes” da cidade podem ser utilizadas de forma gratuita, com uma moeda de 20DKK que é devolvida à posteriori. A sugestão fica por conta Crowne Plaza Copenhagen. Este hotel é 100% verde, completamente neutro em CO2, o edifício certificado pela EU Green Building e é membro do UN Global Compact.
Um dos países mais belos para se passar o Natal e o fim de ano é Portugal. Porque Portugal? Por vários motivos, pelo clima, pela gastronomia ímpar, pelas tradições, pelo povo hospitaleiro, pelas belezas naturais, e por ser uma época realmente mágica em todo o país.
Em Portugal, a noite de Natal é celebrada em uma farta ceia (ou consoada) com um bom bacalhau, conjugado com outras iguarias portuguesas, bons vinhos, e sobremesas conventuais incomparáveis. As carnes vermelhas podem ser degustadas no dia de Natal, acompanhada também de bons vinhos e sobremesas típicas. O Bolo Rei ou o Bolo Rainha não podem faltar, são parecidos com a Colomba Pascal, é um tipo de pão com frutas saborosissimo e que encanta turistas de todo o mundo.
As tradições não param por aí, a noite do dia 24 de dezembro, todos se dirigem às igrejas para celebração da santa missa em família. Em algumas cidades após a celebração da santa missa, faz-se uma grande fogueira junto a igreja que serve para aquecer as pessoas que alí se reunem para se cumprimentarem pela noite feliz. Em algumas cidades há grupos de crianças a visitarem cada casa e a cantarem músicas natalinas.
Em algumas localidades a troca de prendas só é realizada no Dia de Reis, mas em quase todos os lugares, a prenda de natal é mesmo trocada na noite de Natal. O presépio está presente em quase todos os lares, e as casas são enfeitadas com ramos de azevinho, o pai natal também é uma figura querida, e enfeita salas e alpendres.
A passagem de ano em Portugal conta com a queima de fogos de artifícios, e a mais tradicional queima realiza-se na Ilha da Madeira, onde os fogos podem ser avistados há quilómetros de distância, desde o mar. Em Portugal também há superstições, dizem que as 12 badaladas da meia-noite devemos comer 12 uvas passas, e para cada uma delas fazer um pedido. Também há o famoso bate panelas, onde os moradores saem as ruas e batem tampas de panelas com o objetivo de atrair boa sorte e espantar as más energias.
Veja o vídeo abaixo que mostra a queima de fogos na Madeira 2010/2011:
Prepare-se porque está época do ano faz muito frio, e em algumas regiões ao norte de Portugal como Bragança, Viseu, Serra da Estrela e outras localidades da região, costuma nevar; o que acaba por proporcionar uma atmosfera natalina encantadora.
Para o turista há grandes restaurantes e os hotéis que proporcionam ceias de natal e passagem de ano tradicionais, mas isso é mais comum se for em cidades maiores como Lisboa, Porto, etc. Por isso se você pretende passar o natal e o fim de ano em Portugal, certifique-se de que o hotel em que você ficará hospedado tem esta opção; dado que nestas datas será difícil você encontrar aberto um restaurante simples. Por isso melhor se certificar antes! 🙂
Diversas agências de turismo preparam para esta época do ano pacotes especiais, onde quase sempre a ceia de natal e a passagem de ano estão incluidas; o que facilita imenso a vida do turista; por isso não perca tempo, consulte sua agência de turismo e compre seu pacote de natal e passagem de ano em Portugal. Depois não se esqueça de vir aqui no Bigviagem.com partilhar conosco a sua experiência e contar-nos como foi! 🙂
Quem adora mar e praia quase sempre sonha em conhecer Bora-Bora e se for num hotel deslumbrante, o sonho toma novas proporções. Sonhando com Bora-Bora eis que descubro o hotel 5 estrelas ‘Intercontinental Thalasso Spa‘, um local paradisiaco e para deixar qualquer turista nas nuvens.
Situado em em Motu Piti Aau(Tahiti) em plena Polinésia Francesa, é um dos hotéis mais luxuosos de Bora-Bora e famoso por suas soluções tecnológicas que visam preservar o meio ambiente local, como por exemplo seu exclusivo sistema de ar condicionado que utiliza água do mar.
O hotel se encontra em uma pequena ilha por isso para chegar até ele é necessário agendar um traslado de barco; como sempre eu sugiro a utilização de uma agência de viagens que tenha experiência anterior em pacotes turísticos para aquela região, assim evita-se transtornos desnecessários e surpresas inconcebíveis.
O Intercontinental Bora Bora Resort & Thalasso Spa dispõe de cerca de 80 bangalôs (ou também conhecido como chalés ou vilas) sobre as águas do mar, a paisagem é variada, por isso antes da reserva certifique-se de que você terá a vista que espera ou sonha. O hotel vale quanto custa, não só pelas belezas naturais que o rodeia, mas essencialmente pelo luxo e conforto que proporciona ao hóspede; citamos como exemplo o banheiro duplo, com acomodações e ambientes privados para homem e mulher.
Se você pensa em praticar desporto na região contará com snorkel, mergulho profissional, quadra de tênis, jetski, caiaque, etc. O turista também pode contar com uma infidade de boutiques que vendem jóias, roupas, artesanatos, decoração, revistas, jornais, produtos de beleza, etc. Agora a parte mais desejada por todos é o spa, que conta com mais de 1.000 metros quadrados e que oferece todos os tipos de tratamentos de beleza, hidroterapia e muitos outros. Um luxo imperdível. As diárias variam a partir de 1.000 U$ por dia, quem se habilita? 🙂
O Bigviagem.com traz hoje para vocês uma entrevista fabulosa com o escritor LEFERR (Leandro Fonseca Leal Ferreira) onde podemos conhecer mais sobre como foi a sua experiência de realizar o caminho de Santiago de Compostela.
Leandro Fonseca Leal Ferreira é autor de grandes livros como “Campo de Estrelas“, no qual nos conta como foi fazer o caminho à Santiago, e que originou uma trilogia sete anos depois de ter cruzado o caminho do Campo de Estrelas (Santiago de Compostela) ; em seu outro livro “THE END”, LEFERR vai ao México e nos brinda com mais uma bélissima obra recheada de itens que nos faz refletir, pensar, imaginar, conhecer, distinguir, descobrir e entender muitas coisas e situações que nos cercam em nossas vidas. No livro “Um segundo Caminho”, LEFERR conta-nos sobre sua experiência de uma viagem a Machu Picchu, a cidade sagrada dos Incas, no Peru, através de um caminho alternativo.
LEFERR também lançou recentemente um livro infantil ‘Liebe – O menino chamado amor‘, destinado ao público infantil e que conta a história de um menino de sete anos que passa a ser ignorado e maltratado pelo pai.
Ao final da entrevista LEFERR conta-nos sobre os demais livros que escreveu e que tenho certeza será de grande interesse para os nossos leitores!
Campo de EstrelasLEFERR – Santiago de Compostela
Vamos a entrevista abaixo:
Bigviagem:Leferr, antes de mais obrigada por aceitar nosso convite para a entrevista. Quando você tomou conhecimento sobre o caminho de Santiago de Compostela e sobre as peregrinações que são realizadas por pessoas de todo o mundo?
LEFERR: Tive conhecimento através de um livro, cinco anos antes de me aventurar a cruzar por aquele mágico caminho. E lhe confesso que nenhum momento passou em minha cabeça a quantidade de pessoas que encontraria pelo deserto do Campo de Estrelas. Imaginava realmente que cruzaria apenas desertos e por esse motivo conheceria pouquissimas pessoas, mas aconteceu o contrário, conheci gente do mundo todo, de todas as idades e profissões distintas com objetivos bem parecidos e diferentes do que os meus.
Bigviagem:Porque decidiu fazer o caminho para Santiago de Compostela?
LEFERR: Ao saber da existência desse caminho, algo dentro de mim, uma força, uma voz chamava-me para percorre-lo. Não sei explicar exatamente em palavras. O que posso dizer com toda sinceridade que era uma necessidade que minha alma buscava, tudo aquilo que eu precisava: o encontro comigo mesmo.
Bigviagem:Sabemos que existem vários caminhos para Santiago de Compostela (Espanha, Portugal e França),qual deles você fez?
LEFERR: Iniciei o caminho por uma pequena cidade francesa chamada Saint Jean Pied de Port. O caminho pela França é um dos mais longos, sua subida parece não ter fim.
Bigviagem:Quantas vezes você fez o caminho para Santiago de Compostela?
LEFERR: Apenas uma completando toda a jornada. Quem sabe um dia, eu volte para trilhar parte dele com meu filho Tiago, cujo nome em homenagem e a experiência desse caminho. Hoje ele tem sete anos de idade. E se esse desejo, interesse, um dia vier a despertar nele, gostaria de ser seu guia. Sinto-me parte do caminho.
Bigviagem: A pergunta que todo mundo se faz quando pensa em fazer o caminho para Santiago, e é a que faço à você: A caminhada é realmente sofrida a nível físico? O corpo aguenta?
LEFERR: Nem todas as pessoas, ou melhor, a maioria das pessoas não conseguem cruzar todo o caminho. Ou por motivo de tempo, ou por que realmente não aguentam, pois trechos do caminho de Compostela são muito arduos. Mas sempre digo a todos que me perguntam: a fé e a vontade de conseguir é de cada um. Por que quando queremos realmente uma coisa, acharemos uma solução para tudo aquilo que nos dispomos a fazer. Se o corpo não estiver preparado, basta prepará-lo, para assim que estiver pronto dar continuidade aos seus sonhos e objetivos. Qualquer pessoa é capaz, basta querer de verdade.
Bigviagem: Antes da peregrinação você fez ou teve algum preparo físico?
LEFERR: Não. Fui na cara e na coragem, por isso, paguei um preço bem alto. Mas minha vontade era tão grande, tão grande que o próprio caminho foi me preparando.
Bigviagem: O que você tem a nos contar sobre os albergues encontrados durante a sua peregrinação?
LEFERR: Há três tipos de albergues pelo caminho do Campo de Estrelas: particular, donativos e municipal. O que distingue um do outro é a qualidade dos serviços, como o valor que vai se pagar. Mas independentemente de qualquer coisa, todos tem o essencial, uma cama para descansar o corpo e água para se banhar. Além é claro dos peregrinos que encontramos por todos os albergues, as amizades que fazemos. Uns dos maiores ensinamentos do caminho é a simplicidade. Conforto, quem nos dá é a simples e as mais belas paisagens, as constelações: os pontos brilhantes no céu, o sol, toda a natureza que nos cerca.
Bigviagem:O que você pode nos falar sobre as pessoas com as quais cruzou durante sua peregrinação, todas estavam em busca do seu “Eu”?
LEFERR: Encontrei pessoas de todos os gêneros que se possa imaginar. E nem todas elas estavam em busca do EU. Ainda sim, aprendi muito com todas elas. A troca de experiências, o convivio, compartilhar, dividir o pão, o espaço, ensina ou reforça a cada um o princípio básico da vida: o respeito. O ser humano é realmente incrível.
Bigviagem: Você acha que durante a peregrinação realmente é possível encontrar respostas para nossos anseios e dúvidas mais profundas relativamente a nossa vida pessoal? Já que provavelmente é isso que todo mundo espera.
LEFERR: Eu não acho, tenho certeza. Garanto que qualquer pessoa que se pré dispoem a trilhar pelo caminho de Santiago de Compostela, as respostas do que se busca, se encontra: olhos para ver e ouvidos para ouvir. E ao encontrarmos as respostas das quais procurávamos, novas descobertas mudarão a direção das perguntas. Estamos em constante aprendizado, sempre teremos um porque. “Buscai e achareis…”
Bigviagem:Na sua opinião porque as pessoas encontram estas respostas? É em razão de durante a peregrinação terem tempo para refletirem sobre suas vidas, ou é pelo sofrimento da caminhada que encontram respostas?
LEFERR: Os dois. Mas o maior é o desprendimento, a vontade de mudar, a insatisfação consigo mesmo. Buscar a transformação daquilo que não gostamos e não achamos certo. Descobrimos em nós muitas coisas que não sabíamos que somos capazes, conseguindo assim, acender novamente a chama do coração. Entende?
Bigviagem:Você encontrou respostas para o que necessitava durante a sua peregrinação?
LEFERR: Encontrei, e tive a felicidade dessa experiência tornar-se um livro e dividir com todas as pessoas que se interessarem.
Bigviagem:Porque você utiliza o nome Leferr, o que significa e como surgiu?
LEFERR: No capítulo 32, narro detalhadamente como isso aconteceu. Leferr significa a junção de todo o meu nome: Leandro Fonseca Leal Ferreira. Não posso contar mais do que isso, se não as pessoas que ainda não leram o livro saberão antes do tempo. (Disse o autor em tom de brincadeira.)
Bigviagem: Em que sua vida mudou após a peregrinação até Santiago de Compostela?
LEFERR: O caminho para mim foi um divisor de águas na minha vida. Hoje estou no meu quarto livro, o primeiro infanto-juvenil, levando aos jovens o hábito a leitura e o verdadeiro sentido da vida: o amor.
‘Liebe – O menino chamado amor’, destinado ao público infantil.
Bigviagem: Na sua opinião quantos dias são necessários para fazer a peregrinação até Santiago de Compostela?
LEFERR: Isso é muito relativo, pois pessoas são diferentes e cada uma tem seu tempo. O que vou dizer é entre 30 a 35 dias, caminhando no mínimo de vinte a trinta quilometros por dia. Menos do que isso somente sendo um atleta.
Bigviagem:O que um peregrino deve levar para esta caminhada?
LEFERR: O mínimo de coisas possíveis, pois sua mochila será sua companheira por toda a jornada e quanto mais leve estiver, menos peso levará. Caminhar 774 km sem mochila já é difícil, imagina com peso nas costas. A minha tinha um total de 7 quilos aproximadamente: levei três camisetas, uma calça que vira bermuda, mais uma bermuda de reserva, uma capa de chuva, o tenis que usava e uma sandália, três cuecas, três meias, um boné, máquina de retrato, um gravador, lápis, um bloco de anotações, um saco de dormir, escova e pasta de dentes, centriun e o essencial: muita vontade de mudar, de me encontrar.
Bigviagem: Quais os conselhos de segurança para se ter durante o caminho?
LEFERR: Não deixar seus pertences jogado em qualquer lugar. De resto é só confiar em Deus e deixar que o caminho te conduza.
Bigviagem: Acha aconselhável que uma mulher faça o caminho sozinha?
LEFERR: Se ela aguentar sim, claro. Certamente ela encontrará pessoas que caminharão parte do caminho com ela. A decisão é muito, mas muito pessoal.
Bigviagem:Quais as dicas básicas que você daria a quem pretende fazer o caminho para Santiago de Compostela?
LEFERR: Esforçar-se para limpar a mente e o coração, e não deixar que o medo e a preguiça impeça de seguir em frente. Deixar tudo para trás, caminhar de peito aberto. E acreditar em Deus, nessa energia que nos move.
Bigviagem:Qual estação do ano você acha aconselhável fazer a peregrinação?
LEFERR: Agosto/Setembro.
LEFERR – Machu Picchu
Bigviagem:Fale-nos sobre os seus dois últimos livros que completam a trilogia que se iniciou no caminho de Santiago de Compostela.
LEFERR: No ano seguinte ao ter cruzado todo o caminho do Campo de Estrelas, tradução de Compostela, o destino me conduziu para um outro país. Antes de chegar em Cuzco, cidade imperial do Peru, conheci dois jovens austríacos com o mesmo objetivo que eu. Por não termos autorização para percorrer o caminho tradicional até Machu Picchu, o destino coloca em nossos caminhos um guia descendente dos incas para trilhar uma segunda rota que nos levou a cidade sagrada, tendo que escalar a montanha Salkantai coberta de gelo com mais de cinco mil metros a nivel do mar, onde o perigo nos acompanhou por todo o trajeto, fazendo-nos vencer o medo da morte, aprendendo a conviver com os costumes indígenas daquela região. Este livro é denominado como: UM SEGUNDO CAMINHO. Sete anos depois de ter iniciado meu caminho de busca, do self, com minha vida completamente modificada, a própria vida me levou para a cidade do México, para encontrar a última peça do meu quebra-cabeça, fechando assim, com chave de ouro essa envolvente trilogia que faz o leitor se questionar, refletir e se libertar das inconstâncias dos pensamentos, em que as mensagens decifradas vão se descobrindo nas entrelinhas dessa surpreendente história, que leva, enfim, o verdadeiro sentido da vida: o amor. Título da obra: THE END.
Foi um prazer responder suas perguntas. Espero que você e seus leitores gostem, pois tudo que escrevi foi com o coração. Desejo a vocês muita paz, saúde, amor e bem. E sigam sempre o caminho da luz. Diante de Maria. Diante de Jesus! Um beijo no coração de todos vocês. Fiquem com Deus, nessa energia que nos move.